ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

BREAKING ALL THE RULES

Em meio a este oceano profundo e largo de canalhices e patifarias em que vivemos neste Brasil varonil, é sempre bom recordar a trajetória da gangue mais bem-sucedida de toda a história da humanidade. Nunca um povo foi tão achincalhado, espoliado de suas riquezas, da sua moral, do seu sentido de um destino comum e de suas esperanças como foi o povo brasileiro nos últimos anos. Abriu-se a porteira da selva para que todo tipo de besta-fera disfarçada de gente passasse a ditar os destinos de nossa nação. As mais imagináveis aberrações comportamentais e morais passaram a ser consideradas “normais” e ai de quem se opusesse.

Só agora podemos aquilatar a extensão da catástrofe. Para exterminar esta multidão de canalhas, facínoras, aproveitadores, demagogos, ou simplesmente imbecis inocentes úteis, levará décadas, se é que algum dia conseguiremos. Pelo certo, nosso país deveria passar por uma intervenção estrangeira, como a Alemanha e o Japão após a segunda guerra, de modo a desinfetá-lo desses rebotalhos humanos. Deveríamos passar, também, por um tribunal de Nuremberg, a fim de selecionar quais as lideranças mais deletérias desses canalhas deveriam ser enforcadas ou fuziladas, tal qual foi feito para a desnazificação da Alemanha.

Se não for assim, vamos ficar eternamente assistindo aos canalhas remanescentes, muitos deles infiltrados em posições de altíssima relevância, empurrando com a barriga todos os esforços que estão sendo feitos a fim de moralizar esta cloaca. Tudo começou com a gangue quebrando todas as regras: Vamos aos temas musicais…

1. Peter Frampton – Breaking all the rules

Na fase seguinte, todos aqueles que ainda insistiam em utilizar seus próprios neurônios começou a pular fora do barco petista. O mesmo começou a ocorrer com todo o restante da população, que lentamente foi se ligando que haviam coisas profundamente erradas naquela conversa bonita e começou a “escorregar para longe” da corja.

2. Slipping away from me

A esta altura, foi quando a luz do sol começou a se transformar em luz da lua, reflexo de todas as patifarias que estavam sendo praticadas pela gangue. Foi também quando o mundo começou a se tornar um lugar hostil para esta qualidade de bandidos. Mudaram, mudaram, mas continuaram os mesmos. Não adiantou nada.

3. The Marmalade – Reflections of my life

Neste período, exacerbou-se cada vez mais o culto à personalidade do canalha maior que liderava a gangue. Dia após dia, só se falava no celerado. Os títulos de “Honoris Causa” se sucederam numa sucessão sem cessar, como diria Falcão. Só não se sabia que a “causa” deles era tão canalha.

4. Badfinger – Day after day

O sucesso lhe subiu à cabeça e o mesmo passou a pensar que não necessitava de mais ninguém, nem mesmo do povo que o havia alçado às culminâncias do poder. “Queimou” todos os asseclas, sempre que precisou. Tudo se devia unicamente ao seu carisma e capacidade de engabelar multidões de otários com velhas mentiras sambadas.

5. Eric Carmem – All by myself

Até que a casa caiu e o canalha foi conduzido à prisão. É impossível de esquecer a sua cara de choro e incredulidade ao ser arrancado coercitivamente dentre o meio de seus acólitos. Sua tristeza se refletia em seus olhos. Agora só restou ao PT cantar que não poderia viver sem ele.

6. Nilsson – Without you

A esta altura, só restou ao canalha pedir insistentemente para que não o deixassem abandonado.

7. The Hollies – D´ont let me down

Restou também ficar se lembrando de que “Quase conseguiram conquistar tudo”. Graças a Deus, apenas quase!

8. Whitney Houston – Didn’t we almost have it all

A pergunta que se fazem constantemente agora é: Como é que vamos fazer para continuar a canalhice?

9. Fred Mercury – How can I go on

A sorte do facínora de Caetés parece ter sido a aparição de uma maluca disposta a fazer-lhe a caridade de algumas visitas íntimas nos próximos anos. Segue para eles a sugestão de um tema musical para as seções de amor no complexo prisional de Curitiba. Por mim, eu preferia que o mandassem para Pedrinhas, no Maranhão.

10. The Jet Blacks – Tema para jovens enamorados

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

EU, SIM, SOU PRESO POLÍTICO. NÃO, AQUELE LADRÃO!

Havia um contraparente meu pelo qual eu tinha muita estima, embora discordasse veementemente de suas ideias e posicionamentos na vida. Nossas discussões eram homéricas, mas, como sempre, ao final estávamos ambos bastante bêbados, entre mortos e feridos, salvavam-se todos. Acordávamos de ressaca no dia seguinte e nem lembrávamos mais daquilo que tínhamos discutido. A amizade era mais importante.

O mais interessante a respeito desta criatura brilhante é que ele quase conseguiu “fechar” o Jogo da Velha das aposentadorias.

Eu chamo de Jogo da Velha a matriz de 3X3 onde estão listadas todas as possibilidades de aposentadorias junto às diversas formas pelas quais o nosso “amado” governo se manifesta.

Pois bem: Esse meu amigo conseguiu aposentadorias em todas as funções que desempenhou junto aos diversos níveis do governo. Nenhuma delas passou incólume à sua esperteza. Em cada uma delas, fez jus a um “Fundo Especial de Aposentadoria”, todos devidamente bancados pelo erário, é claro, e tudo absolutamente dentro da nossa maldita legalidade. Se era moral, ou não, aí já é toda uma outra estória.

Já naquela época há uns 20 ou 30 anos atrás, eu previa detalhadamente a derrocada econômica e moral que essa filosofia de vida provocaria em nosso país: Todos querendo se locupletar em alguma (ou algumas) mamata estatal; toda a juventude direcionando seus esforços a fim de passar em algum concurso público para se dar bem; toda a atividade produtiva sendo extorquida pelo peso da imensa máquina estatal e a produção caminhando celeremente para a lata de lixo da história e as taxas de desemprego rampantes. Exatamente a hecatombe que estamos assistindo o clímax hoje.

Este era sempre o tema das nossas acaloradas conversas!

Quando não tinha mais argumentos, a sua saída sempre era dizer: “É…Democracia custa caro!”

Eu só sei que a vida lhe foi altamente irônica. Nunca usufruiu da imensa fortuna que amealhou. Primeiro, porque levou sempre uma vida simples e frugal. Nunca ostentou de forma nenhuma a enorme potencialidade econômica e financeira de que dispunha. Depois, porque partiu muito cedo desta vida devido a uma doença insidiosa. Quem ficou bastante confortável, em termos financeiros, foi a sua viúva, que não por coincidência, é também extremamente simples e modesta.
O mais interessante disso tudo é que esse meu amigo nunca teve de sujar as mãos através da utilização de meios ilegais para se assenhorar dessa montanha de recursos. Tudo foi praticado de forma absolutamente legal. Se as leis eram éticas ou moralmente defensáveis, aí já é toda uma outra conversa. Como dizia Millôr:

“O melhor meio de se dar bem fora da lei é legislando em causa própria”!

Conforme nos ensina Bakunin, o Estado sempre foi, em todos os tempos e lugares, uma maneira que gente esperta encontrou para se dar bem às custas de uma multidão de otários. Em consequência, só poderiam ser fortes e se estabilizar à medida dos crimes que para isso viessem a cometer. Foi bem isso o que fizeram nossos “amados” governantes ao longo de toda a história deste nosso país, muito mais especialmente nos últimos anos: Seguiram fielmente as lições do Deputado Justo Veríssimo. Roubaram dos pobres para distribuir entre eles mesmos.

Justo Veríssimo

 

Nos últimos anos, a roubalheira foi tão desbragada que matou até a galinha dos ovos de ouro. A nação “quebrou”. Não tem mais como continuar empurrando com a barriga e rolando dívidas que não são mais nem Milionárias nem Bilionárias. Chegaram agora à casa dos Trilhões e, segundo parece, para ficar. Pegar o dinheiro das aposentadorias de milhões de pobres e dar destino incerto e ignorado, enquanto os nababos se refastelam em suas mordomias mil, foi a cereja do bolo. Para isso, esqueceram até a regra de Millôr e passaram a cometer montanhas de ilegalidades. O desespero para faturar foi tanto que até dos aposentados mais modestos passaram a extorquir dinheiro através dos famigerados empréstimos consignados. Não tem limites para a ganância desse povo.

Essa conversa comprida toda vem apenas para fazer fundo à minha situação junto ao INSS. Completei os 60 anos mínimos requeridos pela lei há mais de 3 anos atrás. Como havia começado a trabalhar com 17 anos, eu supunha ter mais de 40 anos de contribuição, o que me tornava elegível para aposentar. Qual não foi a minha surpresa ao ter negada a anotação de inúmeros registros de trabalho pelos mais diversos motivos. O primeiro registro, quando eu tinha ainda 17 anos, não constava nos seus arquivos, muito embora tivesse registros no PIS e no FGTS. Havis sido extraviado. O tempo de exército, apesar de legislação específica e de uma declaração da Região Militar, também não foi aceito. O pior de tudo foi uma faculdade em que ensinei ao longo de mais de 10 anos e que nunca recolheu as contribuições previdenciárias. Segundo li, existem uns 6 ou 7 Milhões de pessoas em situação semelhante à minha: as empresas não recolheram, o INSS não fiscalizou e, agora, penalizam o segurado não reconhecendo extensos períodos trabalhados. Não fizeram o seu trabalho adequadamente e nós pagamos o pato.

Por outro lado, os Tribunais Federais, que nunca foram nenhum paradigma de celeridade, encontram-se literalmente entupidos de processos. O meu está lá há mais de 3 anos passeando entre os gabinetes do juiz e de procuradores. Só na mesa da juíza, aguardando apenas que ela dê uma decisão me concedendo um direito que é “LÍQUIDO E CERTO”, está lá há um ano. Hoje é o dia do aniversário. Estou pensando seriamente em fazer-lhe uma visita, levar um bolo, refrigerantes, e cantar o Parabéns pra você na sala da juíza. Que acham da ideia?

Pelo acima exposto, minha saudação ao nosso querido governo, em todas as suas incontáveis formas e faces através das quais o mesmo se apresenta para nós, é a seguinte:

LADRÕES! CANALHAS! FILHOS DE UMA CADELA GONORRENTA! BANDIDOS! DEGENERADOS!

Parem de fingir! Previdência Social NÃO É UMA SANTA CASE DE MISERICÓRDIA, cuja função e finalidade é distribuir esmolas entre os necessitados.

PREVIDÊNCIA é INVESTIMENTO! EU INVESTI UMA PORRADA DE DINHEIRO E VOCÊS ROUBARAM TUDO! POR ISSO QUE ESTA PORRA ESTÁ QUEBRADA!

QUEREM FAZER CARIDADE? DOEM SEUS SALÁRIOS NABABESCOS E SUAS MORDOMIAS.

DEVOLVAM MEU DINHEIRO, PORRA!

SÓ ESTOU ESPERANDO PEGAR MINHA APOSENTADORIA PARA IR EMBORA DESTA MERDA DE PAÍS!

Ei, Goiano, Jean Willis, Olavo de Carvalho… me aguardem que estou chegando!

Esta é a razão pela qual eu me considero um preso político nessa terra de corno: condenado à miséria pela imensa roubalheira dos políticos. Preso por não poder ir embora desta merda sem antes conseguir que liberem o que é meu de direito. Podem apostar que eu vou me considerar um refugiado político quando for embora.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

REALIDADE ATROZ QUE A MENTE ESMAGA

Navio Negreiro

Auriverde pendão da minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança…
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!…

Castro Alves

“Ou restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos!”.

Stanislaw Ponte Preta

Está me parecendo que a opção preferencial da maioria dos brasileiros foi por se locupletarem todos. Só que, por uma questão de lógica, é impossível que todos vivam na mamata. Alguém tem de pagar a conta da esbórnia.

O que o Brasil tem feito, ao longo de décadas, tem sido empurrar com a barriga a data em que os pecados pretéritos cairão sobre nossas cabeças. Chegam alguns a dizer que, como o Brasil é riquíssimo, este dia nunca chegará. Só mesmo um país riquíssimo em recursos, como o Brasil, poderia aguentar essa avalanche de roubalheiras e se manter à tona. Sangrando por todos os buracos financeiros, mas à tona. Com a economia estertorando e estrebuchando, mas à tona. Com um déficit governamental imenso e sempre aumentando, mas à tona. Com milhões de desempregados, mas à tona. Com empresários se suicidando, mas à tona. No fim, fomos todos transformados em mortos-vivos econômicos. Não vivemos: no máximo, sobrevivemos!

De minha parte, tenho certeza absoluta que permaneceremos nesta decadência moral e econômica avassaladora para sempre! Não sairemos desta urucubaca nunca! As tetas estatais já estão sangrando, de tanto que foram sugadas, mas os parasitas se aferram e recusam a perder a mamata.

Quanto ao restante da população, que se exploda!

Para estes, o auriverde pendão da minha terra está servindo a todo um povo de mortalha.

Só acredito numa muito improvável mudança de curso se tivermos uma revolução capitaneada pela minoria conservadora que ainda conserva princípios éticos e morais, com milhares de canalhas sendo fuzilados. Ou fazemos como Jarbas Passarinho, ao assinar o A.I.5 – “Às favas com os pruridos morais” – e fuzilamos multidões de patifes, ou continuamos afundando neste mar de excrementos. Quanto mais nos debatemos, mais afundamos.
Um país em que…

• O governo tem raiva da “Classe Média” e trabalhou firmemente para extingui-la. Quer deixar todo mundo igual? Então, deve ser todo mundo na miséria. Todos mendigando migalhas que caiam da mesa dos privilegiados estatais.

• Não se pode mais fazer piada de negro, português, veado e político. Dizer que não gosta de veadagem dá cadeia. É crime hediondo. Logo, toda a população será obrigada a dar a bunda umas 3 vezes, a fim de decidir se quer ser macho ou “fêmea”. Viramos o país do mau humor.

Haroldo no Sex Shop

• O Governo deve UM ANO DE TODA A PRODUÇÃO DE RIQUEZAS DO PAÍS. Qual é a situação econômica de uma organização, qualquer organização, que esteja devendo UM ANO DE SEU FATURAMENTO BRUTO? Faliu há muito tempo e não sabe. Este é o caso da nação brasileira.

• O governo arranca, a ferro e fogo, 40% de toda a riqueza que é produzida (O dobro do “quinto dos infernos” da era colonial”), e não dá nada em contrapartida ao cidadão. Toda essa grana não dá nem para aplacar a voracidade dos nababos encastelados na estrutura estatal. E o rombo só aumenta, ano a ano.

• O Governo Federal gasta METADE de tudo o que arrecada só para pagar juros aos agiotas. Muito mais que as EXTORSIVAS reparações de guerra do Tratado de Versalhes que levaram a Alemanha, arruinada e revoltada, à 2ª Guerra Mundial. São mais de 10% do PIB só para alimentar os agiotas.

• O governo gasta a METADE do que sobra, depois de pagar os juros da dívida monstruosa (Quando sobra – coisa que nunca ocorre), só para pagar salários a uma multidão de marajás indianos.

• O governo arrecada toda a poupança da população, diz que vai fazer crescer a fim de pagar aposentadorias. Todos nós sabemos muito bem que só caralho cresce na mão dos outros. Ao final, entrega de mão beijada toda essa montanha de dinheiro para: a) Ditaduras socialistas amigas, b) Empreiteiras corruptas, c) Empresários brasileiros altamente picaretas, c) Partidos e políticos ladravazes, e) Nababos do funcionalismo público e suas aposentadorias miliardárias. Depois, vem e diz que a grana acabou.

• O congresso parece mais uma grande reunião do PCC ou do Comando Vermelho. Deputados e senadores, todos com incontáveis processos nas costas, são verdadeiras máquinas caça-níquel: Só funcionam se forem regiamente remunerados com verbas. Caso contrário, comporão a oposição mais abjeta e inescrupulosa que se possa imaginar. Até senador cassado, por roubo foi premiado com aposentadoria privilegiada.

• Tudo aqui custa o dobro do preço dos outros países, já que metade do preço é só para sustentar a multidão de parasitas estatais e as roubalheiras milionárias.

• O governo se mete em todos os mínimos aspectos da vida do cidadão e, o que era para ele fazer, não faz. Quando se mete a fazer alguma coisa, são milhares de projetos intermináveis, com um custo caríssimo devido à corrupção, e a qualidade da execução é simplesmente execrável. São obras caindo aos pedaços pouco tempo depois de concluídas; é um judiciário corrupto e altamente ineficaz, onde os processos mais simples (de rito sumaríssimo) tem seu tempo contado em décadas; insegurança total (jurídica e criminal) devido ao açambarcamento das instâncias superiores por patifes de nenhuma envergadura moral e que foram guindados àquela posição com a missão de serem “garantistas” dos patifes que os privilegiou.

• Governantes se mantêm no poder através da distribuição de migalhas a pobres miseráveis, analfabetos e famélicos. Governantes que não fazem absolutamente nada e que são capazes de fazer absolutamente tudo para se manterem no poder. Não tomam posse: Se apossam!

• O judiciário paquidérmico é totalmente inoperante. Seus procedimentos são dignos de Franz Kafka e literalmente intermináveis. Qualquer questão, por menor que seja, leva décadas. Além do fato das instâncias superiores estarem recheadas de inescrupulosos capachos, totalmente subservientes àqueles que os indicou, aprovou e nomeou. Coerência? Ética? Pruridos morais? Tudo isto passou bem longe. Acabou-se o tempo em que havia a figura do “Conflito de interesses”. Ninguém mais se sente impedido de dar sentença favorável a apaniguado e cúmplice amigo nenhum. Pirão pouco? Primeiro o meu! E salve-se quem puder.

Manada de bezerros a serem devidamente desmamados

• O governo, diante da iminente falência total do aparato estatal devido ao inchaço do rombo provocado pelo tsunami das canalhices, quando deverá faltar dinheiro até para pagar o salário da faxineira do palácio, decide que “A Bala de Prata” que irá salvar a nação será a “Reforma da Previdência”. Para isto, reúnem-se quinhentos e tantos picaretas, ladrões do mais alto calibre, a fim de decidir quem vai (e quem não vai) ter direito a mamar nas tetas estatais. E os militares? Tem que dar uma coisinha. E as donas de casa? Também tem direito (mesmo não tendo contribuído com nada). E os policiais militares? Tá uma chiadeira danada. Vamos dar uma aposentadoria especial para eles, para que não nos deixem na mão. E os Estados e Municípios? Rapaz! Aí é que a chiadeira é grande. São multidões de bezerros a serem desmamados. Então, deixa esse abacaxi para ser descascado pelos próprios Estados e Municípios. O rombo é de R$ 350 Bilhões? Os Estados que se virem. Problema deles! Qual o critério da reforma? NENHUM!

MORAL DA ESTÓRIA: O congresso está parecendo o Cassino do Chacrinha. Vocês querem bacalhau? Pois tomem bacalhau! E as contas atuariais? Que se danem! Tudo é decidido a depender da simpatia do “Relator da comissão” e da chiadeira da multidão de bezerros desmamados. Quem não chora, não mama! Este é o lema.

Chacrinha. Esse gênio entendeu bem a palhaçada geral que é essa merda de país.

Senhores Deputados,

Parem de querer fazer caridade com o dinheiro alheio. Chega! Estamos carecas de saber que tudo o que os senhores fazem termina sempre com a melhor parte em suas mãos. FECHEM ESSA MERDA CHAMADA INSS! A Constituição Federal diz (Art.5º XX) que ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado a associação nenhuma. Depois, ela mesma nos obriga a entrar de ré, com a calça arriada, nessa parceria CARACU. Vamos fazer o seguinte: Fecha essa merda chamada INSS, devolve pelo menos uma parte de todo o dinheiro que eu já dei a esses picaretas e esqueçamos este assunto. Valeu? A partir daí cada um que poupe um percentual mínimo (definido em lei) e aplique onde quiser. Se não quiser poupar, passe fome na velhice.

CONCLUSÃO: Este não é, nem de longe, o país em que eu quero viver. Como é que se faz para pedir asilo em outro país e ir embora dessa bosta? Vou perguntar ao Jean Willis. Talvez ele faça a caridade de me dar alguma dica, já que foi a turma dele que acabou de arrombar as pregas desse nosso malfadado país.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

O PARAÍSO DOS PUXA-SACOS NAZISTAS

Comecei a trabalhar em indústrias no início de 1974. Era o auge do “Milagre Brasileiro”. Eu tinha 17 anos e havia sido aprovado recentemente no exame vestibular para o curso de engenharia mecânica da Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco. A vida era uma estrada aberta à minha frente. O mundo me pertencia.

Desde as primeiras funções desempenhadas, constatei que, salvo raríssimas exceções, a ascensão profissional de qualquer indivíduo dentro das organizações por onde passei, estava diretamente vinculada à capacidade de puxar o saco e babar os ovos dos chefes. Isto, juntamente com uma imbecilidade aguda e uma capacidade infinita de se constituir em carrasco e algoz daqueles que dessem o azar de lhes ser subordinados.

Em suma: Quanto mais imbecil, inescrupuloso e carrasco você se mostrasse, mais rápido você seria promovido!

Aliás, essa se tornou a maneira através da qual pude aquilatar, de forma rápida e precisa, o caráter das pessoas com quem estabelecia relações: Babão para cima e carrasco para baixo? É UM IMBECIL! Além de carreirista.

Podemos facilmente concluir que, a partir desse estado de coisa, não se costumava encontrar ambientes de trabalho muito saudáveis nas empresas. Muito pelo contrário. Eram, geralmente, ambientes altamente tóxicos e insalubres, especialmente no que se refere aos relacionamentos humanos e aos aspectos psicológicos.

Outra conclusão automática é que, o fato de tentar me manter de espinha ereta e me comportar de forma digna e honrada, não contribuiu muito para o meu progresso dentro das organizações. Esta foi a razão que me forçou a ter de peregrinar por umas 15 empresas diferentes, a fim de sair da condição de operador de torno mecânico para a função de Gerente Industrial, ou até mesmo de superintendente, em grandes indústrias multinacionais.

Eu era sempre um navio abandonando os ratos que iriam afundar.

Como eu não estava disposto a me degradar ao nível da opção preferencial pela canalhice dos ambientes profissionais, a única coisa que me segurava nos empregos era o fato de ser sempre extremamente competente, aguerrido e cumpridor de minhas obrigações de forma eficiente. Desempenhasse um pouco menos que isso e estaria imediatamente no olho da rua.

Empresa nenhuma tinha muito interesse em investir na qualificação profissional dos funcionários. Raciocinavam que iriam qualifica-los e, logo depois, os mesmos começaria a demandar maior salário e posição. Terminariam perdendo o que haviam investido pois estes iriam utilizar as novas qualificações na concorrência. Assim, todas procuravam contratar quem já tivesse sido preparado por alguma outra entidade. Queriam funcionários “Prontos”! Bem consciente disso, tomei a decisão de só ficar nas empresas enquanto estas estivessem contribuindo para a minha evolução profissional. Elas me usavam? Eu as usaria da mesmíssima forma utilitária. Foi nesta situação que desenvolvi a “Curva de Aprendizado Profissional de Adônis”.

Ao ser contratado pela empresa (Ponto A), o volume de coisas novas que aprendemos é o máximo (Ponto B). Imediatamente, as coisas começam a se tornar repetitivas e, como consequência, vamos aprendendo cada vez menos. A redução no volume de aprendizado se parece com a curva que vai de B a C. Ao atingir o ponto C, o nosso aprendizado passa a percorrer uma trajetória Assintótica. Para os que não são engenheiros, assintótica é uma curva exponencial negativa e que tende a ser paralela ao eixo ordenado no infinito. Isto significa dizer que passamos a não aprender mais quase nada. É a situação de quem está só esperando o salário no final do mês e a aposentadoria. Infelizmente, muitos de meus companheiros se deixaram ficar nesta situação por anos sem fim.

A cada empresa que chegava, cada vez em níveis mais altos, encontrava sempre os mesmos velhos companheiros de tornearia marcando passo naquela função. O ponto C representa uma encruzilhada: Ou se muda de função, ou se recebe uma promoção, ou se é transferido, ou se pede as contas e vai embora, sempre em busca de novos desafios e de evolução. O tempo necessário para esgotar o potencial de aprendizado de um cargo é função da sua dificuldade, normalmente relacionada com o nível hierárquico. Nas primeiras funções, as mais simples, meu tempo de permanência foi de menos de um ano. Depois, ocupei diversas funções que me demandaram uns bons quatro anos. Já como Gerente Industrial, passei sete anos e não foi suficiente para dizer que já sabia tudo. Cada dia era um desafio diferente.

Mais adiante, ao enveredar em cursos de administração, conheci a filosofia de trabalho que veio a ser conhecida como “Burocracia Weberiana”. Aliás, o termo “Burocracia” (Governo exercido pela turma dos birôs) foi criado pelo mesmo Max Weber que desenvolveu esta filosofia. Era baseada na estrutura do Exército Prussiano, naquela ocasião considerado o de melhor desempenho e o mais eficaz do mundo. Esta filosofia preconiza alguns princípios bem simples: a) Hierarquia e disciplina rígida, b) Senioridade, c) Treinamento contínuo, d) Normas rígidas e escritas, e) Tratamento igual para todos, f) Honra ao mérito – Meritocracia e g) Fortíssimo espírito de corpo. Entrava-se menor aprendiz e poderia terminar, a depender de seu mérito, na presidência. Se esses princípios já não foram seguidos de forma ideal na maioria das empresas privadas brasileiras, sempre devido ao ambiente de selvagem carreirismo mencionado acima, nas empresas públicas o quadro então é uma monumental catástrofe. Ao carreirismo juntaram-se outros elementos ainda mais perniciosos: o corporativismo e a corrupção.

Enquanto seguiram os princípios Weberianos, algumas organizações públicas atingiram patamares de desempenho admirados em todo o mundo. Os melhores exemplos foram Os Correios, o Banco do Brasil e o Ministério de Relações Exteriores, dentre muitos outros. No momento em que foram arrombadas as porteiras para a interferência da classe política, através da nomeação de apaniguados em cargos de gestão, deu-se início à roubalheira desenfreada. Isto, juntamente com o assalto às estruturas governamentais por grupos de interesses dos mais diversos tipos, todos altamente vorazes e ávidos por abocanhar gordos nacos de dinheiro público. A imagem que nos veem à mente, ao nos referirmos às estruturas governamentais, é a de um bando de piranhas altamente vorazes devorando uma esquálida rez até os ossos. No caso, as finanças nacionais.

A politicalha, não satisfeita em provocar a formidável debacle da nossa nação, refastelam-se em opíparos banquetes pantagruélicos, sempre bancados pelo erário, rindo-se a bandeiras despregadas da nossa cara de otário.

TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI? HAHAHAHAHAH Conta outra!

E as centenas de recursos, embargos, agravos, contestações e habeas corpus do canalha barbudo, que passaram na frente de todo mundo e foram julgados sempre em regime de “Urgência Urgentíssima” pela mais alta corte deste país, mesmo esta se encontrando atravancada de processos até o ano 2.359?

Meu processo contra o INSS se arrasta há mais de 3 anos e está há UM ANO em cima da mesa da juíza de 1ª Instância, simplesmente para ser dada a sentença em um processo que é

• Direito líquido e certo; (Tem mais 7 milhões de pessoas requerendo o mesmo direito)

• Requerido por pessoa idosa;

• Referente a verba alimentar; e

• Para qual não foi concedida a tutela provisória, mesmo tendo sido requerida. A não decisão já é uma decisão. (“Mata esse bosta de fome”!) Quando a sentença finalmente sair, talvez não seja mais necessária.

FILHOS DA PUTA!!!!! GRANDESSÍSSIMOS FILHOS DA PUTA!!!!

Onde é que está a vergonha na cara dessa população de macacos, que não parte para porrada e para destruir toda essa estrutura canalha de dominação e de espoliação da nossa querida pátria?

Minha modesta opinião: a ÚNICA maneira de desentortar este país é PENA DE MORTE! JÁ!

Quero ver correr rios de sangue dos canalhas parasitas, fomentadores e aproveitadores da desgraça nacional.

GUILHOTINA JÁ! Artigo 140 da C.F. neles, JÁ!

Está chegando a hora do impasse e do clímax dessa putaria toda. A pior de todas as atitudes possíveis será ficar tomando uma cervejinha no final de semana e discutindo se Neymar é melhor que Messi. Torna-se conivente e cúmplice de todas as patifarias. Quem acoita essa cachorrada é porque, muito provavelmente, está também mamando numa tetinha. Pois bem: a farra acabou!

Admiro a coragem dessa corja de ladrões. O país é uma panela de pressão, prestes a explodir, e os caras não estão nem aí. Ou então, é a imbecilidade em estado puro: Vão ser linchados em praça pública sem nem entender porque.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

RUA PIRATININGA

Ao longo de toda a semana que passou, estive em viagem a São Paulo para rever alguns parentes amados.

Não sei se foi simples coincidência, ou se foi mesmo o meu inconsciente que me direcionou, mas a verdade é que escolhi uma acomodação no bairro do Brás, bem pertinho de uma grande estação de metrô. A ideia era que esta proximidade facilitasse os meus deslocamentos por aquela megalópole imensa.

Ao tomar esta decisão, não lembrei que havia trabalhado em duas fábricas da maior fabricante de cigarros do país, e que estas se situavam neste mesmo bairro: Uma, na rua Brigadeiro machado; e a outra, na rua da Alegria.

Nem sei se as duas ainda existem, mas a verdade é que, ao chegar lá, voltaram a minha mente inúmeras cenas que há muito tempo haviam sido esquecidas. Cenas dos idos de 1981.

O apartamento do airbnb onde eu fui me hospedar ficava em um belíssimo conjunto de altos prédios na Rua Piratininga. Ao chegar lá, não reconheci a rua de imediato e nem me lembrei de já ter estado lá anteriormente. Depois, lentamente, cenas marcantes daqueles belos tempos começaram a borbulhar em minha mente.

Aquela rua era, naquela época, um conhecidíssimo polo de máquinas operatrizes e ferramentas e, segundo a minha avaliação, o maior de toda a América Latina. A rua era uma festa! Gente vinda de todos os recantos do país se dirigia a aquela rua a fim de comprar e vender máquinas industriais dos mais variados tipos: Frezadoras (horizontais, verticais, universais, Renânia, …), retíficas, plainas limadoras, tornos mecânicos, furadeiras verticais e radiais, máquinas de solda elétrica, TIG, MIG, MAG, etc. Além disto, todo tipo de máquinas de processos industriais que se possa imaginar: Injetoras, sopradoras, extrusoras, “Blow Molding”, “Hot Stamping”, “Rinser”, enchedoras, rotuladoras, empacotadoras, etc. As opções eram literalmente infinitas!

Todos os jovens empreendedores brasileiros, ao pensar em iniciar uma nova produção, a primeira e obrigatória providência era fazer uma longa visita aos comerciantes da Rua Piratininga. Podia até ser que estes não tivessem o equipamento desejado naquele mesmo momento, mas podem ter certeza de que sabiam, ou descobririam rapidamente, quem é que tinha um daquele e que estava pensando comercializá-lo para comprar um maior.

Segundo o Jornal do Brás, página de divulgação das notícias locais, a paisagem ali foi mudando lentamente e, com o passar dos anos, foi perdendo sua condição de rua especializada neste segmento de negócios. As lojas de máquinas passaram a dar lugar a empreendimentos imobiliários de alto padrão.

A situação com a qual ali me deparei era uma pálida imagem daquilo que aquela rua tinha sido e representado para a indústria nacional. A pujança dos negócios, a efervescência de ideias e empreendimentos, a felicidade estampada no rosto de cada um daqueles jovens empreendedores, a esperança explícita de que os novos tempos seriam cada vez melhores, tudo isso havia desaparecido completamente.

Não sobrou quase nada! Parecia que havíamos sobrevivido a uma guerra devastadora.

Em meio às antigas lojas, galpões desativados e sobrados, surgem eles: os novos e modernos edifícios. Um deles foi construído no número 201 da rua. Outro será levantado bem no local onde antigamente funcionou a redação do Jornal do Brás, no número 841. A maioria das lojas de máquinas deixou o logradouro faz tempo, como as dos números 567, 577, do 772 ao 776, e do 604 ao 628. As lojas mais tradicionais da região, sobrevivem sofrendo com a alta carga de impostos e registrando pequeníssimo movimento de clientes. Parece até um cemitério. O desencanto está estampado na face de cada um dos comerciantes que observei.

Na Piratininga estão agora diversas igrejas evangélicas, sacolão de frutas e verduras, padaria, Fórum da Infância e da Juventude, Defensoria Pública do Estado de São Paulo, lojas de pneus, outras de rolamentos, e bares. Muitos bares. Onde velhos passam o tempo conversando sobre coisas sem nexo e sem futuro.

Este é o retrato mais fiel da carnificina que foi praticada por sucessivos governos de ladravazes, mestres nas artes da demagogia e do populismo, que nos infelicitam desde que os militares entregaram o comando do país a esta maldita súcia de ladrões descarados que destruíram a indústria nacional e nosso ânimo empreendedor.

O Brasil todo virou um imenso Piauí! O Brasil se “nordestinizou!

Ninguém produz mais porra nenhuma! Tudo agora vem da China.

Tentar produzir alguma coisa neste cu de mundo é pecado mortal! Torna-se passível das maiores atrocidades governamentais que se possa imaginar. São centenas de ávidos e vorazes (quando não corruptos) fiscais da fazenda, da Receita Federal, do Ministério do Trabalho, da Prefeitura, dos Bombeiros, da Saúde Pública, dos órgãos ambientais, e por aí segue… Toda uma plêiade infinita de parasitas, tremendamente autoritários e arrogantes, sempre prontos a esfolar o imbecil que ainda manteve alguma esperança de realizar alguma coisa de positiva nesta merda de país, e que, só por este pecado imperdoável – ter se iludido de que ainda é possível fazer alguma produção nesta cloaca do Diabo – é imediatamente transformado em bandido, explorador da “mais valia” dos funcionários, sonegador perigoso, e por aí vai. Só por isso, é contínua e reiteradamente esfolado pelos esbirros governamentais para que prove o contrário. O ônus da prova cabe sempre ao pobre otário que se defende contra o poder avassalador do Estado assassino. “In dubio?” Mete o cacete no réu, que é para ele aprender a respeitar as autoridades constituídas.

Diante deste quadro tétrico, é de se estranhar que a maioria absoluta de nossa juventude dourada direcione seus esforços, não para comprar máquinas e produzir algo, mas para passar em algum concurso público e se tornar mais uma “autoridade”? Que estes considerem muito mais interessante andar de gravatá e paletó, ao invés de sujo de graxa e constantemente suados? Que almejem se tornar mais um procurador, desses que procuram a vida toda e não acham porra nenhuma? Que só acham seus imensos e imerecidos contracheques e as mordomias inerentes aos “Altos Cargos” da nossa maldita república?

É de se estranhar que estejamos nos encaminhando aceleradamente para a situação reinante em países do terceiro mundo, no qual as exportações se limitam a algumas matérias primas básicas (soja, minério de ferro e petróleo) e pouquíssima manufatura?

Será que nosso destino manifesto é exportar matérias primas e importar manufaturas?

Será que, muito além do “Farm here, forest there!”, teremos a situação do “Manufacture here and mines there”? Bolsonaro está cheio de boas intenções, mas não será só “negociando” com os patifes chupa-sangue que vamos desatar esse nó cego que estrangula a economia da nossa nação. Na França, em 1789, degolaram todos.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

SOCIALISMO TROPICAL

Segue abaixo o panteão dos maiores ladrões que já passaram pela administração pública de países.

1. Uhuru Kenyatta – Presidente do Quênia. Um dos principais proprietários de terras do país. Herdou mais de 20.000 Km2 de terras do seu Pai, Jomo Kenyatta, primeiro presidente desta nação. Possui grandes participações em indústrias, bancos e canais de TV. Fortuna estimada em US$ 500 milhões pela revista FORBES.

2. Teodoro Obiang Nguema Mbasogo – Presidente da Guiné Tropical desde 1979. Possui propriedade em Malibu, Califórnia, juntamente com coleção de carros de luxo como Bugatti, Bentley e Lamborghini. Fortuna estimada pela FORBES em US$ 600 milhões. A população de seu país vive com menos de US$ 1,00 (Um Dólar) por dia.

3. Nursultan Nazarbayev – Presidente do Azerbaijão de abril de 1990 até março de 2019. Em 29 anos de poder, amealhou fortuna estimada em US$ 1 Bilhão.

4. Fidel Castro – Primeiro Ministro de Cuba de 1959 até 1976. Depois, presidente, de 1976 até 2008. Acumulou fortuna pessoal de US$ 900 milhões segundo a FORBES.

5. Islam Karimov – Comandou o Uzbequistão desde 1989 até a sua morte, ocorrida em 2016. Comandou o país com punho de ferro. Ao morrer, possuía fortuna estimada em US$ 1 Bilhão.

6. Robert Mugabe – Primeiro Ministro e, posteriormente, presidente do Zimbábue entre 1980 e 2017. Sob o seu comando, o país passou por uma verdadeira catástrofe econômica. Dados Departamento de Estado (USA) vazados pelo Wikileaks apontam para uma fortuna ao redor de US$ 1 Bilhão.

7. Bashar Al-Assad – Ditador que governa a Síria desde o ano 2.000, após herdar o comando de seu pai, Hafez Assad. Estimativas feitas pelo jornal Guardian estimam sua fortuna pessoal em US$ 1,5 Bilhão. Seu país continua dilacerado por uma guerra civil.

8. Ali Bongo Ondimba – O presidente do Gabão possui um patrimônio oficial de US$ 2 Bilhões. Relatos sugerem que seja bem maior. Teria desviado para seu bolso cerca de 25% do PIB do país e sua fortuna seria bem maior. Apenas seu palácio em Paris, uma de suas residências, tem valor de US$ 138 Milhões.

9. Saddam Hussein – Comandou o Iraque de 1979 até a sua deposição em 2003. Durante este período, acumulou uma fortuna avaliada pela FORBES em US$ 2 Bilhões, além de ser dono de 89 palácios, carros luxuosos e empresas de mídia.

10. Daniel Arap Moi – Presidente do Quênia entre os anos de 1978 e 2002. Neste período, acumulou uma fortuna estimada em US$ 1 Bilhão. Segundo a FORBES, seu patrimônio estaria escondido em empresas de petróleo, fazendas na Austrália, bancos e companhias de navegação. Sua fortuna atual chegaria aos US$ 3 Bilhões.

11. Ilham Aliyev – Comanda o Azerbaijão desde 2003. Lado a lado com graves denúncias de violação a direitos humanos, estima-se que tenha acumulado uma fortuna de US$ 3 Bilhões ao longo deste período.

12. Francisco Franco – Comandou a Espanha de 1939 até a sua morte, ocorrida em 1975. Foi o responsável direto por incontáveis mortes. Estimativas feitas após a sua morte davam sua fortuna como sendo algo ao redor de US$ 3,8 Bilhões em valores atuais.

13. Sani Abacha – Comandou a Nigéria de 1993 até a sua morte, ocorrida em 1998. Ao morrer, autoridades nigerianas descobriram US$ 4 Bilhões depositados em seu nome em contas na Suíça, tudo fruto de uma corrupção desenfreada.

14. Kim Jong-un – Ditador da Coreia do Norte. Recebeu o poder ditatorial de seu pai que, por sua vez, recebeu do seu avô. Desfruta de inúmeros luxos em um dos países mais miseráveis da terra. Fortuna depositada no exterior estimada em US$ 5 Bilhões.

15. Mobutu Sese Seko – Comandou o Zaire (atual República Democrática do Congo) de 1965 a 1997. Durante este período, roubou cerca de US$ 5 Bilhões dos cofres públicos. Era donos de grandes palácios na França e na Suíssa.

16. Zine El-Abidine Bem Ali – Ditador da Tunísia, foi derrubado do poder em 2011. A esta altura, seu patrimônio era estimado em cerca de US$ 10 Bilhões. Chegou a roubar entre 30 e 40% do PIB do país, razão pela qual é odiado pelo povo.

17. José Eduardo dos Santos – Mandatário de Angola entre 1978 e 2017. Neste período, roubou algo como US$ 20 Bilhões, para si e para seus familiares. Sua filha, Isabel, é a africana mais rica, com fortuna avaliada em US$ 2,3 Bilhões.

18. Ibrahim Babangida – Mais um ditador africano que roubou como se não houvesse amanhã. Comandou a Nigéria de 1985 a 1993. Neste período, acumulou uma fortuna de US$ 12,4 Bilhões.

19. Ferdinand Marcos – Comandou as Filipinas de 1972 a 1986. Durante este período, juntamente com sua mulher Imelda, teria desviado mais de US$ 53,1 Bilhões dos cofres públicos.

20. Suharto – Dominou a Indonésia por mais de 31 anos. Renunciou em 1998, após ter desviado cerca de US$ 35 Bilhões dos cofres públicos. Chegou a ser considerado o governante mais corrupto do mundo.

21. Ali Abdullah Saleh – Comandou o Iêmen de 1990 a 2012. Até ser deposto na “Primavera Árabe, roubou cerca de US$ 64 Bilhões, segundo relatório do Conselho de Segurança da ONU.

22. Hosni Mubarak – Mais um que foi deposto na “Primavera Árabe”. Comandou o Egito por mais de 30 anos. Neste período, estimativa do Washington Times avalia que tenha roubado algo em torno de US$ 700 Bilhões.

23. Muammar Gaddafi – Ditador da Líbia entre 1977 e 2011. Autoridades deste país revelaram que teria sido desviado por ele algo como US$ 224,8 Bilhões. Todo este dinheiro estaria em contas secretas e investimentos obscuros.

24. Luís Inácio Lula da Silva – CAMPEÃO ABSOLUTO!

Plenipotenciário brasileiro entre 2002 e 2017, seja pessoalmente ou através de prepostos. Considerado o governante mais rapinante e corrupto de todos os tempos. Ao ser enxotado do poder e preso, só restaram do seu período milhares de projetos carésimos, ineptos e inacabados, além de rombos bilionários em todos os cofres públicos onde colocou seus agentes: Fundos de Pensão, empresas estatais, bancos estatais, etc. Por uma questão de justiça, ele e todos os demais canalhas acima mencionados deveriam ter enfrentado um pelotão de fuzilamento ou enforcamento. Apenas alguns o foram. Só cadeia para tais abutres é MUITO POUCO!!!!!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

AMOR NOS TEMPOS DO FEMINISMO

Não me admira que tantos e tantas estejam sozinhos, ou preferindo apenas as relações fugazes. – Marli Gonçalves

1. Conheceu uma gatinha bem descolada na balada? Chamou para o motel e ela topou?

2. A principal providência agora é se certificar de que não se trata de um traveco. Para isso, o ideal é passar a mão diretamente na genitália da pretendida, de preferência passando a mão e enfiando o dedo na xoxota. Mesmo assim, se for um veado, este pode já ter feito operação de mudança de sexo. Assim, verifique o “Pomo de Adão” e outros fenótipos. ATENÇÃO! Caso se depare com algum indício revelador, ou mesmo no caso de encontrar uma belíssima RÔLA onde deveria existir uma xoxota, NÃO FAÇA ESCÂNDALO! Saia de fininho e dê o caso por encerrado. Isto evitará futuras gozações de seus amigos. Pior ainda é cobrir o veado de porrada, que é “para ele aprender a não enganar mais ninguém”. Neste caso, além do tremendo escândalo, incorre-se no crime de homofobia. Artigo 140 do Código Penal. Hoje, no Brasil, é proibido até não gostar da veadagem e já dá cadeia até dizer que é feio.

E ai? Vai encarar um “Lady Boy”?

3. Aprovada nesta análise prévia, leve a moça primeiramente a uma emergência hospitalar e mande certificar o teor alcoólico e de entorpecentes. Isso evitará acusação posterior de “Posse Sexual Mediante Fraude”. Artigo 215 do Código Penal.

4. Passe depois em um cartório e registre uma declaração de que estão praticando sexo consensual, inclusive explicitando as variações permitidas: Oral, penetração vaginal, anal, com ou sem camisinha, etc. A declaração deve ser “Irretratável e Irrevogável”. Tudo visando evitar acusação posterior de “Estupro” (Artigo 213 do Código Penal). Lembrem do caso de Neymar. A rapariga viajou até Paris só para dar o priquito e, na hora, depois que o cabra tava em cima, cheio de amor para dar, cismou que não queria mais. Foi quando Neymar falou: – Agora é taaaaaaaaarrrrrrrdddddeeeeee!!!!!!!! A rola já tava todinha dentro.

5. Junto com a declaração anterior, exija uma outra declarando que estão praticando, apenas e tão somente, sexo casual. Isso evitará posterior pedido de indenização por “Rompimento de Relação Estável”. (Lei 9.278 de 10 de maio de 1996, Art. 7)

6. Depois, pegue a desinfeliz e vá com ela até um laboratório e exija um exame de Beta-HCG (Gonadotrofina Coriônica Humana). Isto evitará que você faça o papel de otário, tendo de sustentar a dita cuja durante uma gravidez inteira de um filho que não é seu. (Lei 11.804 de 5 de novembro de 2008, Lei de Alimentos Gravídicos)

7. Chegando no motel, ou mesmo em casa, use sempre camisinha e não caia na onda caso a distinta, nos ardores da paixão, venha a lhe solicitar sexo um pouco mais selvagem. Esta atitude visa prevenir contra uma possível acusação com base na Lei 11.340 de 7 de agosto de 2006, Lei “Maria da Penha”.

8. Em paralelo com as providências acima, o distinto deve pagar tudo, absolutamente tudo, e sem chiar. Além, é claro, de ser um perfeito capachão. Isto significa zelar para não causar nunca “qualquer sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral”. É lógico que estes direitos só valem para ela, sem que tenhamos nenhum direito em contrapartida. (Lei “Maria da Penha”)

9. Na saída do motel, ou da sua casa, dirija-se imediatamente ao Instituto Médico Legal e exija um “Exame de Corpo de Delito” com laudo negativo para lesões corporais (Art. 129 do Código de Processo), e negativo para a presença de esperma na vagina. Isto evitará que a devassa saia por aí, dando para todo mundo, e venha depois exigir uma “bolsa-barriga” do otário da hora, você, ao longo dos nove meses de uma gestação que não é sua (Lei 11.804).

10. Finalmente, se houver presença de esperma na vagina da criatura, exija imediatamente uma coleta de amostra para uma futura investigação de paternidade (Lei 1.060 de 5 de fevereiro de 1950 – Assistência Judiciária) e solicitação de eventuais pensões alimentícias obtidas mediante ardil ou fraude (Art. 171 do Código de Processo).

Diante do acima exposto, não é de estranhar que:

a) Xoxota tenha se transformado em uma arma para conseguir se dar bem na vida;

b) A quantidade de crianças bastardas seja cada vez maior;

c) Os homens estejam correndo de qualquer tipo de compromisso como o Diabo corre da cruz;

d) Que muitos estejam considerando bem mais interessante uma bela bronha. Além de ser infinitamente mais barato, dá bem menos trabalho, não tem de encarar um monte de frescuras e é ABSOLUTAMENTE seguro.

P.S; Olhando para um bando de feminazis esbravejando, começamos a considerar a hipótese dos Lady boys bem menos intragável.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

G. U. C. I. G. A. P.

Grande e Universal Confraria dos Imbecis de Galocha e das Antas Peidonas

Depois da passagem dos socialistas pelo poder (quer dizer: desde a saída dos militares do governo no começo dos anos 80) nosso país viu-se engolfado por um tsunami avassalador de membros ativos da sociedade mencionada em epígrafe. As consequências da predominância desta raça maldita em todos os extratos da nossa população, muito especialmente nas camadas governamentais ou a elas associadas, são infelizmente extremamente abundantes. Poderia mencionar uma imensa quantidade dessas exteriorizações de imbecilidade cavalar, mas, por uma questão de limitação do espaço editorial, vou me deter a analisar apenas alguns dos mais significativos pois, como se diz popularmente, pelo dedo se conhece o gigante.

P.S. Hão de me perguntar, especialmente aqueles leitores mais atentos, qual seria o significado dos 3 pontinhos depois da sigla identificadora deste agrupamento de alimárias. Eu vos direi, no entanto, que não querem dizer coisa nenhuma. É só frescura, para dar um ar de mistério à confraria de bucéfalos. Podemos inventar que sua origem se perde nos séculos e que se deu nos templos dos adoradores de Hermes Trimegisto, no Egito antigo. Seu significado é restrito apenas aos iniciados nos meandros da imbecilidade galopante. Vamos aos sintomas:

1. A COR QUE NÃO OUSA DIZER SEU NOME – Até a chegada dos esquerdinhas ao poder, o ato de defumar linguiça a peido era considerado altamente abominável. Era um conceito que vinha desde as priscas eras de Sodoma e Gomorra. Na Inglaterra vitoriana chegou a ser considerado crime e dava uma cadeia braba, além da vergonha provocada em todos os familiares do de cujus adepto da prática. Esta foi a razão que levou Oscar Wilde, um dos próceres desta opção preferencial pela retaguarda, a criar a expressão pela qual passou a ser conhecida a baitolagem: O amor que não ousa dizer seu nome. Hoje, como consequência do projeto de avacalhação nacional dos comunas, o ato de emprestar o orifício anal para o deleite dos amigos tornou-se algo tremendamente meritório. Chegamos ao ponto em que não se pode nem dizer que não gosta e acha nojento. Quem disser isso, arrisca-se a ser preso por Dias Toffolli e seus miquinhos amestrados. Estou antevendo que, deixada esta gangue à vontade para fazer tudo que é merda que lhes dê na telha, logo vai ser obrigatório dar a bunda. E pensar que somos nós que pagamos o salário e as mordomias mil desta corja de patifes para fazerem este tipo de cagada. Não é de lascar?

Pois bem! Junto com esta canalhice, inventou-se que não podemos mais chamar as coisas pelos seus respectivos nomes. A ideia é não ofender ninguém. Assim, cego não é mais cego: Passou a ser “Deficiente Visual”; aleijado não é mais aleijado: é simplesmente “Deficiente Físico”; e por aí vai. Até os baitolas mudaram de nome. Não é mais bicha, veado, frango, qualira, baitola, perobo e outros apupos de igual jaez. Agora é simplesmente “Homo afetivo”. Por conta dessa estória, não temos mais negros em nossa população: temos “Afrodescendentes”! Essa estória de chamar a patuléia de negão, crioulo, tição, mulato, e coisa deste naipe, passou a ser considerado crime abominável. Assim, colaborando com as nossas briosas autoridades, estou iniciando a campanha para que passemos todos a ser denominados de NORUEGUESES. Quero só ver se os crioulos e os negrões vão se sentir ofendidos agora. Aí, então, já vai ser frescura demais, né?

2. A CORNUCÓPIA ESTATAL – Para os menos acostumados com a mitologia grega, cornucópia era o chifre da abundância, símbolo da generosidade da natureza. Há duas histórias sobre sua origem. Em uma, Hércules e um deus fluvial tiveram uma disputa. Quando o rio assumiu a forma de um touro, Hércules arrancou um de seus cornos e o encheu de flores para a deusa da abundância. Segundo outro relato, o menino Zeus teria se alimentado com o leite de uma cabra. Zeus deu um dos cornos da cabra para suas amas, como uma lembrança por seus cuidados. O corno era capaz de se encher de qualquer coisa que seu dono desejasse.

De qualquer forma, é sempre um chifre de onde jorram riquezas e é o sonho de toda a humanidade. Parece que as nossas esquerdas incorporaram este sonho à utopia socialista, pois gastam os recursos públicos como se não houvesse amanhã. A consequência é sempre a falência do aparato estatal, através do crescimento explosivo da dívida pública, aliado ao consequente estrangulamento da economia devido ao volume descomunal de dinheiro que é drenado para pagar os juros da imensa dívida decorrentes da esbórnia.

Apesar de termos recorrentes exemplos de derrocada financeira governamental nos anos recentes, os vermelhos estão sempre a exigir mais gastos públicos e sem nenhum limite ou controle. Imaginam, creio eu, que exista uma imensa cornucópia jorrando dinheiro copiosamente, bem em frente ao Congresso Nacional e ao Palácio do Planalto. É! Enxergar a realidade nunca foi ponto forte das esquerdas em nosso país.

3. DISTRIBUINDO ESMOLAS COM DINHEIRO ALHEIO Coerentemente com o altíssimo nível de imbecilidade das alimárias, muares, equinos e asininos que foram enviados para o Congresso Nacional pelas multidões de quadrúpedes ruminantes da nossa população, estes energúmenos perseveram valentemente na atitude majestática de distribuir a mancheias os magros e suados recursos poupados pela população trabalhadora a fim de não chafurdar na miséria quando a velhice chegar. As discussões não poderiam ser mais bizantinas: cada grupamento de parasitas estatais que pressione mais a fim de conseguir regalias e privilégios à frente dos demais. A Constituição diz que todos são iguais perante a lei, mas todo o mundo quer ser “mais igual do que os outros” e levar uma vantagenzinha. É a velha Lei de Gerson em ação.

Segundo a FOLHA, “Benefício a servidores compõe a maior parte das emendas à reforma. Com forte lobby no Congresso, categoria articula propostas para aliviar regras na Previdência”. Até o presente momento, já são cerca de 270 emendas propostas, a maioria visando propiciar aposentadoria com critérios especiais para alguma categoria profissional, especialmente as categorias ligadas à segurança pública. São os Guardas Municipais, os agentes penitenciários, os Peritos Criminais, os Agentes da ABIN, os policiais civis, as Polícias Legislativas estaduais e federal, agente sócio educativo, e por aí vai. Todos querem ter o mesmo tratamento diferenciado dispensado aos Policiais Federais. Isso sem falar nos funcionários estaduais e municipais. Querem todos ser o 31 de fevereiro. Articulam-se para impedir o aumento das alíquotas de contribuição, para fazer frente a todas as regalias propostas. Alegam que alíquotas altas seriam “CONFISCO”. Para terminar de encaroçar esse angu de vez, o STF está estudando a partir de qual percentual de contribuição passaria a ser confisco. O critério que vão adotar para esta decisão só Deus e o Diabo sabem. Usar tabelas atuariais que é bom, NEM PENSAR!

Para completar a imensa cagada que está em gestação, a turma da esquerda, depois de roubar desbragadamente nos fundos de pensão em que se aboletaram, alega agora que se botar cada um para bancar a sua própria poupança a fim de se aposentar, as aposentadorias terão valor reduzido. Terão ou não! Depende do quanto cada um está disposto a poupar de sua renda. Só que isto é tudo que a esquerdalhada não quer. Querem mesmo é o bom e velho subsídio, bancado pelos impostos pagos pelos otários habituais: NÓS. É uma profecia autorrealizável: Primeiro, roubaram até falir os fundos de pensão. Agora, ficam dizendo que fundos de investimento não são uma boa opção para as aposentadorias. Só não são boa opção quando geridos por ladravazes da qualidade dos que temos visto.

4. APOLOGIA À MEDIOCRIDADE – O Transtorno Obsessivo Compulsivo das esquerdas, querer tornar todo mundo igual na marra (na renda, na cor, no sexo, na ideologia, etc.), tem nos reduzido celeremente a uma mediocridade acachapante em todos os aspectos pelo qual se avalie a nossa sociedade, muito especialmente na educação. Misturar retardados mentais com alunos de alto potencial não melhora em quase nada o nível dos retardatários. E se melhorar, qual o benefício? Já a queda no nível dos alunos de alto potencial é acachapante. Esse negócio de misturar alunos que deveriam estar na APAE, ou no Instituto Pestalozzi, com alunos de cursos altamente demandantes, só fez reduzir a níveis abissais a qualidade do ensino e dos profissionais saídos destas instituições, mesmo que o custo para as manter chegue à casa dos bilhões. Algumas escolas iniciaram movimentos para a formação de classes especiais para alunos superdotados. Foram todas devidamente processadas pelo Ministério Público por “Discriminação”, acionadas que foram pelas mães dos filhos mais obtusos. Este é o resultado do “aparelhamento” do judiciário pela esquerda. E pensar que somos nós que bancamos os salários e as mordomias desse bando de parasitas.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

JUS PRIMAE NOCTIS!

Decididamente, o Brasil é uma experiência que vem dando errado desde a Proclamação da República.

Esse negócio de querer juntar no mesmo saco alhos com bugalhos não poderia mesmo dar certo nunca! Grandes países são sempre na horizontal. Tudo território na mesma latitude. Quando se trata de relacionamento de áreas temperadas com tropicais, a coisa só funciona sendo a tropical colônia da outra. A Inglaterra colonizou os Estados Unidos, o Canadá, a Austrália e a Nova Zelândia como cópias da matriz. Hoje são economias pujantes. Já no caso da Índia, Egito, Tanzânia, Quênia, Zimbabwe e outros, a receita foi sempre de senhor e servo: nunca de igualdade. Permanecem se debatendo na miséria. Gentes de áreas temperadas se entendem. O Brasil juntou no mesmo balaio jacaré com cobra d´água. Somos o único império vertical: A cabeça no equador e os pés nos pampas gelados. Temos uma região sul temperada, um sudeste e um centro oeste intermediários, e uma ampla selva tropical, juntamente com uma imensa extensão de semiárido quase desértico, onde vegeta um terço da nossa população, sobrevivendo com uma renda de R$ 20,00 por dia. Só podia dar nesse samba do crioulo doido que aí está.

A consequência é a seguinte: Se liberarmos a região Sul do peso de carregar nas costas as regiões miseráveis do país, esta vira rapidamente uma mistura de Baviera com o Norte industrializado da Itália e a Suíça. Se liberarmos o Centro Oeste do peso de carregar a incompetência governamental nas costas através das exportações agrícolas, aquela região vira rapidamente uma réplica da Ucrânia, “Bread Basket” da Rússia. A região Norte, na área tropical, retirados os imensos subsídios governamentais, retorna imediatamente à situação de isolamento e pobreza anterior, virando algo como uma Indonésia, com suas cidades em “ilhas” dispersas no “Oceano Verde”, só que bem mais miserável. Quanto ao Sudeste, vira uma mistura de Chicago (São Paulo) com Iowa e uma Caracas se esvaindo em criminalidade (Rio de Janeiro). Se cortar a metade do PIB do Nordeste que é doado através de repasses governamentais, regride imediatamente à condição de uma imensa Biafra famélica. Teríamos de recomeçar a comer os inimigos assados.

Para manter conjunto tão heterogêneo unido fez-se necessário um centralismo absoluto. Desde o início do império, prolongando-se por toda nossa história até os dias de hoje, os recursos governamentais foram sempre drenados e direcionados em sua maior grande para o governo central. Depois, tome porrada para debelar as revoluções separatistas. Chamaram de “República Federativa” ao nosso país, mas, em realidade, de federação não temos nada. Este modelo centralizador já vem de longe! Foi levado a extremos pelos militares de 64 e culminou com a constituição de 1988. Ocorre que o total centralismo dos recursos e decisões – por ínfimas que sejam – em Brasília, dá origem a montanhas de decisões estúpidas, coadjuvadas por um custo de processamento absurdo e uma corrupção absolutamente rampante. Quando o governo federal se acha no direito (e na obrigação) de dar “Luz para todos”, “Água para todos”, “Universidade para todos”, “Casa para todos”, “Saúde para todos”, TUDO PARA TODOS, do Oiapoque ao Chuí, pode ter certeza de que lá vem montanhas de merda. O resultado está aí para quem quiser ver: Roubalheira desbragada e montanhas de projetos parados na metade. Projetos estes que, caso sejam concluídos, serão absolutamente desastrosos, pois foram paridos em ambientes refrigerados de Brasília e com o único fito de amealhar propinas e fazer política paternalista. Não há dinheiro que chegue. Carga tributária extorsiva e um sistema de cobrança maluco arrematam a nossa desgraça.

Dizem que durante muito tempo, ao longo de toda a história da humanidade, os senhores feudais costumavam preservar para si o direito de descabaçar todas as virgens que viessem a casar em seus domínios. O pobre marido, mal casava, já ganhava um belíssimo par de chifres logo na primeira noite. Eita vida dura!

Exemplo interessante do “Jus Primae Noctis” nos foi dado no filme Calígula, de Bob Guccioni. Há uma cena em que Calígula parte para se congratular com um casal de recém-casados e reclama o seu direito de descabaçar a noiva (gostosíssima, por sinal) do seu centurião. O ponto em que Calígula se revelou inovador foi, por uma questão de justiça, comer também o cu do centurião logo depois do cabaço da noiva. Igualdade de gêneros é isso aí! Ela levou rôla do chefe? Então, ele leva também!

Em cismar sozinho à noite fico tristonho a pensar: por que será que nossos condes e barões assinalados não preservaram o tão salutar costume de comer o cabaço de todas as nubentes do reino? Será que o fato de estarem sempre tremendamente preocupados em foder com a nação os distrai dos ardores sexuais? Não creio! Eu só sei que, para concluir o estupro que estão praticando com a nação, pouco mais do que isso está faltando.

Acho que desistiram mais porque, depois da tremenda avalanche de degeneração moral patrocinada e protagonizada pelas esquerdas em nosso país, para se achar um cabaço hoje em dia está uma tremenda dificuldade. As meninas não estão mais “dando” para o namorado, como antigamente. Estão distribuindo ou fazendo bamborê: Joga para cima e quem pegar, é seu. Assim, para encontrar um cabaço está tão difícil que talvez nem valha a pena procurar. É! Acho que é isso.

Só que isso não era nada. As coisas poderiam ser ainda muito piores. Aliás, as coisas SEMPRE podem ser muito piores! O Congresso brasileiro e o STF são os melhores exemplos disso e estão aí, sempre ativos e a pleno vapor, para não nos deixar esquecer disso jamais. Quando pensamos que os caras atingiram o ápice da canalhice, eles se agigantam e, num esforço supremo e sobre-humano, transcendem as suas condições de meros filhos da puta e conseguem atingir píncaros de filhodaputice nunca dantes sequer vislumbrados. Agora, até os nossos pensamentos estão querendo controlar.

A “Bola da Vez” é o “Crime de pensamento” (“thoughtcrime”) e o “Pensar Criminoso” (‘crimethink’) segundo nosso guardião da moral e dos bons costumes: o famigerado STF. De acordo com a última decisão dos mesmos, só o fato de não gostar de veado, bicha, gay, baitola, e assemelhados, já constitui um crime terrível. Para controlar tão terríveis desvios, a ‘Polícia do Pensamento’ (‘thinkpol’) será criada e aparelhada, e atuará lado a lado com patrulhas ideológicas de cidadãos comuns, sempre ávidos por denunciar desvios tão infames quanto este – considerar ridículos e patéticos os veados e assemelhados. Estarão sendo produzidas novas expressões, prenhes de eufemismos, chavões e circunvoluções estilísticas e linguísticas, a fim de descrever estas criaturas. Será toda uma nova língua (‘novilíngua’), projetada para não dizer aquilo que se está dizendo, assim como para bloquear qualquer possibilidade de um raciocínio lógico. Vejam abaixo alguns deploráveis exemplos de sarcasmos e ironias com as pobres bixinhas enrustidas. Isto é inadmissível!

Haroldo e a visita do Dr.Rossetti

Piti-Bicha na Lavanderia

Como podem ficar rindo dessas caricaturas feitas por esse bando de cearenses depravados? Se eu fosse bicha, processava vocês tudinho por homofobia. Ia ganhar uma grana preta. Bichas de todo o mundo, uni-vos!

O final desta conversa toda é o seguinte: enquanto eu quero dividir o Brasil em cinco países, que é para ver se cada um deles se adequa às suas próprias condições, a politicalha só fala em retalhar o país ainda mais. Estão visando os milhares e milhares de cargos regiamente remunerados pelo governo central que deverão ser criados nesses novos estados. Querem fazer com os estados a mesma desgraça que o Piauí fez com seus municípios: saiu de 85 para de 223 nas últimas duas décadas. O efeito foi um custo monstruoso das novas e inócuas administrações, junto a uma pulverização brutal de recursos, além da roubalheira. Esse é o futuro do Brasil!

Se eu tivesse poder, botava cada um desses entes parasitas para pagar suas contas com a arrecadação própria. Só mandariam para Brasília uma pequena contribuição federativa. Queria ver continuarem com essa esbórnia nos salários dos juízes, promotores, deputados, reitores e professores universitários. Queria ver essa multidão de ASPONES regiamente pagos e mantidos pelo erário; quando os pagamentos fossem feitos com os orçamentos locais e aprovados pela população de cada localidade, exatamente como é nos Estados Unidos e na Europa. Cortadas as esmolas sulistas, a renda média do nordestino seria de R$ 10,00 por dia. Só vai dar para um pastel e um copo de suco. Que tal?

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

FÍ-LO PORQUE QUÍ-LO!

Vivemos todos rastejando no fundo de um oceano de controles governamentais sem nos damos conta! Nesta luta contínua pela sobrevivência, o controle exercido pelo governo sobre a vida das pessoas é absoluto e total! Vai do nascimento à morte. Ao nascer, só passamos a existir como pessoa se formos devidamente registrados na repartição estatal específica; se quisermos estudar, tem de ser em escolas autorizadas pelo estado e seguindo um currículo por ele aprovado; só podemos trabalhar se formos autorizados pelo estado, que controla cada passo que damos em nossa carreira profissional e confisca boa parte dos nossos ganhos; só podemos viajar se autorizados pelo estado onipresente; só somos considerados profissionais se tivermos estudado dentro de instituições autorizadas pelo estado; só podemos exercer profissões quando autorizados por repartições estatais; só podemos receber tratamento médico se estivermos registrados no sistema de saúde estatal; só podemos ter conta em banco se estivermos devidamente cadastrados no sistema de recolhimento de impostos do estado; só podemos considerar que alguma coisa nos pertence se estiver nos registros do estado e até quando ele nos permitir; só podemos dirigir automóveis quando autorizados pelo estado; só podemos guiar na velocidade autorizada pelo estado; até para estacionar em uma vaga destinada a idosos, só podemos fazê-lo se antes tivermos obtido o beneplácito estatal; até as substâncias que comemos, ingerimos, fumamos ou injetamos, só podem ser utilizadas se o estado nos conceder a sua devida autorização. O controle é, ou não é, total e absoluto?

O estado brasileiro é muito mais totalitário do que Mussolini e Hitler jamais sonharam!

Mesmo o controle já sendo total e absoluto, aumenta ainda mais a cada dia que passa. O governo hoje sabe até a marca de papel higiênico que usamos para limpar a bunda e a quantidade utilizada. Para que isso ocorra, multidões de idiotas informam voluntariamente todos os bens que adquirem nos supermercados, simplesmente adicionando o número dos respectivos CPFs à Nota Fiscal das compras que realizam. Através deste simples gesto, o governo passa a saber os mínimos detalhes da vida pessoal de cada um de nós. De forma semelhante, imbecis de todos os quilates informam voluntariamente até as vezes em que foram ao banheiro defecar. Aliás, informam não! “Postam”! Não satisfeitos, fotografam e divulgam nos mínimos detalhes suas vidinhas mesquinhas e medíocres, o que é mais imbecil ainda, se é que isso é possível.

A megalomania governamental é tamanha que até os animais, os minérios, o solo, os rios, as florestas, as rochas, e se brincar, até o clima, estão supostamente sob a jurisdição incompetente e atabalhoada deste Pantagruel voraz e ensandecido pela sede de poder. Tudo é proibido ou é obrigatório. Nada é deixado ao livre arbítrio do cidadão. Não existe espaço discricionário em nossas vidas. No máximo, são-nos “Concedidas” licenças. Existimos por alvarás! Atingimos o estágio do TOTALITARISMO ABSOLUTO! Totalitarismo através do controle das informações! Só que o totalitarismo do século XXI é bem diferente e mais abrangente do que aquele ao qual estávamos acostumados. Hoje, o controle é realizado de forma mais sutil e já foi devidamente introjetado na mente das pessoas, de modo que estas já passaram a encarar a situação como sendo a mais natural do mundo.

Nos campos de concentração nazistas, era tatuado de forma indelével, no braço das vítimas, o número que o identificaria nos controles burocráticos. Ao adentrar no espaço do “Arbeit macht frei”, deixava-se de ser uma pessoa e era-se reduzido à condição de um simples numeral. A mesma situação já se cristalizou por estas plagas: deixamos de ser uma pessoa, para nos transformarmos em um número de Identidade ou CPF faz muito tempo.

As características básicas do totalitarismo clássico (Hitler, Stalin, Mao, Fidel e Mussolini) eram:

Culto ao líder: O PT continua insistindo neste modelito “démodé”. Hoje, estados totalitários não precisam mais de um rosto que os represente. É uma estrutura difusa, onipresente e onisciente. Quase Deus!

Unipartidarismo: O totalitarismo pressupõe a existência apenas do partido do governo. O PT quis fazer isso comprando todos os demais. Hoje, os descendentes e herdeiros desta facção criminosa. o Centrão, insistem em perpetuar a bandalheira a qualquer custo.

Doutrinação: A população dos regimes totalitários é alvo de intensa doutrinação, do ensino infantil à faculdade. Essa doutrinação visa propagar a ideologia do governo. Nesse aspecto o PT fez um trabalho magnífico. Trabalho nojento que exigirá muito esforço e tempo para que todas nossas escolas sejam devidamente desinfectadas.

Centralização do poder: O poder político no totalitarismo é centralizado no líder e/ou no partido. Estamos atualmente na fase de transição, com diferentes gangues se entredevorando na luta pelo poder.

Uso do terror: O terror era uma arma dos regimes totalitários para amedrontar seus opositores e perseguir grupos enxergados como “inimigos do Estado”. Esta parte o PT fez de forma canhestra. O MST, e outros grupos terroristas cevados pelo estado, não conseguiram ir muito longe. Com a total putrefação verificada no tecido social, não precisaram nem mesmo criar o terror. Ele se instalou sozinho através da bandidagem. Na realidade, a grande facção criminosa é o próprio governo.

Censura: A censura era uma prática comum a jornais e à população em geral. Regimes totalitários não aceitam críticas, denúncias e não aturam a existência de oposição. Na era PT, a censura foi exercida pelas milícias do politicamente correto e todos os meios de comunicação foram cooptados com abundantes verbas governamentais.

Militarização: Exaltação do exército e militarização da sociedade. Essa parte também não funcionou muito bem por aqui, já que os esquerdinhos foram dizimados pelas forças armadas recentemente e em diversas outras ocasiões.

Criação de inimigos internos e/ou externos: Esse mecanismo era utilizado como distração ou justificativa para explicar as ações e o autoritarismo do regime. Também não colou aqui! Ficaram insistindo no papo de “fascistas” quando, na realidade, os grandes fascistas são eles mesmos.

Nacionalismo exacerbado: O nacionalismo no totalitarismo assumia um viés extremista que pregava a exclusão e perseguição de outros povos ou etnias. Por aqui funcionou ao contrário! Passaram a idolatrar tudo que é minoria pretensamente oprimida, juntamente com aberrações comportamentais, adicionando ainda uma pitada de internacionalismo socialista bolivariano e latino-americano. Cruz credo!!!

A consequência desse sarapatel de cachorro doido ideológico a que somos submetidos é uma situação esdrúxula: o estado plenipotenciário agindo como gigante bêbado e o cidadão reduzido a substrato de pó de peido do cocô do cavalo do bandido.

Como quem controla o estado, tem o controle direto sobre a metade da riqueza da nação, juntamente com o controle indireto do saldo restante, estamos todos com prolapso anal, consequência de estarmos sendo consistentemente estuprados pela gangue que nos domina e infelicita. Daí a importância transcendental dos estudos e pesquisas levadas a efeito recentemente na UFPE a respeito dos portadores desta interessante síndrome. Isto é: Nós!

Deve ser daí que vem a incrível e irrefreável fixação que petistas Tilburianos sentem pelo esfíncter anal.

A sabedoria popular nordestina define esta situação muito bem da seguinte forma: ”Ponta de faca; Pica dura e Gunverno…Quem enfrenta, se fode!!!!!”

Não por coincidência, o governo quer agora manter controle total da população pelo CU. Vejam o vídeo abaixo.

Conclusão:

Daqui para a frente, vai todo mundo ter de viver cada vez mais com o cu na mão do governo.