DESOBEDIÊNCIA CIVIL E OS DESALENTADOS

Os jornais acabam de trombetear a existência de CINCO MILHÕES de desempregados que desistiram de procurar emprego após mais de um ano de inatividade. São os chamados DESALENTADOS.

Dessa imensa multidão de degredados do neolítico na era da Inteligência Artificial, a grande maioria se encontra no Nordeste do Brasil. Já era bem de se esperar. Se a indústria brasileira foi dizimada na era Lula, a incipiente industrialização praticada pelos militares no Nordeste foi simplesmente exterminada. Além de que, só sendo louco para retirar seu rico dinheirinho de paraísos fiscais para investir numa terra de trogloditas esfomeados e analfabetos. Especialmente sabendo que são todos cheios de direitos adquiridos; que não se pode cobrar dívida alguma de quem estiver lhe devendo; que a propriedade particular fica sempre vinculada a uma “Função Social”, função esta a ser definida por um dos incontáveis, autoritários e inimputáveis agentes fiscais do governo plenipotenciário e totalitarista; que a carga tributária é a mais maluca do mundo e que arrancará para o governo a metade de tudo o que for produzido, antes mesmo de receberes o pagamento dos clientes; e por aí vai.

Assim, a única região semiárida do mundo onde rumina uma população de uns 60 milhões de hominídeos, primatas disfarçados de humanos, passa a viver desde sempre totalmente dependente de subsídios repassados a fundo perdido por um governo central paternalista. Ao lado disto, só as propostas malucas e sonhadoras, como a criação de um Departamento Nacional com a missão de acabar com as secas periódicas da região. Seria a mesma coisa se a Rússia criasse um Departamento Nacional contra as nevascas da Sibéria. Claro que lá não tem, pois eles não são tão imbecis quanto nós.

Essa nossa desgraça econômica é “Crônica de uma morte anunciada”. Kaldor, em suas Leis do desenvolvimento econômico, já anunciava que a manufatura é a locomotiva do desenvolvimento. Assim, não precisava ser muito inteligente para saber que o resultado final da “Nova Matriz Econômica”, preconizada por cavalgaduras do jaez de Lula, Dilma, Mantega et caterva, só poderia culminar no desastre que estamos presenciando.

Só que essa conta dos desalentados está errada!

Primeiro, não são apenas cinco milhões. São cinco milhões E UM daqueles que não procuram mais emprego!

Esse um a mais sou eu.

Depois, segundo minhas análises, somos aproximadamente DUZENTOS E NOVE MILHÕES de desalentados. Quer dizer: a quase totalidade da população brasileira. A exceção é apenas aquele UM MILHÃO de parasitas encastelado e mamando em posições privilegiadas na escabrosa estrutura governamental brasileira.

As razões para o total desencanto da população com esta merda de país são muitas! A consequência maior desse estupro coletivo é o desalento e a desobediência civil por absoluta inação. Estamos tão exangues, depois da chupada de nosso sangue praticada pelos governantes vampiros, que não temos iniciativa para mais nada. Se for para fazer alguma coisa, estamos fora. Por outro lado, já para deixar de fazer, então é conosco mesmo.

Vamos aos fatos:

1. Televisão só passa merda? É corno, sapatão, puta e veado pra todo lado? Toda novela tem que um bastardinho querendo adivinhar quem é seu pai. A mãe devassa deu pra todo mundo e nem ela sabe quem é. Baixarias de todos os tipos e mentiras, manipulativas e descaradas, sempre a fim de lascar o governo porque ele estancou-lhes a mamata? Conclusão: Não assisto mais esta merda! Fico só na internet.

2. As estações de rádio só tocam músicas de retardado mental? As vozes esganiçadas e em falsete só fazem a apologia de dar a bunda? Só ouço música clássica antiga e no computador.

3. As revistas e jornais só publicam imbecilidades e mentiras? Notícias fragmentadas, distorcidas e manipulativas, indutoras de opiniões absurdas e idiotas? Não leio mais nenhuma! Obtenho toda a informação que preciso pela internet, de preferência em jornais do exterior e que tenham sido menos aparelhados pelo tsunami de jornalistas esquerdinhas.

4. O Detran está multando adoidado? Aqueles crápulas acham que a única missão deles seria esfolar a população? Carros caríssimos? IPVA caríssimo? Seguro caríssimo? Ameaça de assalto para roubar meu carro a cada esquina? Pedágios caríssimos? Estradas péssimas e cheias de lombadas imbecis? Manutenção e depreciação caríssimas? Não compro mais carro! Só ando de UBER e de ônibus (grátis).

5. Faculdades nos obrigando a diplomar analfabetos? Não ensino mais! Minha paciência para lidar com imbecilidades já esgotou o limite faz tempo.

6. Cerveja sendo cobrada a preço de vinho chileno nos bares? Passei a só tomar vinhos chilenos, e em casa!

7. Governo esfolando com uma carga tributária insana e, ainda por cima, só para manter os banquetes de lagosta do STF? Não crio mais negócio nenhum! Fico vivendo só com o básico e com o que já ganhei de dinheiro. Trabalhar, só o mínimo possível para pagar as contas e sempre na informalidade. Posso, e tenho, duzentas ideias maravilhosas para negócios. Vou aplicá-las todas quando me mudar para Portugal.

8. Imposto de Renda querendo me fuder, todos os anos me multando simplesmente porque não deixo minha ex mulher morrer de fome? Não trabalho mais e nem produzo porra nenhuma. Vão mamar num jumento.

9. Ladrão assaltando em plena luz do dia e em todos os lugares? Não saio mais de casa caso não seja absolutamente necessário. Assim que Bolsonaro liberar, compro uma metralhadora UZI. Daquelas de 300 tiros por minuto. Se vier assaltar a minha casa, se arromba!!! Vira um hambúrguer.

10. DESOBEDIÊNCIA FINAL E TOTAL- Ir embora desta merda de país.

Rodrigo Maia e sua gangue podem socá-lo no cu. Estes são meus mais sinceros votos, com muito amor e carinho.

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DESENCANTO TOTAL

Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? – Marcos 8:36

Meu total desencanto com o nosso país se deve a um fato bem simples: O Brasil perdeu a sua alma!

Não somos mais aquele povo do qual eu me orgulhava tanto de pertencer quando era criança, e que comecei a conhecer através dos relatos de gente como Euclides da Cunha, Jorge Amado, José Condé, José Lins do Rego, Augusto dos Anjos, Monteiro Lobato, Érico Veríssimo, Machado de Assis, e tantos outros. O Brasil que eles descreveram era o Brasil que eu amava. O Brasil de Vila Lobos, com suas Bachianas; de Noel Rosa, dos chorinhos de Pixinguinha, Ernesto Nazaré e Jacó do Bandolim; de Chico Buarque, Gil e Caetano (na fase anterior ao PT), de Alceu Valença, dos forrós de Gonzaga, das músicas de tanto sentimento de Gonzaguinha, de tantas lindas canções que povoaram minha adolescência e juventude.

Nada disso existe mais!

A comparação que me vem à mente, quando lembro nosso país, é um imenso Titanic, afundando celeremente num mar de lama e de dejetos. Enquanto isso ocorre, os comandantes que provocaram esta tragédia se asseguram dos melhores lugares nos barcos salva-vidas. Enquanto a nação afunda, esses bandidos assistem indiferentes, confortavelmente instalados e se banqueteando com “Medalhões de lagosta gratinados em manteiga queimada, regados a vinhos premiados, de sabor intenso e frutado”.

MALDITOS SEJAM! TODOS ELES!

Minha praga é que todos aqueles bandidos que se banquetearem com estas lagostas e camarões, sofrerão de uma diarreia de tal intensidade que botarão as tripas pelo cu. Esses canalhas, quando não estão se banqueteando com recursos dos impostos, aqui mesmo no Brasil, estão flanando por países da Europa ou pelos Estados unidos. O melhor exemplo é o “Boca de Buceta”, que vive permanentemente desfilando em Lisboa. Figurinha patética, com sua bolsinha Louis Vuitton de milhares de Euros a tiracolo e sendo execrado em altos brados por todos os brasileiros com quem se depara ao longo do passeio. Literalmente asqueroso! Mas não pensem que são só as cabeças que estão chafurdando neste mar de canalhices, não! Os ocupantes da base desta estrutura maldita de extorsão da população já estão totalmente imbuídos do mesmo espírito de salve-se quem puder.

Segue abaixo um pequeno exemplo do espírito reinante nestas comunidades de chupins. O analista do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Guilherme Silva foi expulso do10º Congresso da Fenajufe sob a alegação de racismo. No entanto, o analista acredita que ato foi represália por sua oposição ao Projeto NS, conhecido como “trem-bala da alegria”. O projeto prevê que a escolaridade do cargo de técnico judiciário seja elevada de nível médio para superior, sem que haja a realização de concurso público. O simples fato de discordar da implantação de mais esta canalhice foi o suficiente para que fosse expulso do evento.

10º Congresso da FENAJUFE

Como é que a população vai conseguir se livrar de sustentar a pão de ló essa multidão composta por mais de UM MILHÃO de parasitas? Eu só vejo uma solução. Convocar uma mega reunião de todas as classes políticas do país, em Brasília, e jogar uma bomba atômica em cima. Imediatamente passaria a sobrar uns 20% do PIB para investimento. Nosso país cresceria a taxas de fazer inveja aos chineses. Os crápulas ainda alegam que toda essa palhaçada é “Em defesa do serviço público”. A questão maior é: Quem defende a população desses bandidos?

Diante deste volume imenso de infâmias, dá para exigir de qualquer cidadão que cumpra suas obrigações para com a manutenção da inchada estrutura estatal? É justo arrancar, e tomar a ferro e fogo, os parcos recursos amealhados por humildes trabalhadores, recursos estes que farão uma imensa falta na sua manutenção e da sua família, simplesmente para manter esta esbórnia? Chego a pensar que o ato de sonegar pode tranquilamente ser enquadrado nas descriminantes putativas. Eu explico:

Maria Helena Diniz ensina que descriminante é a: ” Circunstância excludente da antijuridicidade, eximindo o agente de responsabilidade criminal, como legítima defesa, estado de necessidade, estrito cumprimento do dever legal ou exercício regular de um direito”.

1. Legítima defesa – O governo quer ver a minha caveira? Toma meu dinheiro e não me dá nada em troca (Apropriação indébita)! Trato de roubá-lo antes que isto aconteça. Ladrão que rouba ladrão…

2. Estado de necessidade – Se eu pagar tudo o que esses ladrões estão querendo, ninguém come na minha casa. Se eu for empresário, não consigo pagar os salários dos trabalhadores. Crime famélico!

3. Cumprimento do dever legal – Eu tenho o dever legal (e moral) de prover o sustento daqueles que me são dependentes diretos. Não dessa corja de parasitas malditos.

4. Exercício regular de um direito – O direito de comer 3 vezes ao dia. O direito de trabalhar e ser remunerado. O direito puro e simples de sobreviver.

Acham que exagero? Vou dar-lhes um pequeno exemplo para referência. Sou divorciado há cerca de 13 anos. Desde o divórcio, relativamente amigável, pago pensão alimentícia à minha ex. No início, por estar sem condições financeiras, foi estabelecido na sentença da separação um valor mensal bem pequeno. Este deveria ser aumentado à medida que minhas possibilidades aumentassem, até um valor que foi definido como sendo o justo e razoável. Já nos primeiros anos, recuperei financeiramente e passei a entregar mensalmente o valor que havia sido estabelecido como teto. Durante todos estes anos, fui sistematicamente glosado em minha declaração de Imposto de Renda e tive de pagar multas pesadíssimas. Alegam que só posso pagar “Pensão Alimentícia” se estiver ESPECIFICADO O VALOR na sentença de separação. Caso contrário, passa a ser “DOAÇÃO” pura e simples e, portanto, passível de tributação. Especificado o valor está. Só que eles não aceitam e pronto!

Casos semelhantes foram julgados em todos os estados do Brasil, sempre com ganho de causa do demandante. Os órgãos da Receita Federal apelaram e a questão foi bater no Conselho de Contribuintes, que também deu ganho de causa aos reclamantes. Maílson da Nóbrega, quando era a autoridade fazendária maior do país, estabeleceu uma “Súmula Vinculante”, de modo a obrigar todos os agentes a aceitarem esta orientação legal.

O que aconteceu????? Nada!!! Continuam a estuprar os cidadãos impunemente. In dúbio? Cacete no réu! Ele que se lasque para se defender. O ônus da prova cabe a quem se defende! Litisconsórcio? Uma ova! Cada um que trate de se defender. E haja milhões de processos iguais atravancando a justiça e levando décadas para serem resolvidos. Basta dizer que tem cerca de 6 milhões de demandantes na justiça Federal, todos reclamando que trabalharam e o INSS não reconhece o tempo de serviço porque a empresa não recolheu. Na maioria dos casos, o custo do processo é muito maior que o valor da causa julgada. Só quem sai lucrando são os parasitas da máfia judicial. A verdade é que, para isso aqui virar uma latrina, ainda tem de melhorar muito.

Pobre de Bolsonaro e de Guedes, querendo fazer a economia dessa merda crescer. Dá para investir em um local onde não se consegue cobrar devedor? Onde o governo lhe arranca 50% de tudo o que você produzir e não lhe dá nada em troca? Onde os agentes públicos e os políticos são “invioláveis” (intocáveis e inimputáveis)? Onde toda a carésima estrutura governamental é direcionada unicamente no sentido de esfolar e massacrar o cidadão? É por isso que podemos dizer como Chico Buarque: “Na barriga da miséria nasci brasileiro”. Eu não pedi para ser brasileiro. Apenas fui azarado. Nossos irmãos portugueses podem, com justa razão, se ufanar da terra em que nasceram. Só espero ter a sorte de ser aceito lá quando, depois de 3 longos anos, minha ansiosamente esperada aposentadoria for arrancada do INSS a fórceps pela Justiça Federal.

Meu dia chegará! Deus é pai!

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PREVIDÊNCIA NÃO É CONTA PÚBLICA, PÔRRA!!!

Esse negócio de previdência e de aposentadoria tem uma história extremamente interessante.

Em março de 1812, alguns dos mais ilustres membros da sociedade escocesa se reuniram na Royal Exchange Coffee Room, em Edimburgo, a fim de discutir e formatar um fundo de investimentos que garantisse o sustento de viúvas, irmãs e órfãos, assim como outras parentes do sexo feminino, de todos os fundadores, de modo que estas não mergulhassem na miséria em caso da morte do fundador durante e depois das guerras napoleônicas. Assim, em 1815, “Scottisch Widows Fund and Life Assurance Society entrou em operação como o primeiro fundo de previdência da Escócia e, segundo cremos, o primeiro do mundo.

Em 1999, o Lloyds TSB chegou a um acordo para a compra da sociedade pelo valor de 7 BILHÕES de Libras.

As contas efetuadas pelos fundadores, a fim de determinar o quanto cada um dos participantes teria de contribuir mensalmente, de modo a que o valor pago às viúvas, embora constante, nunca fosse superior ao valor das contribuições, acrescido do rendimento proporcionado pelos investimentos dos fundos anteriormente acumulados. Foi tudo baseado nas tabelas de nascimentos e mortes levantados pelos periódicos recenciamentos e registros existentes sobre a população inglesa e escocesa. Com estas informações, mais as técnicas de cálculos de grandes números (Estatísticas e probabilidades) que haviam sido recentemente desenvolvidas pelos matemáticos da época, os reverendos escoceses puderam estimar com uma precisão assombrosa qual seria a evolução do valor dos ativos do fundo durante as próximas décadas.

Reza a lenda que, ao final do século XIX, a diferença existente entre o que havia sido previsto pelos fundadores e o resultado final apresentado pelo fundo era de apenas algumas Libras esterlinas, mesmo sobre um montante que chegava a muitos Milhões de Libras. Lembrem que todas estas contas foram realizadas sem computador e sem máquina de calcular. Tudo na mão! Aqui, sobra computador e falta vergonha na cara.

Depois do sucesso do “Scottisch Widows”, a ideia de implantar fundos de previdência se espalhou pelo mundo todo. Nos países desenvolvidos, a obrigação de planejar a própria aposentadoria é do indivíduo. Nada de paternalismo governamental. Essa conversa escrota de que, se for eleito, o filho da puta vai “Cuidar das pessoas”, isso é tudo conversa mole e embromação! Vá administrar a coletividade e cuidar da gestão que é sua obrigação. É para isso que existem os governos. Não para dar o que não é seu a quem quer que seja.

É por isso que existem Fundos de Pensão de professores da Califórnia, dos Policiais de Nova York, dos funcionários de uma empresa como a ALCOA, e por aí vai. Todos poderosíssimos! Altamente capitalizados, geridos conjuntamente pelos afiliados e com investimentos gerenciados por divisões dos grandes bancos responsáveis pela gestão de ativos. Isso é decência! Ao governo, cabe apenas apoiar e induzir para que as pessoas se preocupem em planejar seu futuro, como nas palavras da propaganda da Scottisch Widows abaixo. E botar na cadeia quem roubar. Quem não planejar, vai pedir esmolas na porta da igreja na velhice.

For most people, thinking about how they’ll manage to retire isn’t at the top of their to-do list. But as we live longer, the need to plan ahead is greater than ever. That’s why we’re helping people all over the UK to make a sustainable plan that works for their tomorrow.

O Brasil, como não podia deixar de ser, seguiu a moda. Os resultados foram vários: Alguns poucos foram razoavelmente bem geridos. Outros, nem tanto. A maioria, como não podia deixar de ser, já que estamos no Brasil, foram geridos de maneira absolutamente catastrófica. Os casos de fraudes gigantescas e de falências assombrosas povoaram as páginas dos jornais desde sempre até os dias de hoje. Vejam o que o PT fez com os Fundos de Pensão das estatais. Todos devidamente desossados e estuprados pela canalha vermelha.

A Previdência Social iniciou no Brasil com a Lei Elói Chaves, de 1923, que criou as Caixas de Aposentadorias e pensões (CAPs). Estas eram geralmente organizadas por empresas e empregados. As CAPs operavam em regime de capitalização, mas eram estruturalmente frágeis por possuírem um número pequeno de contribuintes e seguirem hipóteses demográficas de parâmetros duvidosos. Outro fator de fragilidade foi o elevado número de fraudes na concessão de benefícios, só para variar.

Em 1930, o presidente Getúlio Vargas suspendeu as aposentadorias das CAPs durante seis meses e promoveu uma reestruturação que acabou por substitui-las por Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs), que eram autarquias de nível nacional e centralizadas no Governo Federal. Dessa forma, a filiação passava a se dar por categorias profissionais, diferente do modelo das CAPs, que se organizavam por empresas.

Ao longo dos anos seguintes surgiriam os seguintes institutos:

• 1933 – IAPM – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos;

• 1934 – IAPC – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários;

• 1934 – IAPB – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários;

• 1936 – IAPI – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários;

• 1938 – IPASE – Inst. de Pensões e Assistência dos Serv. do Estado;

• 1938 – IAPETC – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas;

• 1939 – IAPOE – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Operários Estivadores;

• 1945 – ISS – Instituto de Serviços Sociais do Brasil (Decreto n° 7.526, de 7 de maio de 1945);

• 1945 – IAPETEC – Incorporou ao Instituto dos Empregados em Transportes e Cargas o da Estiva e passou a se chamar Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Estivadores e Transportes de Cargas.

• 1953 – CAPFESP – Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Emp; em Serviços Públicos;

• 1960 – IAPFESP – Inst. de Aposent. e Pensões dos Ferrov. e Emp. em Serviços Públ. (antiga CAPFESP).

Eram todos subordinados ao Ministério do Trabalho e deveriam ser geridos por funcionários do Banco do Brasil. Tudo muito governamental desde sempre, como se vê.

Em 1964, com a ascensão dos militares, foi criada uma comissão para reformular o sistema previdenciário. Culminou com a fusão de todos os IAPs no INPS (Instituto Nacional da Previdência Social), em 1966.

Em 1977 foram fundados os hoje extintos Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social (SINPAS), o Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social (IAPAS) e o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS). Misturou aposentadorias, esmolas e tratamento médico.

Foi sempre um pacto entre vigaristas: De um lado, o governo querendo meter a mão nas somas imensas de dinheiro arrecadadas pelos fundos. Do outro lado, o objetivo da patuleia era sempre conseguir alguma forma de mamata estatal para as aposentadorias, quando não pudesse dar uma fraudada legal na gestão dos investimentos. Bem diferente do ocorrido ne Escócia, onde os pastores anglicanos se reuniram, fizeram suas meticulosas contas e partiram para a operacionalização, sempre contando com os recursos próprios e uma judiciosa administração.

Logo depois, foram criados os “Montepios”, especialmente dos militares: Os mais representativos foram o GBOEx e a CAPEMI. Todos faliram após um período inicial de capitalização e investimentos. Também é desta época, e teve destino semelhante, a APLUB, desta feita originada no meio universitário.

Como bem sabemos, para isso aqui virar uma latrina, ainda vai ter de melhorar muito! Assim, não podia ser diferente nesses fundos gigantescos arrecadados pelo governo e utilizados ao bel prazer do tiranete do momento. Tanto é que nunca deu absolutamente nada para todos os picaretas que aprontaram essas falências fraudulentas.

Agora, vem esse bando de filhos da puta querer me convencer que vão consertar as contas públicas através de remendos e reparos numa estrutura centenariamente escrota e sangrada por milhões de picaretas e ladrões.

PAREM DE METER A MÃO NO DINHEIRO DA NOSSA APOSENTADORIA, PÔRRA!!!!

Funcionário público quer se aposentar com salários nababescos, integrais e extensivos às viúvas e filhas, mesmo tendo contribuído com quase nada? Vão mamar na jereba de um jumento! Chega de roubalheira!!!!

Segundo o jornal “O Estado de São Paulo”, tem mais de SEIS MILHÕES de ações na justiça demandando que o INSS conte o tempo de serviço de pessoas que trabalharam em empresas que não recolheram as contribuições. Eu sou uma dessas pessoas. Imaginem quando essa turma ganhar na justiça, já que é questão líquida e certa. Será algo como uns R$ 150 Bilhões por ano, A MAIS, fora os anos de atrasados.

É quando essa merda quebra de vez! E o país, ao tentar cobrir o rombo da roubalheira com impostos, vai quebrar junto. Eu acho é pouco. Votem em Lula de novo.

Eu falei que isso ia dar merda.

E deu!!!!

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IDADE DAS TREVAS

Todos os dias, logo ao acordar pela manhã, abro os olhos, respiro fundo, agradeço a Deus por estar vivo mais este dia e, ao mesmo tempo, preparo-me para enfrentar durante as horas seguintes o tsunami de putrefação moral e de degradação em que estamos nos afundando. As forças que nos encaminham nesta direção são diversas e veem de todos os lados! Têm por trás tendências irreversíveis e que são de uma potência descomunal:

De um lado, meios de comunicação hegemônicos, pelo menos até a chegada da revolução da internet, sempre fartamente nutridos com recursos estatais e fazendo diuturnamente a apologia de “celebridades” dignas de bordéis de 5ª categoria da beira de estradas vicinais, apregoando-os como “modelos de comportamento” a serem emulados e imitados pela juventude. Ora são mocinhas de olhar angelical que, ao serem arguidas por seus entrevistadores, afirmam candidamente já terem feito sexo com dois, com duas, a três, por trás, de todas as formas possíveis e imagináveis e com uma sucessão imensa de parceiros. Estes, naturalmente, também “celebridades”. Outros, são efebos afrangalhados, contrafacções grotescas de algo que seria feminino, cuja identidade sexual indefinida os situa em algum lugar perdido dentro do espectro das 16 variações sexuais existentes entre os simples machos e fêmeas dos humanos, variações estas apregoadas pelos arautos deste “Admirável Mundo Novo” em que estamos vivendo. Mais adiante, surge-nos um Íncubos, de olhar tremendamente lúbrico e degenerado, fauces lombrozianas, cuja identidade genética seria masculina, mas que “decidiu” assumir toda uma nova persona feminina, sabe-se lá porque dessa sua insatisfação com o genótipo que lhe foi conformado pela natureza e pelos gametas de seus pais. Acrescente a isso os guinchados e ganidos destas aberrações humanas, hodiernamente classificados como “música”, segundo os novos padrões estéticos destes malsinados tempos, chegando inclusive a serem galardoados com abundantes verbas da famigerada Lei Rouanet, de modo a poderem disseminar estas formas abjetas de algo que denominam de cultura.

Assim, aqueles que eram anteriormente considerados variações degeneradas da espécie humana, na nova estética reinante foram guindados à condição de padrões de comportamento a serem seguidos. Estes são os “heróis” das gerações mais jovens e os modelos que os orientam a se posicionar na vida. Não admira a quantidade de jovens neuróticos, consumindo drogas em abundância e chegando ao extremo do suicídio.

De outro lado, ideologias comprovadamente maléficas, altamente sanguinárias e desumanas, totalmente falidas em seus propósitos, sempre que foram implementadas, e que foram sumariamente relegadas à lata do lixo da história humana nos lugares do mundo onde ainda se conserva um tanto quanto de racionalidade nas ações, por aqui são elevadas à condição de revelações divinas e verdades absolutas. Multidões de hominídeos, famélicos e embrutecidos, mantidos e alimentados pelas esmolas governamentais, ao se disfarçarem de humanos são elevados à condição de arautos das platitudes vomitadas e repetidas ad-nauseam por uma liderança da qual, bem triada, não escaparia nenhum das masmorras, condenados a penas longuíssimas.

Se lá em Paris, em 1968, a juventude bradava pela “Imaginação no poder”; por aqui, o que temos visto nas nossas universidades é a juventude bradando pela imbecilidade, pela estupidez, pela roubalheira, pela corrupção e pela canalhice no poder. Tenho almoçado algumas vezes em restaurantes universitários. É um verdadeiro zoológico de mutantes! Comem de colher, já que não sabem se alimentar com garfo e faca. Braços de cotovelos erguidos, na posição de ave vai decolar, mastigam e conversam de bocas abertas, expondo-nos involuntariamente a um espetáculo deprimente de risoto de língua. Comida caindo pelas laterais da boca a todo tempo, já que não as fecham para mastigar. Mesmo mantendo o rosto bem próximo ao prato, tal qual porcos e vacas nas cocheiras, mesmo assim não conseguem limitar o movimento da comida ao prato, espalhando comida em abundância por sobre toda a mesa ao redor. Isto porque comem sofregamente, parecendo que estão receosos que o prato lhes vá abandonar, ou ser recolhido, a qualquer momento. Alguns, autistas por opção, com fones enfiados nos ouvidos, recusam-se a conversar com quem quer que seja. Outros, deblateram, entusiasticamente e em altos brados, a respeito de banalidades tais como jogos de futebol ou programas de TV.

Esta é a “elite” da próxima geração de nosso país. O tipo de música que apreciam, a forma como comem, a maneira como se apresentam, (abundantemente tatuados, brinquinhos de strass nas orelhas, cortes de cabelo tipo ninja gay, etc), e o tipo de comportamento adotado nas mais diversas situações, diz-nos bastante bem o que podemos e devemos esperar dessa turma em futuro próximo. Se isso aqui já está uma bela merda agora, imaginem quando essa tropa de vândalos baitolas, embrutecidos e ignorantes, assumirem o comando da nação.
Logo em seguida, no rol das calamidades em gestação, vem a degradação ambiental. Não vou me estender muito sobre este tema pois demandaria um espaço infinitamente maior para os comentários, mas tenho certeza absoluta que, se a humanidade um dia vai ser extinta, vai ser exatamente por este caminho. O único ponto que gostaria de enfatizar é que a simples presença dos humanos, com seu estilo de vida perdulário e desregrado, é o único motivo para a degradação deste Jardim do Éden que nos foi presenteado.

Para completar a tropa dos “Quatro Cavaleiros do Apocalipse”, poderíamos citar a guerra populacional desenfreada que está atualmente em curso no mundo. Enquanto as mentes superiores e os adeptos do legado da civilização ocidental e cristã se limitam a um filho por casal, a pobreza e os muçulmanos proliferam qual bactéria ensandecida, prestes a tomar de assalto seu hospedeiro e liquidá-lo. Com relação a este tópico, deem uma olhada no vídeo abaixo e se apavorem comigo.

Controle da natalidade e imigração

A grande conclusão a que eu chego, ao final de tudo, é que: “O mundo em que meus netos viverão não será muito agradável para mim. Se estiver vivo até lá, é claro”!

Por tudo isso é que tenho mergulhado de cabeça nas reminiscências de uma época em que a humanidade buscava incessantemente transcender à profunda e abissal solidão, bem como ao sentimento de ínfima pequenez a que estamos condenados diante do universo. Faziam isto através de formas de arte que pareciam centelhas de algo divino e infinitamente superior à nossa condição humana. É neste universo que tenho vivido e me escondido!

Só para dar uma pequena ideia daquilo que estou falando, basta lembrar que Mozart, nas semanas que antecederam à sua morte, alquebrado e amargurado, transcendeu sua condição humana e nos legou algumas das páginas musicais mais sublimes já escritas: A Flauta Mágica (K629), O Concerto para clarinete (K622) – ver o adágio no filme abaixo, e o Réquiem (K626), sua última obra.

Adágio do Concerto para clarinete K622

Enquanto isso, multidões de seres amaldiçoados valem-se de mentiras, engodos, corrupção, roubos, e todos os meios mais escabrosos possíveis e imagináveis, a fim de nos empurrar goela abaixo sua visão demoníaca e canhestra de mundo. Malditos sejam para todo sempre.

Fiz uma seleção de meia centena dessas obras mais sublimes já realizadas pela humanidade a fim de dar uma pequena ideia aos meus colegas fubânicos dessas regiões divinas onde eu me escondo. Caso queiram fazer um passeio por estas regiões de comunhão com Deus, venham comigo.

Pachelbel
1. Canon

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ADEUS ÀS ILUSÕES!

Eu não tenho mais nenhuma esperança de que este imenso puteiro conhecido como Brasil venha a enveredar pelo caminho da justiça, da honradez, do trabalho honesto, da verdade, do respeito, da harmonia e da paz. Todas as minhas ilusões a este respeito foram devidamente aniquiladas pela imensidão das patifarias praticadas pelas hordas de canalhas que se apoderaram de todo o nosso aparato governamental.

Apesar de reconhecer os esforços imensos que estão sendo praticados por Bolsonaro e sua equipe, no sentido de nos desviar desta condição de cabaré de quinta categoria, o que tenho testemunhado é a imensa capacidade dos canalhas para se mobilizarem e defenderem mutuamente seus orifícios costais inferiores através da desativação de todas as iniciativas governamentais que visem a moralização deste país.

Hoje, acredito firmemente que a retomada do caminho justo por aqui só seria possível mediante uma solução do tipo adotado por Pinochet: Pegar milhares de filhos da puta (Perdoem-me as putas – isto é só uma figura de linguagem), coloca-los todos em um avião Hércules C-130, voar até o meio do Oceano Atlântico e jogá-los todos ao mar. Se conseguirem voltar nadando, estariam perdoados. Se não… Iriam todos tomar lições com o Satanás.

Vou tentar dar uma ideia do porquê que penso assim. Sigam meu raciocínio!

Aristóteles, em sua obra “Política”, classificou as formas de governo segundo dois critérios: os regimes políticos e as formas ou modos de governo. O regime político foi definido por ele segundo o número de governantes. Haveriam, pois, três regimes políticos: o poder de um só, o poder de alguns poucos e o poder de todos. Quanto às formas de governo, este se referiu à finalidade com que se exercia o poder. Para o filósofo, os governos deveriam governar em vista do que é justo, de interesse geral, o do bem comum. Sendo assim, são classificadas seis formas de governo. Primeiro, aqueles que um só exerce o poder para o bem todos (monarquia), alguns trabalhando para o bem de todos (aristocracia) e de todos para todos (regime constitucional). Os outros três modos (tirania, oligarquia e democracia) seriam deturpações, degenerações mesmo, dos modos anteriores, ou seja, não governariam tendo em vista o bem comum, e sim os interesses particulares de cada grupo.

Ao longo dos séculos, raras foram as comunidades humanas que foram governadas por governantes que buscassem o bem comum. O poder corrompeu a todos. Normalmente, todas as formas de governo foram exercidas sempre buscando apenas o bem das oligarquias encasteladas nas posições de comando, mesmo quando o poder era exercido de forma mais explícita por um autocrata ou por uma maioria.

O desenrolar da estória sempre foi exatamente o mesmo: Inicia com um pequeno grupo, cujas virtudes os levou ao comando (Aristocracia) e, à medida que o tempo passa, vão sendo corrompidos pelo poder e degeneram de maneira irreversível em um grupo que só visa aos seus próprios interesses (Oligarquia). Esta decadência das elites leva o grupo por si liderado a um inexorável declínio, ou até mesmo à extinção. Os exemplos abundam!

Começamos na Roma antiga, onde de início, a atitude predominante era uma ambição desmedida, uma bravura indômita, heroísmos sem fim, uma simplicidade e uma frugalidade proverbial, ênfase na lealdade e patriotismo. Ao final, já tendo dominado todo o mundo mediterrâneo, emporcalharam-se em atos de vil crueldade, ambição egocêntrica e orgias da mais completa depravação moral. Foi isso o que o levou ao seu fim diante dos bárbaros.

Daí para a frente, poderíamos seguir mencionando os grupos detentores de poder que moldaram, para o bem e para o mal, a face dos diversos grupamentos humanos por si liderados.

O exemplo mais marcante seria a paradigmática corte de Luiz XV e sua esposa, Maria Antonieta, ambos devidamente guilhotinados pelos revolucionários franceses. O egoísmo desmedido, a alienação total das condições da população e sua irresponsabilidade ficaram indelevelmente marcadas pela frase: “Se não tem pão, por que não comem brioches”?

Já no caso do Império Britânico, apesar de representarem exemplo clássico de aristocracia altamente elitista e fechada, tanto que jamais miscigenaram com os povos de suas colônias, tinham a seu favor uma formação intelectual altamente sofisticada e um forte sentimento de disposição ao sacrifício pelo bem do império. Foram estas, e não outras, as razões que os levou a dominarem metade do mundo.

No caso dos Estados Unidos, os “founding Fathers” eram imensamente idealistas e possuidores de um sentimento fortíssimo de missão frente à população da nação que estavam criando. Igualitários até o exagero, rebeldes e indômitos, moldaram na população características que foram decisivas para que atingissem a liderança econômica e moral do mundo.

Na Rússia, historicamente marcada pela figura da servidão dos camponeses, o grupo do Czar Nicolau II se mostrou absurdamente alienado, simplório, elitista e incompetente, razões estas que levaram à sua derrubada pelos fanáticos, agressivos, furiosos, inconsequentes, manipuladores e mentirosos bolcheviques, características estas que foram predominantes ao longo de todo o período da União Soviética.

Enquanto isso, as oligarquias prussianas que gravitavam ao redor do Kaiser Wilhelm II (Alemanha), a par com uma imensa alienação a respeito das consequências de seus atos e de um militarismo fanático, raivoso e arrogante, levaram toda a Europa ao banho de sangue de proporções bíblicas conhecido como 1ª Guerra Mundial.

A mesma conjunção de fanatismo ideológico, ambição desmedida e militarismo agressivo, juntamente com a intolerância e o totalitarismo do governo de Hitler, fez com que se repetissem ampliadamente todos os horrores de uma conflagração entre as nações, desta feita conhecida como 2ª Guerra mundial.

O caso do Brasil é imensamente mais complicado!

Não temos uma aristocracia que se imponha pelas virtudes. O que mais se aproxima disto seriam as Forças Armadas. O que temos, na realidade, é uma Plêiade imensa de oligarquias absolutamente canalhas e parasitárias, todas se engalfinhando pelas benesses propiciadas pelo simples fato de terem se apoderado de um naco do aparato estatal. A imagem que me salta à mente, quando as menciono, seriam um bando de cães famintos se estraçalhando por alguns ossos, ou mesmo um bando de ratazanas esfomeadas.

Atualmente, o caso que mais salta à vista é o STF brasileiro. Uma cáfila de patifes, meticulosamente selecionados por quem os indicou, muito especialmente pela capacidade de serem canalhas, inescrupulosos, arrogantes e egocêntricos, e cuja missão maior é assegurar a impunidade da multidão de ladrões que infestam o andar de cima de nosso governo, tarefa esta que estão conseguindo realizar com notável brilhantismo. Um degrau mais abaixo vem todo o aparato do judiciário e segue-lhes o exemplo na íntegra: Salários nababescos, arrogância e empáfia desmedidas, mordomias mil, inexpugnáveis diante dos otários que os sustentam a caviar e pão de ló, total irresponsabilidade, etc. Logo depois, e disputando a posição de destaque quanto à canalhice, toda a classe política.

Os Partidos políticos brasileiros, o Congresso nacional, as prefeituras, os governos estaduais, as assembleias legislativas, as câmaras de vereadores, todos nada mais são que valhacoutos para Gangues de bandidos altamente inescrupulosos e vorazes de poder e riqueza. Quanto ao Governo brasileiro (Executivo), é assaltado por multidões de ávidos e inescrupulosos, quando não altamente ideologizados e sectários, parasitas. Dá para ser feliz?

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COMO FICAR RICO

Segue abaixo um texto que vi na internet há já alguns anos e que achei fantástico. Tanto que o adotei na minha vida pessoal e, desde então, só tenho me dado bem: Todas as contas pagas, zero de dívidas no cheque especial, nada de compras em cartão, vidas frugal e simples, compras sempre bem pensadas e negociadas, múltiplas atividades e fontes de renda ao mesmo tempo, etc. Não estou rico, mas caminho aceleradamente em direção ao meu projeto de vida. Vamos ao texto!

Sabe aquela sensação maravilhosa de estar com as contas em dia, saber que sua grana está bem investida e ainda ter o suficiente na mão para uma bela viagem de férias (ou para aquele projeto que não sai da sua cabeça)?

Existem várias maneiras de garantir que isso nunca aconteça. Eis algumas das principais estratégias para passar a vida inteira contando migalhas.

1. Sua única fonte de renda é seu salário ou o que você ganha como profissional autônomo

Esse é um dos principais. Você trabalha, recebe uma grana e usa essa grana para viver. Todo mês. O problema é que virou normal viver assim, no automático, mês a mês. Aí você se convence de que, se todo mundo faz isso, então tá tudo certo.

2. Você acha que empreender ou investir dinheiro são algo arriscado

Dizem que empreender é arriscado, mas não há risco maior que depositar o controle da vida financeira da sua família nas mãos do seu chefe ou diretor, das políticas trabalhistas imprevisíveis da empresa ou de uma carteira flutuante de clientes. O mais arriscado é seguir dependendo de emprego em um mundo que está mudando completamente. No fundo, o que é arriscado não é empreender ou investir, mas fazer um ou outro sem conhecimento e planejamento suficientes.

3. Você caiu no conto da felicidade pelo consumo

Criou o hábito de trocar dinheiro por bem-estar? Ora, de que adianta ter grana se não for para comer em restaurantes bacanas, torrar em baladas iradas (agregando valor ao camarote), trocar de carro, comprar uma casa maior, viajar para o exterior ou adquirir o último modelo de iPhone, não é? Precisar ostentar símbolos de riqueza material ou comprar coisas para aplacar a angústia existencial, a insegurança ou a ansiedade são caminhos seguros… para a ruína financeira.

4. Você está atolado(a) em dívidas

Bom, esse eu nem preciso comentar. Juros de cheque especial e de cartão de crédito são a porta do inferno. É por isso que os principais bancos quebram recordes de lucratividade ano a ano. E você não.

5. Você gasta tudo o que ganha

Aí um dia você recebe uma promoção. Ou conquista mais alguns clientes. Naturalmente, seu padrão de vida também sobe. Não vai mais almoçar no Burger King; agora é Outback. Nada de Praia Grande: agora é Maresias! Ou Leblon. Ou Ibiza. Afinal, a vida é curta. (E o dinheiro, pelo jeito, também será).

6. Você confunde ricos de verdade com novos ricos

Novos ricos são ex-classe média com dinheiro. Deslumbrados, têm o hábito de postar regularmente nas redes sociais fotos de pratos de comida, do carro novo ou de destinos de turismo de gosto duvidoso. Ricos de verdade são discretos, preferem a sobriedade à ostentação. Conhecem o jogo do dinheiro, suas armadilhas e ilusões. (Sim, em ambos os casos, há exceções).

7. Você se enche de bens que obrigam você a trabalhar cada vez mais – para sustentá-los

No Oriente, dizem que não é você que possui seus bens; são eles que possuem você. Daí os movimentos de minimalistas e as diferentes tendências de simplificar e desacelerar a vida. Se você tem menos bens, sobra mais espaço e energia para você dedicar ao que realmente importa.

8. Você não tem familiaridade com a dinâmica dos juros compostos e dos ativos financeiros

Não, isso não é coisa de economista. É algo que todos nós deveríamos aprender na escola – algo muito mais prático e importante que a Fórmula de Bhaskara. Ao contrário de seus bens passivos (que tiram dinheiro do seu bolso, mês a mês), juros compostos e ativos financeiros fazem seu dinheiro trabalhar por você – mesmo quando você estiver dormindo. Seu dinheiro precisa estar a serviço do tipo de vida que você quer viver, e não o contrário: uma vida toda engessada por tudo o que você faz para ganhar dinheiro.

9. Você troca tempo por dinheiro

Tempo é seu ativo mais escasso. Tem um limite de quanto você consegue trabalhar. Trabalhar demais deixa você exausto, doente, ou pode até te matar. Fora que a vida fica uma merda. Então chega um ponto em que, se você é assalariado ou autônomo, não tem mais como ampliar a renda se continuar simplesmente trocando tempo por dinheiro. Precisa encontrar um outro jeito para ter mais tempo e, mesmo assim, ampliar sua renda.

10. Você não dedica seu tempo, seus recursos e seus talentos para administrar seu patrimônio e gerar múltiplas fontes de renda

Não tem milagre. Para fugir de viver na penúria, você precisa entender como funciona o jogo do dinheiro e aperfeiçoar sua forma de jogar. Entre uma viagem de cruzeiro (passivo) e investir em um pequeno imóvel para você alugar e completar seu orçamento mensal (ativo), por exemplo, o que lhe parece mais atraente?

11. Você acha a gerente do banco simpática

Não, não, não. Ela é representante de uma instituição que vai te sugar até a medula se você deixar. Os produtos financeiros dos bancos de varejo não são investimentos de verdade. São para crentes e ignorantes. Poupança, CDBs, Letras, Títulos, Fundos, Seguros, Planos de Previdência Privada e Capitalização que você contrata nas agências de bancos como Itaú, Bradesco, Santander, Caixa e Banco do Brasil, por exemplo, escondem ‘pegadinhas’ e taxas escandalosas, que tornam esses “investimentos” um excelente negócio. Para o banco, é claro.

12. Você não investe em si mesmo(a)

Livros, cursos, retiros, processos de coaching, mentoria, consultoria e terapia são caros e tomam muito tempo. É verdade. O problema é que a alternativa – a ignorância – é muito pior. A ignorância te faz dependente do salário, do patrão, do gerente do banco, do cliente, do professor, do político, do mercado, da crise, da TV Globo, do governo. De todos os investimentos, o de maior retorno é investir em ampliar, cada vez mais, sua competência para a ação consciente e consistente.

13. Você vive uma vida de manada

Tem medo de fazer diferente de todo mundo. Aceita dicas de investimento de vizinhos e familiares que nunca tiveram um puto na vida. Fica babando na propaganda da televisão. Vai e volta do trampo no mesmo horário que todo mundo, aí fica preso(a) no trânsito. Viaja só nos finais de semana, férias e feriados, quando é tudo muito mais caro, porque quem manda no seu calendário são seu emprego e a escola das crianças. Não faz planejamento e compra tudo de última hora.

14. Você bota a culpa no Petê

Ou no Temer. Ou no Trump. É gostoso, porque aí você vira uma pobre vítima das circunstâncias e se exime de qualquer responsabilidade. Pode passar a vida reclamando com os amigos na mesa do bar, ao invés de encarar o cagaço e tolerar a frustração de pensar, estudar, planejar e executar a partir do que está efetivamente a seu alcance.

15. Você acredita que quem é rico deu sorte na vida, é fútil, materialista ou desonesto

Você está programando seu mundo interno, sua energia e linguagem não-verbal para repelir dinheiro. Afinal, se você realmente acredita que ricos são pessoas más ou superficiais, cercadas de bajuladores, não é isso que você quer para você, não é? Desprezar ou invejar os ricos são formas de se manter prisioneiro(a) de uma paisagem de escassez.

16. Você acredita que dinheiro é sujo

Talvez você tenha levado um grito, quando era criança, porque pegou em dinheiro e depois colocou a mão na boca. De fato, cédulas e moedas carregam micro-organismos que podem te contaminar. Mas moedas e notas não são dinheiro; são apenas duas de suas possíveis formas materiais. Já pensou nisso? Hoje em dia, na verdade, pouquíssimas transações são feitas com ‘dinheiro vivo’. O dinheiro, em si, vai muito além das notas e moedas e mesmo dos bitcoins ou algarismos nos computadores de sistemas bancários. Dinheiro é uma energia de troca e materialização, que organiza relações. Então, ainda que a falta ou o excesso de dinheiro possa corromper, o dinheiro, em si, não é nem sujo nem limpo. A sujeira, neste caso, está nos olhos de quem vê.

17. Você ainda não se deu conta de que o mercado de trabalho vai mudar mais nos próximos 10 anos do que mudou nos últimos séculos

Em um cenário de inteligência artificial, machine learning e automatização exponenciais, empregos deverão desaparecer. A realidade emergente convida cada um de nós a se reinventar. E, sobretudo, a desenvolver a capacidade de ‘se virar’ diante de circunstâncias sempre cambiantes. Algo que, definitivamente, não se aprende na escola. Então, uma boa forma de se condenar a viver sem grana é fechar os olhos e continuar fazendo as coisas como você sempre fez.

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VIVA A DITADURA!

Uma das maiores balelas, e acho que a mais bem explorada pela canalha comunista, esta corja que tenta nos impingir a famigerada ditadura do proletariado a qualquer preço, é essa estória de DEMOCRACIA.

Primeiramente, o conceito é propositadamente deixado vago e mal definido, já que a imensa multidão de imbecis que compõe a humanidade tem a característica marcante de, quanto menos entende um conceito, mais é dominado pelas paixões e, a partir daí, torna-se capaz de matar e morrer por aquilo que não entendeu direito.

A verdade é que a democracia… NUNCA EXISTIU NA FACE DA TERRA, NUNCA VAI EXISTIR e, se vier a existir, VAI SER UMA GRANDE MERDA!

O engodo vem de longe. Em 431 a.c., no célebre discurso que fez em Atenas para homenagear os mortos na 1ª guerra do Peloponeso, Péricles (Considerado o “pai” da democracia) já embutia uma grande falácia. Dizia ele: “Nossos homens públicos, além da política, possuem atividades privadas, e nossos cidadãos, ainda que ocupados nos seus negócios, são julgadores sensatos das questões públicas”.

Primeiramente, vejam que não havia “Políticos Profissionais”. Cada um tratava de cuidar da sua vida e, quando necessário, se encarregava dos negócios públicos. Depois, ele se referia aos CIDADÃOS ATENIENSES, uma pequena aristocracia masculina composta por apenas uns 10% da população. Nem as mulheres nem os jovens participavam das discussões, nem muito menos a imensa multidão de escravos que trabalhava nos campos para alimentar e prover de bens toda a população. Isso significa dizer que, de “DEMO” (povo), essa democracia só tinha mesmo o nome. Sempre foi, na verdade, uma grande ARISTOCRACIA, onde os mais preparados se encarregavam das decisões que afetavam todos. Platão, em sua obra máxima, A República, já alertava que boa parte da humanidade teria nascido para a escravidão e que se sentia confortável nela. Abdicavam da liberdade pela segurança. Foi desta forma que as cidades gregas atingiram um apogeu que nos influencia até os dias de hoje.

Quando o império romano veio a suceder as cidades-estados gregas, dominando todo o mundo então conhecido, a grande filosofia adotada para o governo dos negócios públicos era a célebre “Panis et Circensis” (Pão e circo). Trazida para os nossos dias, esta filosofia se resume em o governo prover a imensa patuleia de alimentos e, junto a isto, dar-lhe alguma diversão aos finais de semana. Pode ser um circo romano de gladiadores, uma partida de futebol ou o Faustão. Dá na mesma! O importante é manter essa multidão de subdesenvolvidos mentais bem longe das complexas questões da gestão do aparato estatal. Se lhes for dada a chance de dar palpite, podemos ter certeza absoluta de que sairá uma verdadeira montanha de imbecilidades.

Mais adiante, Thomas Jeferson, considerado o “Pai” da democracia moderna devido à imensa influência das suas opiniões sobre a formação dos Estados Unidos, afirmava que “Democracia pressupõe homens livres e só quem liberta é o conhecimento”. Esta frase foi considerada tão importante que está escrita no mármore e no bronze do seu memorial em Washington (Capital) e levou a educação das crianças a se tornar obrigatória no país. Na realidade, este repetia o que já se afirmava desde o império romano:

“Não devemos acreditar na maioria que diz que apenas as pessoas livres podem ser educadas, mas sim acreditar nos filósofos que dizem que só as pessoas educadas são livres”. — Epiteto 50 a 138 D.C.

Desta forma, acreditar que os palpites de multidões de ignorantes produzirão soluções melhores e mais adequadas que as ponderações judiciosas de uma elite intelectual e moral, só é possível em outras mentes ignorantes.

De forma semelhante, acreditar que uma imensa gangue de vigaristas, hábeis em manipular a opinião e o favor das massas abstrusas, será capaz de dirigir de maneira adequada o bem público, é o mesmo que acreditar em contos de fadas e gnomos.

Foi com base nestas constatações que o Bertrand Russell, em sua monumental obra denominada de História da Filosofia Ocidental, logo na introdução da mesma, afirmou categoricamente que a humanidade só experimentou desenvolvimento nas suas condições de vida quando submetida a governos fortes.

Não precisamos ir muito longe para termos excelentes exemplos daquilo que o filósofo quis dizer. Basta dar uma olhada no estonteante desenvolvimento econômico verificado pela Alemanha, sob o comando de Hitler, entre os anos de 1933 e 1939. Um país que havia sido destroçado pela derrota na 1ª guerra mundial, e esfolado pelas pesadas indenizações que lhes haviam sido impostas pelo Tratado de Versalhes, de repente se coloca como uma das grandes potências mundiais. Para realizar tal proeza, bastou ao “Fuher” eliminar completamente todas as discordâncias e dissidências. A mesma coisa se deu na Itália de Mussoline. Com a centralização do poder, este conseguiu acabar com a proverbial esculhambação italiana e até os trens italianos começaram a chegar no horário. O mesmo se deu com os militares no poder, aqui no Brasil após 1964. Fizeram o milagre brasileiro! Tanto fizeram que, mesmo 50 anos depois, permanece o fato de que toda nossa infraestrutura atual teve origem em projetos e obras realizadas durante aquela época. Bastou para tanto termos no comando homens honestos, bem-intencionados, patriotas e minimamente competentes. Vivemos neste período a concretização daquilo que preconizava Aristóteles: O comando de um “Ditador Filósofo”.

Hoje, o que vemos no Brasil é exatamente o pior dos mundos: Total balbúrdia nas discussões sobre os rumos a serem adotados. Quando uma facção conquista a hegemonia, outra facção, minoritária e terrorista, faz o possível e o impossível para bagunçar totalmente as decisões a serem adotadas. Nem o respeito pela decisão da maioria existe mais. Sabemos que esta não é a forma ideal de se decidir coisa nenhuma. Sabemos também, porém, que mesmo imperfeita, esta seria uma forma menos indesejável de se governar. Especialmente à medida que a população amadureça e adquira maior consciência das vantagens e desvantagens de cada alternativa.

O ideal seria que a população, ou pelo menos a sua grande maioria, evoluísse no conceito de autonomia tão bem descrito por Kastoriades que, mesmo sendo socialista, não era um imbecil. Seria o caso de termos o que denomino de socialismo anarquista, ou um anarquismo socialista. A própria evolução das pessoas levará o governo a se tornar cada vez mais irrelevante, tal como acontece nos países de pessoas mais desenvolvidas.

O que não pode ser aceito, de forma nenhuma, é que pessoas e facções consigam impingir a ferro e fogo seus pontos de vista imbecis, unilateralmente e sem discussão. Para estes intolerantes, qualquer sociedade, por mais tolerante que seja, deve ser absolutamente intolerante. Todo o peso do poder do estado neles é pouco.

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MENDIGOS ARROGANTES

Todas as vezes que vou a Brasília, algo muito interessante ocorre. Ao descer para o café da manhã, nos hotéis onde me hospedo, encontro sempre uma multidão de patéticos senhores empalitozados, todos invariavelmente de cor escura e sempre com um ar de quem não estaria muito confortável naquela vestimenta.

Na primeira vez, só depois de nos reunirmos na entrada principal, esperando pelo transporte que nos levaria ao local onde trabalharíamos naquele dia, foi que fiquei sabendo a razão daquela verdadeira romaria: Eram todos eles prefeitos de pequenas cidades. Tinham vindo a Brasília, em bandos, sempre em busca de repasse de verbas, investimentos a fundo perdido, fundos não reembolsáveis, emendas parlamentares, e todos os eufemismos que se possa imaginar para a simples e pura doação de dinheiro do governo federal às suas minguadas prefeituras. Tinham vindo todos lá dos cafundós dos sertões mais obscuros de nosso país, ali perto de Nossa Senhora das Cuecas Frouxas, simplesmente para mendigar dinheiro nos órgãos federais. A primeira imagem que me veio à mente foi um bando de pedintes, todos choramingando por mais mamatas.

Até pouco antes do ano 2.000, o Piauí tinha cerca de 80 cidades. Hoje tem 225 municípios. Foram emancipados mais de 120 distritos, a grande maioria com pouco mais de 5.000 habitantes. Onde havia uma bodega, com alguns bêbados enchendo a cara de cachaça, virou município. Tudo o que coletam com a arrecadação própria de impostos não dá para pagar nem o papel higiênico usado na prefeitura. Lógico que as novas cidades têm de possuir toda uma estrutura administrativa: Prefeito, Vice, uma penca de secretários, vereadores, assessores diversos, motoristas, agentes administrativos, fiscais de diversas modalidades, juiz, delegado, promotor de justiça, defensoria pública, funcionários e mais funcionários para os mais diversos fins, etc. O dinheiro recebido do Fundo de Participação dos Municípios só dá para pagar os salários desta multidão imensa de parasitas e o aluguel de Pajeros, ou Hilux, para usufruto das “otoridades”. Sempre no desempenho do cargo, É CLARO!!!!!

O mesmíssimo quadro de completa e total esbórnia na administração pública se repete nos estados, muito especialmente nos estados do Nordeste, com o agravante de que, desta feita, a esculhambação se dá numa escala imensamente maior. Ali, nestas terras esquecidas por Deus e onde o Diabo perdeu as botas, a situação atinge píncaros de avacalhação nunca dantes sequer imaginados. Vamos a alguns números:

Segundo os dados disponibilizados por diversas fontes, os estados do Nordeste recebem a cada ano uma quantia que se aproxima dos R$ 300 Bilhões A MAIS do que todos os impostos e taxas que arrecadam para o Governo Federal.

São os Fundos de Participação dos Estados e Municípios; os FNE e FDNE (Fundos de Desenvolvimento do Nordeste). São as aposentadorias diversas, inclusive rurais; são as diversas bolsas, especialmente a Bolsa Família; o FUNDEB e os repasses às Universidades e os Institutos Federais; são as emendas parlamentares, são os salários de todos os funcionários federais dos mais diversos tipos (Juízes, promotores, procuradores, órgãos federais como Receita Federal, IBGE, INSS, CODEVASF e uma miríade de outros), e por aí vai. Com exceção apenas da Bahia, essas doações federais representam aproximadamente METADE DO PIB desses estados famélicos.

A consequência: Quase todos os carros de luxo ou casas bonitas que você vê em cidades do Nordeste são propriedade de algum nababo da administração pública. Promotores, juízes, auditores, defensores, desembargadores, procuradores, corregedores, delegados, e por aí vai. Todos os grandes prédios são sede de algum órgão da administração pública. Não existem sedes de empresas ou de grupos empresariais. A razão é bem simples: NINGUÉM PRODUZ PORRA NENHUMA nesses estados! Só se produz crianças bastardas, que depois virarão garçons e frentistas de postos de gasolina em Brasília ou em São Paulo. As meninas virarão putas mesmo.

Quem banca essa esbórnia é o estado de São Paulo, que manda um superávit de mesmo valor para o governo federal. Quer dizer: São Paulo produz e os parasitas dos 9 estados nordestinos usufruem.

Para completar a cachorrada, os governadores se mancomunaram em um “consórcio” cuja única finalidade é peitar o governo de Jair Bolsonaro, já que este não acoita e nem aceita as putarias e as maluquices que os 9 palhaços aprontam e defendem. Não satisfeitos, aprovaram na Câmara dos Deputados aquilo que chamam de Orçamento Impositivo”. Isto quer dizer o seguinte: O Governo Federal não poderá opinar ou decidir sobre nada que conste no orçamento definido pelos deputados federais. Ou seja, aquele bando de ladravazes, que os mortos de fome do Nordeste mandam para Brasília, liderados por bandidos da estirpe de um Rodrigo Maia e outras escórias sub-humanas da mesma laia vindas de outros estados, ditarão de forma inquestionável quem é que deverá receber quantias imensas de um dinheiro QUE O GOVERNO FEDERAL NÃO TEM!

Isto significa dizer que os governadores nordestinos evoluíram da condição de mendigos para a de achacadores!

Como nenhum desses caras tem o mínimo de SIMANCOL, vou dizer qual é a minha posição (e aparentemente a da grande maioria da população brasileira que pensa) com relação a toda esta cachorrada. Meu saco estourou!

TOLERÂNCIA ZERO! PENA DE MORTE JÁ!

Minha modesta contribuição para que façamos acontecer aqui uma Revolução digna deste nome será construir uma réplica perfeita da guilhotina original francesa e posicioná-las bem em frente ao Congresso Nacional e ao STF, lá naquele gramado que tem na esplanada dos 3 poderes. Naquele local estratégico, ficaremos testando a bicha com melancias, de modo a espirrar abundantemente uma gosma vermelha para todos os lados, cada vez que deixarmos a lâmina descer. Os repetidos testes terão a função didática de ir criando o clima psicológico na multidão, preparando-os para quando as cabeças coroadas da república (soberanas, nas palavras do Rodriguinho) começarem a ser decepadas. Para isto, necessito de contribuições pecuniárias para: a) detalhar o projeto, b) cotar orçamentos, c) contratar a execução, d) transportar até Brasília e posicioná-la e) contratar um verdugo.

Dizem que a revolução de 1964 matou uns trezentos ou quatrocentos comunistas. Esperem só até soltarmos a ira da população contra a atual choldra de patifes e canalhas. Haverá filas imensas e teremos de agendar horários, para que sejam todos degolados.

Aguardo as manifestações de apoio ao projeto através de doações pecuniárias. Os que forem doar, deverão fazê-lo através de depósito em dinheiro, de modo a não ser rastreado e vir a sofrer represálias por parte da caterva. Prometo manter uma prestação de contas detalhada de todas as despesas e contribuições, assim como informá-la periodicamente.

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GRANDES METAS

Uma das empresas onde trabalhei, lá pelos idos de 1989, me designou para fazer parte dum grupo de profissionais de diversos países que, lá na casa matriz nos Estados Unidos e respondendo diretamente ao “Board of directors”, deveriam traçar estratégias que direcionassem o desenvolvimento futuro daquela imensa organização. Um dos frutos deste trabalho foi uma metodologia de gestão que, com pequenas variações, permeia hoje a direção de quase todas as grandes corporações do mundo. O nome que demos ao conjunto de técnicas de gestão então desenvolvidas foi de “Metodologia do Contexto”. É bem simples e é basicamente o seguinte:

Primeiro, divide-se a organização grandes áreas ou setores, normalmente associados à responsabilidade de um único gestor. Para cada setor, identificam-se os Fatores Críticos de Sucesso. São aqueles indicadores de desempenho que definem se o gestor foi bem-sucedido, ou não, em seu trabalho. Normalmente são em número bastante reduzido e o critério para a escolha de cada um deles é: 1) São variáveis de resultado final, e não de processo. 2) São apenas designados os necessários e os suficientes. Isto significa dizer que, caso o gestor tenha bons resultados em todos eles menos UM, mesmo assim sua gestão será considerada um fracasso. Por outro lado, não pode haver indicadores redundantes, em que um tenha a mesma origem ou significado de um outro. A lista deve ser bem enxuta, a fim de facilitar as avaliações, bem como a compreensão dos critérios e resultados.

A etapa seguinte é montar gráficos com o histórico dos últimos anos para cada indicador escolhidos. Nesse mesmo gráfico são adicionados os seguintes históricos para comparação e contextualização: 1) Resultados dos melhores do mundo naquele indicador. 2) Potencial teórico máximo para aquele resultado. 3) Potencial que consideramos poder atingir dentro de um limite razoável de tempo (Limite Prático). 4) Meta ou objetivo a ser alcançado dentro de um intervalo de tempo previamente definido.

O nosso presidente, apesar de termos lutado tanto pela sua eleição, especialmente devido a tudo o que o mesmo representa, parece estar sendo engolido pela imensa massa de baba-ovos e pelo antagonismo criminoso das facções de facínoras. Assim sendo, creio que se fazerem necessárias estas modestas sugestões, para que o mesmo não fique dando tiro para todo lado e sem chegar a lugar nenhum. Quem não sabe aonde quer chegar fica feito bosta n´água: Maré me leva… Maré me traz…. Analisemos primeiro a economia, prioridade absoluta:

1. ECONOMIA – Variável de Resultado – CRESCIMENTO DA RENDA PER CAPITA!

No período militar, saímos rapidamente de uma situação em que a renda média do brasileiro era ¼ da renda média de um Norte Americano, para uma situação em que precisava apenas da renda de 2,5 brasileiros para igualar com a renda de um americano. Foi aí que veio a turma do “Tudo Pelo Social” e nós retornamos rapidamente à mesma situação de miséria da década de 50. Foi um desastre de proporções bíblicas. Uma hecatombe! Fomos sendo tornados miseráveis lenta e silenciosamente, iludidos por utopias escrotas, sempre e de forma inexorável. Será que conseguiremos reverter esta maldição, essa praga de mãe que paira sobre nosso pátria amada? Para fazer isto acontecer, teremos de trabalhar as variáveis de processo que levam à variável de resultado. Vamos a elas!

• Crescimento do PIB – (Variável de Processo) – Seu crescimento tem de ser, pelo menos, maior que o crescimento da população. Só a título de comparação, os USA apresentaram em 2017 um PIB de US$ 19,39 trilhões, enquanto que o do Brasil foi de apenas US$ 3,388 trilhões (PPP – segundo o FMI). Como a população do Brasil era de 209,3 milhões, enquanto a dos USA era de 325,7 milhões, isso nos dá uma Renda per capita US$ 62.673,84 para eles, e de US$ 16.191,88 para nós. A proporção se mantém em 25,8%. Para termos uma renda que represente 40% da americana (US$ 25.000,00), nosso PIB deveria ter sido de US$ 5,247 trilhões. Ou seja: Quase o dobro! Com a população crescendo 3% ao ano e o PIB estagnado, a Renda per capita retornou a patamares do século passado. É aí que se apresenta a próxima variável de processo.

• Formação bruta de Capital Fixo – Apesar da raiva que os comunas têm da acumulação de capital, é exatamente com ela que se consegue o desenvolvimento: Tem que investir para ter crescimento econômico e, para investir, tem de ter capital acumulado. Nosso país, ao contrário dos chineses, não tem poupança. Tem GASTANÇA! Só em raros períodos de bonança externa que conseguimos poupar mais do que gastamos e, mesmo assim, investindo apenas uma taxa histórica entre 15 e 20% do PIB anualmente. Se considerarmos uma vida útil média de 8 anos para toda nossa economia, os investimentos realizados não são suficientes nem para reparar a degradação natural de nossa infraestrutura produtiva. Esta é a razão do sucateamento de nosso parque produtivo. Os investimentos, quando são feitos, normalmente capitaneados pela nossa ineficiente e corrupta administração pública, implicam sempre em maior endividamento, já que a poupança existente nunca é suficiente para atender à esbórnia governamental

• Carga Tributária – O peso da estrutura governamental brasileira saiu de 15% para quase 40% ao longo do meu período de vida. São exatamente esses 25% do PIB que estão fazendo uma tremenda falta a fim de reduzir a Dívida Pública e bancar os tão necessários investimentos. Atualmente, estas imensas montanhas de recursos são utilizadas para custear infindáveis discussões masturbatórias sobre Políticas Púbicas (só para nos lascar) e reuniões de Cópula (para nos estuprar), além de pagar 10% do PIB em juros sobre o rombo que nos foi legado por sucessivas levas de canalhas ladravazes que nos lideraram rumo ao caos.

• Custo da Estrutura Governamental – Respondam-me os senhores: qual é nome da situação em que se encontra um organismo ou pessoa que gasta 40% de toda a sua renda, mesmo esfolando as suas fontes de recursos, apenas para pagar os juros dos agiotas a quem está devendo até os cabelos? Se tirar a previdência desta conta, já que o dinheiro não é deles, então estão gastando mais da metade de tudo o que arrecadam só para pagar agiotas. É mais do que tudo o que gastam com a administração pública inteira. Assim não dá! Chega!

• Dívida Governamental – Ou Bolsonaro dá um freio de arrumação nesta merda, ou então a dívida pública vai continuar nos afundando e crescendo até o dia do juízo final.

Desejo Boa Sorte a Paulo Guedes. Como acho muito difícil a repetição do “Milagre Brasileiro”, estou só esperando sair minha aposentadoria para zarpar. Fui!

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INOCENTES OU CÚMPLICES COMPRADOS?

Todas as vezes que eu começo a meter o pau na nossa avacalhada Previdência Social, aparece sempre um honrado funcionário público querendo defender sua briosa categoria profissional. Os argumentos são sempre os mesmos:

1. Fui contratado por concurso público;

2. Trabalhei anos e anos, como qualquer trabalhador;

3. Contribuí para a Previdência Social a fim de garantir a minha aposentadoria;

4. A função pública é diferente, por isso os privilégios;

5. São direitos que me são assegurados por lei;

6. Tenho direito adquirido;

7. Não fui eu quem inventou. Não tenho culpa se as coisas são assim;

8. O problema do déficit da Previdência não está nos Funcionários Públicos; e outras merdas parecidas.

Tudo isso, naturalmente, é a mais pura verdade! Só que são um bando de meias verdades e, como todos nós que não estamos mais de fralda bem sabemos, uma meia verdade é uma mentira completa. Vamos aos detalhes:

1. Toda a putaria começa com esse papo de concurso público. Nossa juventude, desiludida com o monumental fracasso da nossa economia e seduzidos pelo nirvana dos funcionários públicos (onde se trabalha pouco, a cobrança é mínima, os salários são assombrosamente altos, são inamovíveis e contam com aposentadoria integral), viraram todos concurseiros. Ninguém mais quer produzir coisa nenhuma. Passam a vida toda parecendo Bob Dylan naquela célebre canção, “Batendo na porta do céu!” (Knocking on the heaven´s door)

2. Ultrapassada a barreira do concurso, é só aguardar o tempo da tão almejada aposentadoria. Desta feita, a trilha musical é outra. É uma tranquila caminhada rumo ao paraíso. Algo como a “Escadaria para o céu” preconizado pelo “Zepelim de Chumbo”. (Stair way to Heaven)

3. Ninguém pode querer negar que essa casta de privilegiados contribui para suas próprias previdências. Longe de mim querer negar a realidade. Só que… Ao longo da carreira, que já começa em patamares salariais absurdamente superiores aos da iniciativa privada, vão agregando penduricalhos e benesses salariais. Ao final de uns 30 anos, o que já era um absurdo vira uma completa aberração, impossível de ser compreendida e aceita pelos humildes mortais pagadores de impostos. Para completar a sacanagem, aposentam-se com salários integrais, como se tivessem constituído um fundo de aposentadoria milionário, capaz de lhes sustentar como nababos indianos até que a morte lhes advenha.

4. Que a função pública é diferente, disso temos certeza absoluta! É sempre a mais completa esculhambação! Nada desta merda funciona a contento e ninguém liga para isso! Não há cobrança nem punição para nenhum dos vagabundos. Se o “cliente” se irritar, ainda lhes passam na cara a lei que diz serem “otoridades” e, portanto, INTOCÁVEIS. Privatizem qualquer bosta dessas e acompanhem o salto de produtividade que dará. Pelo que esses parasitas geram de riqueza para a nação, deveriam pagar para estar ali dilapidando o dinheiro dos nossos impostos.

5. Millôr Fernandez dizia que “A melhor forma de viver fora da lei é legislando em causa própria” É só o que essa imensa corja de bandidos tem feito década após década: Legislar em causa própria. O resto da população, que é quem lhes paga a conta da esbórnia, essa QUE SE EXPLODA!

6. Direito adquirido em uma sacanagem é a desculpa mais canalha de todas. Foi por causa desse tipo de argumentação que banhos de sangue foram necessários para estancar a bandalheira vigente em inúmeras ocasiões. Os parasitas só largaram as tetas após serem devidamente degolados. Fisicamente, e não metaforicamente! Lembrem-se da Revolução Francesa.

7. Só porque não foi você quem montou esta imensa putaria, quer dizer que tens o direito de continuar fazendo a população toda de otária até o final dos tempos? Direito de continuar praticando a mais descarada apropriação indébita, já que a contribuição que dão para a sociedade é ridícula e não justifica os imensossalários que recebem? Além do fato de que NÓS, O POVO BRASILEIRO, não demos autorização para esta continuada sodomização que sofremos destes canalhas. Vão ver o que é “direito adquirido” no dia que esta população de ignorantes tomar vergonha na cara e começar a enforcar e a fuzilar essa cambada de pústulas.

8. Por último, mas nem de longe o menos importante, é dizerem que o rombo da previdência não é provocado pelos funcionários públicos. É não? Pois, então, vamos fazer o seguinte: Cada um se aposenta EXATAMENTE com o dinheiro que depositou no seu fundo particular de aposentadoria. Vamos fazer uma experiência, só para ver no que dá?

P.S. Não polemizarei mais a respeito e nem tornarei a tratar deste assunto. O MEU SACO ESTOUROU!!!!!!!!

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