BANDIDO NÃO GOSTA DE XERIFE

Tanto o presidente da República quanto o próprio Sergio Moro procuraram minimizar a decisão da Câmara dos Deputados que manteve o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) incorporado ao Ministério da Economia. Com isso, morreu a ideia da transferência do órgão para a área do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ambos fizeram de conta que faz sentido os argumentos mais invocados pelos parlamentares que vetaram a mudança:

1) O Coaf continuará subordinado ao mesmo governo;

2) O Coaf seguirá fazendo o que fez quando solicitado a agir pelos condutores da Operação Lava Jato.

Se fosse assim, por que Sergio Moro teria combinado com Bolsonaro que o Coaf passaria ao controle do ministério que chefia? Por capricho? Para ampliar o vasto território que já administraria? Não, evidentemente. Moro apenas queria promover adaptações e aperfeiçoamentos que tornariam o Coaf muito mais eficiente do que tem sido, e preparariam o órgão para enfrentar os desafios que vêm por aí.

Até agora, o Coaf só atuou no âmbito da Lava Jato, que se concentra nas investigações sobre o Petrolão. Moro pretendia utilizá-lo para reforçar a frente ampliada de combate à corrupção e, sobretudo, para vencer a guerra contra organizações criminosas que dominam o narcotráfico e o sistema carcerário. O Coaf ajudaria, por exemplo, a apressar o fechamento de torneiras que fazem do PCC uma potência financeira. Com a estrutura atual, isso não será possível.

Se tanto faz manter o Coaf no Ministério da Economia ou transferi-lo para o Ministério da Justiça, a Câmara dos Deputados não teria rejeitado a proposta de Moro. As manobras que resultaram no veto foram comandadas pela maior bancada da Câmara, formada pelos adoradores do foro privilegiado. Esse ajuntamento suprapartidário vai da petista Gleisi Hoffmann ao tucano Aécio Neves. Como os seus parceiros deputados, ambos já estariam no banco dos réus se não fossem protegidos por essa obscenidade que mantém delinquentes incuráveis longe de tribunais e cadeias. Esse bando tem tanto apreço pelas ideias de Moro quanto Marcola, o chefão do PCC.

Também não foi por acaso que a votação da reforma administrativa foi interrompida antes de ser avaliada a excrescência que impede auditores da Receita Federal de denunciarem quaisquer bandalheiras que não sejam crimes fiscais. O que não falta na Câmara é gente com contas a ajustar com a Justiça, a começar pelo presidente Rodrigo Maia, conhecido pelo codinome Botafogo no Departamento de Propinas da Odebrecht e envolvido em histórias muito mal contadas ocorridas na sala do cofre da Gol.

Como ensinam os faroestes, bandido não gosta de xerife.

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LARÁPIO IMAGINOSO

Lula explica que todos os desastres que produziu em parceria com Dilma ocorreram nos últimos quatro meses

“A verdade é que nos governos petistas as pessoas mais pobres subiram um degrau na escala social começaram a entrar na universidade, frequentar restaurante, frequentar aeroporto e isso começou a incomodar a elite brasileira. Esse legado está sendo destruído. Bolsonaro está há quase cinco meses no governo e ninguém escuta falar em crescimento, desenvolvimento, investimento ou geração de renda. O país está abandonado. Só se fala em cortes orçamentários”.

Lula, direto da cadeia, na entrevista a um site, garantindo que ocorreram nos últimos quatro meses o aparecimento de 13 milhões de desempregados, a maior roubalheira da história, a crise econômica e outros desastres que produziu em parceria com Dilma Rousseff.

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O CONGRESSO E O RUGIDO DAS RUAS

Nesta segunda-feira, publiquei no Twitter a seguinte constatação: “As manifestações do dia 26 terão significado histórico se provarem que os brasileiros aprenderam a mobilizar-se em torno de ideias. As ruas devem exigir do Congresso a votação, sem delongas malandras, do projeto da Nova Previdência, da Lei Anticrime arquitetada por Sergio Moro e da medida provisória da reforma administrativa, que abrandou a farra dos ministérios”.

Em resposta, descontado um punhado irrelevante de comentários subscritos por cretinos fundamentais, centenas de brasileiros informaram que são exatamente essas as bandeiras que pretendem desfraldar no próximo domingo. Abstraídos os cretinos de sempre, os manifestantes reiteraram que não pretendem fechar o Congresso, nem exterminar o Supremo, muito menos transformar Jair Bolsonaro num Nicolás Maduro na contramão. O que eles querem é que deputados e senadores façam alterações que não desfigurem o projeto de Paulo Guedes, e removam de vez essa pedra gigantesca colocada no caminho que encurta a chegada ao porto seguro.

Declarações infelizes e tuítes desastrados do presidente da República, é verdade, dificultam o diálogo com o Legislativo. Mas também é inegável que não melhoram em nada as relações entre os dois Poderes a estupidez do PT ─ que aposta no quanto pior, melhor ─ e a batalha travada pelo Centrão pela captura de cargos, verbas e cofres públicos.

Não existe democracia sem Poder Legislativo. Mas a democracia será sempre uma caricatura com um Congresso infestado de delinquentes decididos a anular a revogação de privilégios contida na nova previdência, bloquear o aperfeiçoamento do combate à corrupção e ao crime organizado desenhado pela Lei Anticrime de Sergio Moro e emparedar o Executivo com a recriação de ministérios inúteis extintos pelo atual governo.

Há poucos dias, manifestações contra quaisquer reformas foram tratadas como outra evidência de que o Brasil é um país democrático. Merecem o mesmo tratamento as manifestações do próximo domingo, desde que se limitem a desfraldar as bandeiras da nova Previdência, da Lei Anticrime e da reforma administrativa.

“O Congresso sempre acaba fazendo o que o povo quer”, repetia o gaúcho Ibsen Pinheiro, que presidiu a Câmara durante o processo de impeachment do presidente Fernando Collor. Já começou a fazer: nesta terça-feira, o Centrão resolveu desistir da ressurreição de ministérios e aprovar a MP que reformou a administração federal. Uma das três grandes reivindicações já foi atendida. As outras serão assim que deputados e senadores ouvirem o rugido das ruas.

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AMANTE DISSIMULADA

Gleisi volta a culpar Jair Bolsonaro pelo desastre causado por 13 anos de governo de um corrupto vocacional e um neurônio solitário

“O governo destruidor de Jair Bolsonaro está custando caro ao país. Sob a política neoliberal de Paulo Guedes, o descalabro corre a passos lagos (sic) e a sombra da recessão econômica voltou a assustar o Brasil, com o país vivendo um período de estagnação sem precedentes”.

Gleisi Hoffmann, deputada federal e presidente do PT, conhecida pelo codinome Amante no Departamento de Propinas da Odebrecht, em artigo no site do PT, voltando a culpar Jair Bolsonaro pelo que fez a dupla formada por um ex-presidente presidiário e um neurônio solitário.

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GÊNIO DA RAÇA

Guilherme Boulos critica Paulo Guedes e mostra que entende tanto de economia quanto de trabalho

“Uma das cenas mais asquerosas da história recente foi o discurso de Paulo Guedes nos EUA dizendo a uma plateia de norteamaricanos (sic) que pretende vender tudo no Brasil: do Palácio presidencial à Petrobras. E oferece o Banco do Brasil ao Bank of America, ‘como fizemos com a Embraer’”.

Guilherme Boulos, líder do MTST, mostrando no Twitter que mente mais do que respira e entende tanto de economia quanto de trabalho.

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VERGONHA INTERNACIONAL

Filha de Lula vai ao exterior provar que o pai é o único larápio e lavador de dinheiro do mundo que há mais de um ano usa a fantasia de preso político

“Uma coisa é quando você sabe que seu pai cometeu um crime, ou seu filho ou sua mãe, e aí você fica triste, mas você sabe que é a justiça. No caso do Lula, a gente pergunta por que. A gente quer os porquês. Está cada vez mais claro que ele é um preso político. Que ele está sequestrado. Está preso sem provas, sem ter cometido crime. Né? Porque pior ainda é não ter cometido o crime. As acusações são infundadas e absurdas”.

Lurian Lula da Silva, filha de Lula, em entrevista ao Portal 4P durante evento em Nova York, confirmando que seu pai é o único larápio e lavador de dinheiro do mundo que há mais de um ano usa a fantasia de preso político.

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AMANTE DISSIMULADA

Gleisi finge enxergar nos quatro meses e meio do governo Bolsonaro o que viu nos cinco anos e meio do pesadelo Dilma

“Completados três anos do golpe contra ex-presidenta Dilma Rousseff, o Brasil se vê diante de uma crise financeira e econômica grave e um horizonte devastador para o futuro do país. Com a democracia em risco e ataques à liberdade de expressão e opinião, sob o governo de destruição de Jair Bolsonaro, está provado que tirar Dilma não fez o país melhorar”.

Gleisi Hoffmann, deputada federal e presidente do PT, conhecida pelo codinome Amante no Departamento de Propinas da Odebrecht, fingindo que o pesadelo criado por cinco anos e meio de Dilma Rousseff foi produzido em quatro meses e meio por Jair Bolsonaro.

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POSTE MALANDRO

Haddad exige que o governo faça em quatro meses o que não fez em sete anos como ministro da Educação

“Um país que se sonha grande precisa de uma educação de qualidade, republicana, precisa de ciência, de pesquisa, em todos os campos do conhecimento. Não estamos enfrentando uma batalha política. Estamos diante da defesa de um marco civilizatório”.

Fernando Haddad, desocupado desde outubro, no Twitter, indignado com o governo Bolsonaro por não ter feito em quatro meses o que o poste de Lula deixou de fazer em sete anos como ministro da Educação.

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NEURÔNIO NO ESCURO

Dilma usa amiga argentina para apresentar a Teoria da Luz no Meio do Túnel

“Uma vitória de Cristina Kirchner na Argentina para nós aqui no Brasil seria uma luz no meio do túnel, e não no final, no meio, porque o fim para nós tem que ser o retorno de um governo popular para o Brasil, mas a metade do túnel é importante, e a Argentina para nós será, sem dúvida, uma luz no meio do túnel”.

Dilma Rousseff, em entrevista ao site Sputniks Brasil, expondo em dilmês erudito a Teoria da Luz no Meio do Túnel.

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AMANTE RETARDATÁRIA

Gleisi descobriu só agora um dos artigos do Código Penal que instalaram Lula na cadeia

“Artigo 317 do CP, corrupção passiva: ‘Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem’. É no q incorreu Moro ao barganhar vaga no STF“.

Gleisi Hoffmann, deputada federal e presidente do PT, conhecida pelo codinome Amante no Departamento de Propinas da Odebrecht, no Twitter, descobrindo com alguns anos de atraso, ao tentar estendê-lo a Sergio Moro, um dos artigos do Código Penal que transformaram Lula em presidiário.

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NEURÔNIO EM PANE

Dilma viaja pela mitologia grega para encontrar culpados pela obra de destruição do Brasil quase concretizada pelos governos petistas

“A abertura da caixa de Pandora tirou os monstros do armário, jogou economia no buraco, destruiu políticas sociais e inviabilizou o que construímos desde o fim da ditadura. E deu no que deu: ascensão da extrema direita, prisão de Lula e Estado de Exceção. #3AnosdeGolpe”.

Dilma, no Twitter, culpando “a abertura da caixa de Pandora” pela quase destruição do Brasil realizada pelos governos petistas e que só não se completou porque Dilma Rousseff foi demitida do Palácio do Planalto por justíssima causa.

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