A PALAVRA DO EDITOR

SUPREMO PUTEIRO FEDERAL

Quarta-feira passada fiz aqui uma postagem sobre a suprema pornografia que tomou conta do órgão maior da justiça brasileira.

O STF se transformou num cabaré com enorme projeção em toda a imprensa deste país macunaímico.

Como todo cabaré tem um fundo musical condizente com o ambiente, o nosso supremo puteiro deveria tomar as providências cabíveis pra botar som em suas salas.

Acabei de enviar mensagem pro gerente do prostíbulo togado, sugerindo que músicas pornográficas sejam tocadas no serviço de som interno do STF, de tal modo que todos os gabinetes e espaços do edifício sejam premiados com esta inovação.

Mandei pro lulo-petista Dias Toffoli dois vídeos com músicas interpretadas pelo viado alagoano Danny Bond, um talentoso compositor baitola, cujas letras se casam admiravelmente com o ambiente putárico da nossa corte suprema.

Os títulos das duas músicas, Tcheca e Prikito, são apenas dois das dezenas de sinônimos da querida e apreciada tabaca que, por uma coincidência bem pertinente, tem o formato da cara de Gilmar Boca-de-Buceta.

Um recanto da anatomia feminina que aqui no nordeste é conhecido como “A Porteira do Mundo”, aquele lugar que se escancara pra nós entrarmos na vida.

Enfim, as músicas que mandei pra Toffinho são de uma safadeza e de uma baixaria que está bem mesmo à altura do amontado de togas enlameadas que dão expediente na Praça dos Três Poderes.

Prestem atenção no lirismo bucetal das duas músicas:

A PALAVRA DO EDITOR

A TEMPESTADE PERFEITA

Uma dos fenômenos brasileiros que certamente será estudado no futuro é como a banca internacional conseguiu convencer a “intelligentsia” nativa que seus interesses coincidiam com o interesses do país. Houve uma verdadeira lavagem cerebral e considerações óbvias passam a ser rejeitadas in limine até por pessoas com nível intelectual acima da média.

Alguns atribuirão a culpa à imprensa amestrada que nos bombardeia incessantemente com conceitos neo-liberais, muitas vezes disfarçados e inseridos em observações aparentemente inócuas e desconexas (recomendo a leitura de meu artigo “De onde vêm nossas idéias”).

Isso é verdade em parte. Ocorre que, de um modo geral, a imprensa é controlada pela banca em todo mundo ocidental, mas não vemos em outros países a adoção imediata e sem contestação dessas ideias – um fenômeno que só ocorre no Brasil de hoje.

Em meu entender a maior culpa é da esquerda nativa, incapaz de apresentar argumentos consistentes à avalanche neo-liberal, por ter sofrido, ele mesma, uma lavagem cerebral semelhante. Enquanto é relativamente fácil identificar os agentes divulgadores de ideias pró-banca no país, é muito difícil (ao menos para mim) apontar os agentes da lavagem cerebral que incapacitou os intelectuais da esquerda tupiniquim.

Vou citar dois casos que me deixam pasmo. Vejam, por exemplo, o caso do jornalista Luis Nassif. Trata-se de um dos mais argutos observadores da cena brasileira – um jornalista de “mão cheia” com uma brilhante carreira em vários jornais. Começamos a ler seus artigos, muito bem escritos, recheados de fatos e dados incontestáveis e de repente, sem nenhuma razão lógica, nos deparamos com uma frase do tipo “desde o golpe que apeou do poder uma presidenta legitimamente eleita e levou à cadeia o maior líder popular a América latina…” Caramba! É dose! Eu reconheço que é dose pra cachorro. A maioria dos leitores, neste momento, simplesmente para de ler um artigo que, pelo seu conteúdo, é interessantíssimo. Pior ainda – nunca mais vai ler nada de sua autoria. Em respeito a seu histórico pregresso eu relevo essa “lulada” e continuo na leitura, mas sei que sou uma exceção.

O outro caso que me deixa abismado é a obsessão petista dos funcionários (a maioria) das empresas estatais. Todos sabem que a quadrilha do PT, em seu projeto de poder, saqueou as estatais e tudo mais onde havia dinheiro no Estado Brasileiro. Vamos supor que, por serem alienados, não liguem a mínima para o saque havido em suas empresas. Mas o PT não ficou só nisso. O PT saqueou também os fundos de pensão dos funcionários. Ou seja: meteu a mão no bolso dos trabalhadores também. Como explicar que alguém ainda seja petista e grite Lula Livre depois disso?

Não sabiam? Como não sabiam? Todo mundo sabia! O problema é que não havia a quem recorrer. Vejam a magnitude do problema: O Governo Federal era do PT; a diretoria das estatais eram do PT; a SEST (Secretaria de Controle das Estatais) era do PT; a PREVIC (órgão que controla os fundos de pensão) era do PT; a diretoria dos fundos de pensão era do PT; o Ministério Público era todo petista; a imprensa ocultava o assunto e finalmente, os sindicatos que deveriam lutar pelos interesses dos trabalhadores eram do PT (CUT e similares). Enfim, foi a tempestade perfeita. Algo nunca visto antes neste país.

Diz o ditado popular que se todas as portas estão fechadas, vá se queixar ao bispo. Nem isso os funcionários das estatais podiam fazer, pois a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) era toda petista (ainda é).

O que mais me impressiona é que a lavagem cerebral atingiu pessoas altamente preparadas. Gente com pós-graduação e outros títulos que até hoje vão às ruas gritar Lula Livre.

Admito que não encontro uma explicação para isso. Atribui-se a Albert Einstein a seguinte frase: Apenas duas coisas são infinitas: a burrice humana e o universo. Mas há dúvidas se o universo é mesmo infinito.

Se você, leitor, conseguiu ler até aqui (e entendeu o que está escrito), parabéns. Você pertence a nata da inteligência nacional. A você eu peço encarecidamente, não permita que seu cérebro seja obliterado. Antes de formar opinião sobre algo, procure ouvir todos os lados. Hoje em dia temos a maravilhosa ferramenta que é a internet. Não há mais desculpas para se deixar iludir por qualquer orador, por mais brilhante que seja.

Esteja sempre consciente que as ideias mais nocivas vêm embaladas num pacote dourado. Procure sempre o nexo causal entre as ideias. Haja como um investigador: qual a real motivação por trás de um projeto de lei ou uma política? (a quem interessa o crime?) Tenha sempre um pé atrás. Parta do pressuposto que todo jornalista é mentiroso até que prove o contrário. Desconfie de todos os políticos. Os maiores embromadores da história eram grandes oradores. Desconfie daqueles que dizem o que a plateia quer ouvir. Desconfie das unanimidades.

Em passado recente tivemos grandes embromadores no poder: Fernando Henrique Cardoso (o Soros Boy), Lula da Silva (do Foro de São Paulo) e agora Paulo Guedes (o Homem da Banca).

Estamos caminhando céleres para a total desindustrialização do país. Com o conluio desses e outros grandes embromadores as forças globalistas nos empurram de volta aos tempos coloniais, onde éramos apenas uma nação exportadora de commodities – basicamente produtos agrícolas. A lavagem cerebral está em pleno andamento: Agro é tech, Agro é pop, Agro é tudo!

Não! Definitivamente não! Agro não é tudo. Este não é um destino inevitável.

Resista!

A PALAVRA DO EDITOR

EDITOR EM DÚVIDA PROFUNDA

Essa charge aí embaixo está circulando na internet.

Dizem que ela foi publicada num jornal alemão.

Fiquei confuso e sem entender o que ela quer dizer.

Tô meio leso do juízo por conta da fumaça das queimadas que chegam da Amazônia aqui nos ares do Recife.

De modo que apelo pro fubânico Ceguinho Teimoso, especialista em pesquisas computacionais que desmascaram as feiquinius.

Isto foi mesmo publicado num jornal europeu?

E que danado é que esta charge significa?

Esse dedo é pra enfiar no cu de quem?

Hein?

Ajude-me, Ceguinho.

Conto com você.

A PALAVRA DO EDITOR

PONOGRAFIA SUPREMA

Quando a gente pensa que a capacidade do STF de se atolar na merda e na lama chegou ao limite extremo, nos surpreendemos com uma nova patifaria.

A frequência está aumentando de tal maneira que devemos chegar à média de uma canalhice por dia.

O órgão máximo do Poder Judiciário se transformou numa zona, num puteiro desqualificado que mata de vergonha os cidadãos de bem deste país.

Quero deixar bem claro que, ao fazer esta comparação, não estou cometendo qualquer ofensa aos puteiros, ambiente de trabalho de mulheres honestas que dão duro (e levam duro) para ganhar a vida.

Uma casa que é presidida por Toffoli, que tem uma tal de Segunda Turma, que abriga indivíduos do porte de  Lewandowski, de Gilmar… 

Putz!!!!

Chega!

Paro por aqui.

Não aguento continuar digitando os nomes desses pulhas porque me dá uma ânsia de vômito da porra.

Francamente, fico estressado, meu coração palpita e meu peito de cidadão patriota ferve de raiva com essa calamidade que veio a se tornar o Supremo Tribunal Federal, vergonha de toda a Nação Brasileira.

Pra amenizar o estresse, dedico a esses canalhas togados uma música pornográfica, bem à altura do pornográfico trabalho que eles desempenham.

Uma interpretação do xibungo alagoano Danny Bond, autor de vários sucessos.

A cada dia vou postar um destes sucesso.

Composições pornográficas, esculachadas, safadas, à altura mesmo desta porra que usa a sigla de STF.

Tirem as crianças de perto do computador e vamos ouvir Eu Chupo Pau.

Música que está bem ao nível da atuação dos nossos supremos togados.

Canta, Danny Bond!!!

A PALAVRA DO EDITOR

O JATINHO DE HUCK

A Direita Liberal e a Mídia Amestrada fizeram o maior escarcéu com a notícia de que o apresentador Luciano Huck contraiu um empréstimo de R$ 17,7 milhões no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para a compra de um jatinho privado. O jornal virtual O Antagonista posteriormente divulgou uma lista com outros 134 brasileiros proprietários de aeronaves adquiridas com financiamento do BNDES, entre eles jogadores de futebol e duplas sertanejas. Como pano de fundo um suposto escândalo vinculado à tal “Caixa Preta” do BNDES.

Ora, o que essas pessoas querem? O que nosso presidente Bolsonaro quer? Que essas pessoas comprem aviões no estrangeiro? Se não comprarem da Embraer vão comprar da Cessna, da Lear ou da Dassault. Todos os fabricantes de aeronaves no mundo têm incentivos governamentais de seus países para financiar suas vendas. Haja vista a grande batalha que a Embraer travou (e ainda trava) contra sua concorrente mais direta, a canadense Bombardier, que recebe muito mais incentivos governamentais que ela. Seria um absurdo que uma empresa brasileira (bem, hoje em dia nem tanto) não tivesse o mesmo tipo de apoio de nosso governo.

Entendam: o BNDES não financiou Luciano Huck, nem Claudia Leitte nem Victor e Leo, mas sim a Embraer que, não fosse isso, não teria como competir com os fabricantes estrangeiros.

O que estamos assistindo é uma campanha sistemática para a extinção de nosso banco de fomento, justamente quando o país enfrenta a maior crise de sua história, com níveis recorde de desemprego.

Critica-se muito o BNDES por ter financiado obras da Odebrecht e outras empresas de engenharia nacionais no estrangeiro. O erro não está em financiar empresas nacionais em concorrências no exterior, mas sim fazê-lo em países incapazes de honrar sua dívida.

Da mesma forma, não é errado um ex-presidente fazer lobby para empresas nacionais aproveitando-se dos conhecimentos obtidos durante seu mandato. Inúmeros ex-presidentes dos EUA fizeram (e fazem) isso. Mais uma vez insisto: o erro está em não se usar critérios bancários objetivos para nortear estes empréstimos e garantir o retorno do dinheiro aos contribuintes.

Um erro não justifica o outro. Em todo o mundo reconhece-se a importância dos bancos de desenvolvimento e seu papel central na promoção do crescimento e em estabilizar a economia.

Como muito bem disse o economista Joseph Stiglitz em recente artigo na Folha de São Paulo, “É por isso que a Europa vem expandindo seu banco de desenvolvimento, o Banco de Investimento Europeu, o maior do planeta. É por isso que alguns estados dos EUA criaram novos bancos de desenvolvimento. É por isso que o mais importante grupo de países de mercado emergente, o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), criou o Novo Banco de Desenvolvimento, que vem florescendo e fazendo uma contribuição importante ao desenvolvimento”.

Forças anti-nacionais, aproveitando-se da justa indignação popular com as maracutaias havidas no BNDES durante o governo do PT, tentam de todas as formas acabar com o banco. Se há algo errado no banco, que se tomem as medidas necessárias para corrigi-lo.

Não podemos esquecer que a Banca nativa cobra os mais altos juros do planeta e são incapazes de financias as pequenas e médias empresas. Mesmo assim, não admitem concorrência.

Poucas pessoas percebem que a corrupção existe tanto em empresas estatais como privadas. Porém, o grau de corrupção entre empresas privadas e o Estado é muito maior e nefasto do que com empresas estatais e os agentes públicos. Está aí a JBS que não me deixa mentir. Esta aí a Chevron e sua relação promíscua com o Senado Brasileiro como revelado pelo WikiLeaks.

Não nos deixemos enganar: o país está sob ataque. Esqueçam o boquirroto Macron e a França. Concentremo-nos na quinta coluna nativa que é muito mais perniciosa.

A PALAVRA DO EDITOR

CONVERSANDO MIOLO-DE-POTE NA MESA DO BAR

O fato se assucedeu-se no sábado passado, 24.

Eu, abstêmio compulsório, fui convidado pra participar do programa Mesa de Bar, da Rádio Jornal aqui do Recife, junto com mais quatro outros participantes, conforme noticiei no JBF.

Tudo gente ilustre. O mais vagabundo era só eu mesmo.

O evento foi realizado nas mesas do Caldinho do Nenen, patrocinador do programa, um templo recifense da gastronomia nordestina, com um cardápio de frutos de mar de dar água na boca.

Belisquei tanto camarão que chega saí de bucho cheio!

O programa foi ao vivo e a cores, com transmissão pros quatro cantos do Planeta Terra e a participação dos ouvintes via internet.

No domingo à noite, foi reprisado.

Tudo que é besteira nesse mundo faz um sucesso danado.

Vôte!

Quem quiser perder seu precioso tempo, é só assistir ao vídeo abaixo.

Tem um noticiário na abertura e o programa começa mesmo lá pelos 8 minutos.

Um hora e meia de conversa mole.

A PALAVRA DO EDITOR

TODOS OS BRASILEIROS DECENTES ESTARÃO NAS RUAS HOJE

Já vesti minha camiseta da cor Amarelo-Brasil e estou indo pra rua aqui no Recife, na beira da praia, bairro da Boa Viagem.

O único vermelho que carrego é o meu sangue e a minha indignação com o STF.

O Brasil inteiro estará nas ruas nesta tarde de domingo, dia 25 de agosto.

Tô com a garganta bem afiada pra mandar Gilmar, Toffoli e tudo quanto é fela-da-puta e canalha deste país tomarem no olho do cu.

Com gritos bem altos.

Os leitores fubânicos que quiserem, podem mandar fotos, vídeos e notícias das manifestações em suas cidades.

A PALAVRA DO EDITOR

UMA DEDADA PAJARACAL BEM NO OLHO DO RABO

Vários leitores mandaram aqui pro JBF o vídeo que está aí embaixo.

Um vídeo que contém o pronunciamento de um médico lá de Rondônia, o Doutor Wagner Jorge Leite Júnior.

Pelo que ele fala, eu desconfio que seja um Proctologista.

Proctologista é aquela nação de médico que enfia o dedo no furico da gente pra saber como anda esta sujeitinha escrota chamada próstata.

Só que, neste caso, ao invés de enfiar o dedo no furico de um paciente, o Doutor Wagner Jorge enfiou mesmo foi uma pajaraca de grosso calibre.

Enfiou sem pena e sem vaselina.

E enfiou esta pajaraca bem no olho do rabo de um time de idiotas, conhecido como Babacas  Zisquerdóides Futebol Clube.

Escutem e vejam se eu não tenho razão:

A PALAVRA DO EDITOR

ABSTINÊNCIA NA MESA DO BAR

Neste sábado, 24, este Editor irá participar do programa Mesa de Bar, na Rádio Jornal aqui do Recife, a nossa emissora de maior audiência.

O programa é comandado pelo radialista Wagner Gomes

Estarei ao lado de mais outros quatro convidados.

Uma tremenda ironia da vida: eu, abstêmio compulsório, obediente às ordens do meu cardiologista, participando de um programa chamado “Mesa de Bar“…

Será um encontro abestatório-filosofofal, com amplo enchimento de linguiça e conversação de miolo-de-pote.

A transmissão será ao vivo, diretamente do Bar Caldinho do Nenen, recanto marcante da boemia e da gastronomia recifense, localizado no bairro do Pina.

A chamada divulgada pela Rádio Jornal para o programa de hoje me colocou na condição de “jornalista”.

Vejam:

Num sei mesmo de onde tiraram isso.

E o pior: não sei se estão me elogiando ou me avacalhando…

Bom, ser chamado de “jornalista” é o de menos.

O danado foi escrever “Luis” com “s”.

Dona Quiterinha, minha saudosa mãe, muito zelosa com estes detalhes, vai ficar danada.

O programa começa daqui a pouco, às 11 da manhã.

Com imagem e som.

Vocês poderão ver minha linda figura a cores e ao vivo!

Conto com a audiência de toda a comunidade fubânica.

Para abrir a página da Rádio Jornal, basta clicar aqui.

A PALAVRA DO EDITOR