IMPRENSA CALUNIADORA

A mulher com quem o presidiário Lula diz pretender se casar após sair da prisão, Rosângela da Silva, a “Janja”, recebe R$ 16.769,57 por mês, para atuar na área de “responsabilidade social” da estatal Itaipu Binacional, onde a média salarial é de R$ 8.779,68.

Como prova de que o “padrinho” era forte, ela foi nomeada em 1º de janeiro de 2005 para trabalhar em Curitiba e não próxima à hidrelétrica, em Foz do Iguaçu.

A menos que a data tenha sido fraudada, Itaipu abriu as portas para formalizar o contrato de “Janja” em pleno feriado nacional.

Relacionando-se com Lula há anos, “Janja” ganhou a boquinha em Itaipu sem fazer concurso ou passar por qualquer processo seletivo.

“Janja” foi contratada por ordem do então presidente de Itaipu, Jorge Samek, petista do Paraná obediente a Lula, que o nomeou.

O ex-presidente ao lado de Jorge Samek, o militante petista que nomeou Janja para a Itaipu por ordem de Lula

* * *

Só mesmo uma imprensa reacionária e fascista como esta nossa poderia publicar uma mentira cabeluda desta magnitude.

Janja é uma moça gabaritada, preparada e competente.

Ela sabe enfrentar um duro da porra no seu serviço.

O amor entre estes dois pombinhos, Lula e Janja, é tocante e comovente.

A Editoria do JBF dedica aos apaixonados noivos uma linda música na voz de Nat King Cole, ao mesmo tempo que deseja ao casal muitas e muitas felicidades nos próximos 20 anos de visitas íntimas.

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GONZAGA – JOINVILLE-SC

Esculhambado Papa Berto

Mando está contribuição que era para assinatura de 6 meses da Folha de São Paulo….

Como aquele jornaleco não serve mais nem pra embrulhar peixe, passei pra esta sua gloriosa (ESCROTA) gazeta.

Espero que a Chupicleide não se ofenda

Abraços

R. De fato, embrulhar peixe com a Folha de S. Paulo é um atentado ao meio ambiente.

Este pasquim desavergonhado, a Folha de S. Paulo, que atualmente é um dos grandes partidos de oposição ao governo em forma de jornal, não serve nem mesmo pra limpar a bunda. Iria sujar o furico do obrado.

Agora, aqui entre nós: 

É mais fácil você enxergar um elefante avuando nos ares ou escutar Gleisi  Hoffmann falando a verdade do que ver Chupicleide ofendida com uma doação.

De jeito nenhum!!! Não mesmo!!!

Pode acreditar que ela chega se peidou-se todinha de tanta alegria com seu generoso depósito.

Gratíssimo pela força e pela audiência!

Vocês leitores são a grande base de sustentação e de apoio a esta gazeta escrota.

Aproveito a oportunidade para mandar um abraço ao colunista fubânico José Narcelio pela doação que fez para ajudar a pagar o 13º do ano passado da nossa secretária Chupicleide.

Chupicleide  se rindo-se e se peidando-se todinha de alegria com a generosidade dos leitores fubânicos

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FIGURAS MACABRAS

O quadro tétrico, diabólico, assombrado e assustador aí de cima é um brinde da Editoria do JBF para seus leitores que são catimbozeiros e praticantes da magia negra.

Quem quiser fazer um despacho neste final de semana, pode utilizar qualquer uma destas horrendas figuras.

Despacho brabo, pesado, fuderoso, carregado, pra lascar a vida de qualquer tipo de fela-da-puta.

Por exemplo: uma vizinha chata, um eleitor do PSOL, um idiota que usa celular enquanto dirige ou um petista militante.

Este sexta-feira, 24 de maio, é o dia em que a Mãe de Calor-de-Figo limpa os dentes com uma escova fabricada com os pentelhos da sogra de Belzebu, a madrasta de Caralho-de-Asas come bimba de gato frita em sebo de bode, a nêga Espanta-Cacete amarra o pixaim com biliros feitos de ossos de cachorro doido, a madrasta de Cavalo-do-Cão come barro e caga tijolo pra levantar a caverna do Tinhoso, a cabôca Traça-Pica faz careta pra Tranca-Rua em cima de um pinico de loiça, a enfezada Catraia Sibita lava a priquita com o mijo da Besta Fera pra se enxugar com um pedaço da estopa de Maria Mulambo e a irmã de Pancanha cata chatos na barba do cabôco Papa-Cu.

De modo que as imagens daquelas assombrações lá de cima estão coerentes com esta sexta-feira do Cão.

Use a abuse!!!

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DEVIA TER DADO

Afrânio aparentava boa saúde, caminhava diariamente às 17 horas pela orla. Naquela tarde Afrânio, andando, sentiu um mal estar, dor no peito, caiu no chão. Socorreram, colocaram-no em um taxi, avisaram à Paula, sua esposa, levaram o infartado ao Hospital, ao chegar estava morto. Foi uma choradeira entre parentes e amigos, os dois filhos que moram em São Paulo pegariam o primeiro avião. A notícia correu rápida no Facebook, postaram o laço preto, a foto e as notícias fúnebres elogiosas. “Alagoas fica menor. Morre Afrânio Cavalcanti grande empresário, o velório será o Parque das Flores e o enterro às 17 horas de amanhã.” Afrânio era muito querido, gentil, trabalhador, bom pai de família. Teve vários casos, mas nunca se prendeu a alguma de suas aventuras. A esposa minimizava esse defeito para viver bem.

O Parque das Flores logo ficou repleto, as duas amigas Paula e Ritinha abraçadas diante do caixão choravam em desespero aquela tragédia, os amigos consolavam a viúva. Foram 31 anos de casados, eles viviam em harmonia possível. Quando os filhos foram para o Sul estudar e ficaram por lá, o casal ficou mais amigo, precisavam um do outro. Paula chorava aos prantos diante do marido inerte no caixão, sabia que nunca mais teria seu bom humor, seu carinho e as noites gostosas de amor, afinal, Afrânio era sábio de cama.

Deram um calmante à Paula, ela deitou-se nos aposentos do velório. Ritinha acordada aguentou no salão olhando para o defunto, estava chocada, desesperada, arrependida, havia descoberto naquele momento doloroso que amava Afrânio, marido de sua melhor amiga, sua cabeça pensava em perda, lamento e traição, quando apareceu a amiga Miriam convidando-a a um passeio pela alameda iluminada do cemitério. Sentaram-se no banco embaixo de enormes pés de eucaliptos. Foi naquele momento que ela desabafava junto à amiga.

– ”Eu devia ter dado a ele.” Continuou abrindo seu coração para Miriam.

– “Eu e Paula sempre fomos grandes amigas. Depois que me separei do Arnaldo, comecei a sair com o casal, Afrânio cheio de bom humor vivia me arranjando namorado, até que dei algumas escapulidas com alguns. Ano passado na praia de Paripueira em um passeio na piscina natural, eu estava segurando a jangada com o corpo dentro d’água, de repente, senti um corpo junto ao meu por baixo d’água, entrelaçou-me entre as pernas, deu-me uma gostosa excitação, olhei nos olhos de Afrânio e balancei a cabeça negando amavelmente. Aquele momento me agradou confesso, eu adorei. Dias depois me encontrei com Afrânio no Shopping, ele convidou-me para um sorvete. Sentamos, ele perguntou se eu acreditava que um homem podia amar duas mulheres? Porque me amava e era tarado por mim. Já pensou? Eu quase sessentona. Mandei que ele se aquietasse, já não era mais menino, não ligou, continuou a conversa. Fez-me a proposta indecente. Por que não um encontro em vez em quando num motelzinho gostoso? Não precisava Paula saber.

Eu saí do Shopping excitada com a proposta, porém, havia uma amiga no meio do caminho. Afrânio quando podia, dizia-se apaixonado, eu resisti durante esse tempo todo. Hoje eu o vendo morto, inerte, a vida acabada, fiquei num profundo sentimento de perda e de arrependimento. Eu devia ter dado a ele, Miriam”.
Retornaram ao velório, Ritinha procurou Paula, ela estava sozinha no quarto, sentada na cama, deu duas batidas no colchão com a mão, convidando a amiga sentar-se. Abraçaram-se. A viúva puxou conversa.

– “Minha querida amiga, Afrânio gostava muito de você, muito mesmo, eu não sentia ciúme. Ele lhe tinha um carinho especial, eu percebia. Agora que tudo acabou, diga-me, até por curiosidade, continuarei sua amiga seja qual for a resposta. Vocês transavam?”.

Deu-se um momento longo de profundo silêncio.

– “Paula vou lhe contar a verdade, fui-lhe amiga fiel com muito esforço. Afrânio tentou, tentou muitas vezes, insistente. Confesso várias vezes tive vontade, só não dei, para não lhe trair”.

– “E eu pensava que vocês transavam. Você devia ter dado, o bichinho queria tanto.” Disse Paula chorando, beijando a testa da amiga.

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PRESIDENTES

Como todos sabem, o Brasil tem em sua história uma longa ditadura. Foram 15 anos, de 1930 a 1945. Começou disfarçada, como é usual, com promessas de nova constituição e de eleições próximas. Pouco a pouco, foram aparecendo o autoritarismo, a censura à imprensa, o desaparecimento de opositores, a repressão a qualquer idéia discordante. O ditador, todos sabem, era grande admirador do fascismo de Mussolini.

Encerrada a ditadura, o Brasil passou a decidir seus rumos através de eleições. Vamos passear um pouco pela história e relembrar as escolhas que fizemos.

– Nosso primeiro presidente após a ditadura Vargas foi um militar, o Marechal Eurico Dutra. O fato mais conhecido de seu mandato foi a proibição, numa canetada, dos cassinos e jogos de azar, levando muita gente à falência e ao desemprego.

– De forma provavelmente inédita no mundo, elegemos o ex-ditador que havia sido deposto cinco anos antes. Envolto pelo mar de lama, saiu da vida para entrar na história, suicidando-se com um tiro no coração.

– O próximo foi Juscelino Kubitschek. Assim como Quéops gravou seu nome na história construindo sua pirâmide, Juscelino construiu sua cidade. Para isso, quebrou a previdência, multiplicou a divida do país por cinco e aumentou a inflação. Para a classe média, crédito farto para comprar carro, TV e eletrodomésticos. Para os pobres, emprego farto nas fábricas que produziam os bens que a classe média comprava. Como sempre acontece com crescimento econômico baseado em crédito, a bolha estourou, mas seu mandato já havia acabado.

– Em 1960, elegemos Jânio Quadros. Em apenas sete meses, este doido tomou medidas importantes como proibir o biquíni e o lança-perfume, além de condecorar Che Guevara e receber agentes da KGB em Brasília para negociar uma aproximação com a União Soviética. Também mandou que o exército conquistasse a Guiana Francesa. Como não tinha apoio do congresso e por isso não conseguia governar, renunciou achando que o povo se mobilizaria para mantê-lo no poder. Não sabia ele que a única coisa capaz de provocar este grau de mobilização no povo brasileiro é o futebol.

– Seguem-se dois anos e meio de confusão sob o governo de João Goulart, e vinte e um anos de “ordem e progresso” (a ordem mantida à força, e o progresso, bancado por endividamento e inflação) sob uma nova ditadura, desta vez chefiada por militares.

– A ditadura entregou o poder para Tancredo, mas quem levou foi José Sarney. Veio uma nova constituição, a pior de nossa história, e cinco anos de uma corrupção e um desgoverno tão toscos que chegam a ser engraçados – menos para quem sofreu suas consequências, lógico.

– Primeiro presidente eleito pelo povo depois de trinta anos: Fernando Collor. Mais corrupção, mais incompetência, mais desgoverno. Queria governar sem o congresso, como Jânio, mas não tentou o golpe da renúncia. Afundou no mar de lama, mas não se suicidou como Getúlio, desperdiçando a chance de entrar para história como herói, como este (e Tiradentes – nosso país adora heróis perdedores).

– Próximo presidente: Fernando Henrique, o garboso. Embora tenha sido abertamente de esquerda durante toda sua vida, o PT, derrotado na eleição, passou a afirmar que ele era de direita – para o PT, tudo que não seja o PT é direita. Como nossa imprensa repete tudo que o PT fala, FHC e seu partido (que tem social-democrata no nome) passaram a ser considerados “direita”. A maior qualidade dos dois governos de Fernando Henrique foi não estragar muito a economia, que havia recebido um conserto importante com o plano real. A corrupção continuou aumentando, a qualidade do ensino continuou caindo, a balbúrdia institucional criada pela constituição de 88 continuou aumentando.

– Próximo: Lula, o divino. Dono de uma sorte invejável, Lula herdou o trono quando a crise da Ásia já havia passado, a China estava no auge de seu impulso desenvolvimentista e o mau governo de George W. Bush nos EUA enfraquecia o dólar. Tudo isto somado colocou o Brasil em um surto de prosperidade que foi, naturalmente, desperdiçado. A dívida foi multiplicada por cinco, como fez Juscelino. A corrupção continuou aumentando, agora mais rápido que no governo anterior. A qualidade do ensino começou a despencar, ao invés de apenas cair. A balbúrdia institucional superou a era Sarney.

– Próximo: Dilma, a inarticulada. Caso único de falta de lógica e raciocínio, não percebeu que os anos de bonança internacional que beneficiaram Lula já haviam passado. Como achava que entendia de economia, tomou uma série de medidas que colocaram o Brasil na pior recessão de sua história. Levou cartão vermelho por incompetência e vive, ao que parece, do rachid dos oito assessores que tem à sua disposição.

A situação atual: A recessão da era Dilma talvez esteja terminando, ou talvez esteja se agravando novamente. A corrupção nunca foi tão grande nem tão bem amparada, com um amplo time de defensores no Congresso, no Supremo, no Ministério Público e em vários outros órgãos públicos. A situação do ensino atingiu um novo marco: não são apenas os alunos que são analfabetos funcionais, mas os professores também. As instituições praticamente não existem mais, exceto para defender seus próprios interesses. O governo não governa, o legislativo não legisla, o judiciário não faz justiça: os três poderes se dedicam unicamente à política e à disputa por poder.

O presidente? No momento, parece seguir os passos de Jânio Quadros e Fernando Collor. Não tem apoio no Congresso e aparenta não saber como consegui-lo. Gostaria de mandar sozinho e impor suas decisões, mas não tem força para isso. Ao invés de se dedicar aos grandes problemas, aumenta a confusão com polêmicas inúteis sobre porte de arma, hino nacional nas escolas e crianças vestidas de azul ou rosa. É adorado por uma parte da população e odiado por outra parte. Uma terceira parte, cada vez maior, se preocupa com o futuro: teremos outro Jânio (renunciando), outro Collor (sendo destituído) ou outro Sarney (arrastando-se até o final do mandato para entregar ao sucessor um país em frangalhos)?

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LILIANA FALANGOLA – RECIFE-PE

Papa Berto

Dei abrigo a São Benedito desde que ele saiu d “A Prisão…

Veja na foto abaixo, que tenho em casa:

Ele, São Benedito, e meus bisavós, Cecília e Sebastião Borges de Souza.

Um abraço,

R. Minha querida amiga, que bom voltar a ter notícias suas e ver você por aqui.

A última vez que nos encontramos foi no cafezinho do Pão de Açúcar, lá na Avenida Rosa e Silva, quando matamos as saudades e fizemos muitos fuxicos.

É um privilégio ter como amiga uma especialista em Recife e sua história.

Liliana Falangola no comando do barco que leva turistas para um belo e inesquecível passeio pelas águas do Rio Capibaribe

Que imagem arretada essa que você me mandou!

Um flagrante que traduz com perfeição a pessoa culta e sensível que você é.

São Benedito entre os seus bisavós, protegendo e velando pela sua casa.

Você está muito bem protegida mesmo!

Devo muito a este santo querido, pois foi com a crônica onde conto a história de sua prisão em Palmares que comecei o meu ofício de escriturador.

A sexta edição de “A Prisão de São Benedito” está pra sair nos próximos dias.

É um livro que vende que só a peste.

Os leitores gostam muito dos desmantelos acontecidos em Palmares e que descrevo neste opúsculo.

Gratíssimo pelo contato.

Apareça mais vezes. Será uma grande alegria. 

Capas da terceira e da quinta edição de A Prisão de São Benedito

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BANDIDO NÃO GOSTA DE XERIFE

Tanto o presidente da República quanto o próprio Sergio Moro procuraram minimizar a decisão da Câmara dos Deputados que manteve o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) incorporado ao Ministério da Economia. Com isso, morreu a ideia da transferência do órgão para a área do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ambos fizeram de conta que faz sentido os argumentos mais invocados pelos parlamentares que vetaram a mudança:

1) O Coaf continuará subordinado ao mesmo governo;

2) O Coaf seguirá fazendo o que fez quando solicitado a agir pelos condutores da Operação Lava Jato.

Se fosse assim, por que Sergio Moro teria combinado com Bolsonaro que o Coaf passaria ao controle do ministério que chefia? Por capricho? Para ampliar o vasto território que já administraria? Não, evidentemente. Moro apenas queria promover adaptações e aperfeiçoamentos que tornariam o Coaf muito mais eficiente do que tem sido, e preparariam o órgão para enfrentar os desafios que vêm por aí.

Até agora, o Coaf só atuou no âmbito da Lava Jato, que se concentra nas investigações sobre o Petrolão. Moro pretendia utilizá-lo para reforçar a frente ampliada de combate à corrupção e, sobretudo, para vencer a guerra contra organizações criminosas que dominam o narcotráfico e o sistema carcerário. O Coaf ajudaria, por exemplo, a apressar o fechamento de torneiras que fazem do PCC uma potência financeira. Com a estrutura atual, isso não será possível.

Se tanto faz manter o Coaf no Ministério da Economia ou transferi-lo para o Ministério da Justiça, a Câmara dos Deputados não teria rejeitado a proposta de Moro. As manobras que resultaram no veto foram comandadas pela maior bancada da Câmara, formada pelos adoradores do foro privilegiado. Esse ajuntamento suprapartidário vai da petista Gleisi Hoffmann ao tucano Aécio Neves. Como os seus parceiros deputados, ambos já estariam no banco dos réus se não fossem protegidos por essa obscenidade que mantém delinquentes incuráveis longe de tribunais e cadeias. Esse bando tem tanto apreço pelas ideias de Moro quanto Marcola, o chefão do PCC.

Também não foi por acaso que a votação da reforma administrativa foi interrompida antes de ser avaliada a excrescência que impede auditores da Receita Federal de denunciarem quaisquer bandalheiras que não sejam crimes fiscais. O que não falta na Câmara é gente com contas a ajustar com a Justiça, a começar pelo presidente Rodrigo Maia, conhecido pelo codinome Botafogo no Departamento de Propinas da Odebrecht e envolvido em histórias muito mal contadas ocorridas na sala do cofre da Gol.

Como ensinam os faroestes, bandido não gosta de xerife.

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FLAVIO BOLZANI – BAURU-SP

Caro Editor Berto,

Gostaria de consultar vossa sapiência para saber se esta notícia é verdadeira.

Recebi agora há pouco e fiquei em dúvida.

Aguardo vosso sábio parecer

R. Caro leitor, depois do triplex, do sítio e das fartas e abundantes argumentações da defesa de Lapa de Corrupto, esta notícia tem todas as condições de ser verdadeira.

Confesso a você que não tenho dados pra julgar.

Mas, pelo que todos nós conhecemos, é uma notícia que tem tudo pra ser verdadeira.

Acredito que a defesa do proprietário do PT tenha realmente feito esta declaração.

Mas pode ficar tranquilo que logo teremos um esclarecimento.

O fubânico Ceguinho Teimoso é um grande especialista no atualmente prisioneiro por corrupção e lavagem de dinheiro, sua vida, suas obras e seus amores.

Com certeza ela vai nos dar um esclarecimento.

Fiquemos na espera.

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