ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

Caro e estimado Papa

Infelizmente esses esquerdóides estão a fazer uma das coisas que bem sabem fazer, que é fofoca.

Enquanto não descobrem onde afanar mais um pouco de nosso sofrido dinheirinho, se apegam a tudo, para não mostrar a bunda suja que carregam, como nesse episódio do canto do Hino Nacional.

“Esqueceram”, com a ajuda dos “jornalistas” puros e isentos, que essa obrigação foi estabelecida por lei, aprovada pelo nosso ínclito e eficiente congresso nacional, sancionada pelo então vice-presidente José de Alencar e chancelada pelo então ministro da deseducação Fernando Haddad.

Veja o texto, publicado no DOU de 22.09.2009:

4 comentários em “ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

  1. Mas poderia ter omitido o slogan da campanha, não? Ou vai ter terceiro turno ? Precisa avisar estes ministros (educação, Itamaraty e mulheres) que estão lá pra ajudar e, não, arrumar problema.

    • Concordo com você Luis. Os ministros são despreparados, salvo raras exceções como Moro e Paulo Guedes. Não posso falar dos militares porque conheço pouco, mas esse da educação é uma bosta. Não há proposta educacional. Essa coisa hino me faz lembrar meu professor de História, o inesquecível João Gabriel, na minha querida Tabira. A gente declamava o hino nacional. Um começava e depois de uns versos ele mandava outro continuar. Ele mandava a gente pesquisar o nome do governador e do vice de cada estado. Vim morar em Recife e estudei numa escola chamada Edwirges de Sá Pereira. A gente cantava todo dia o hino nacional e o da escola que era preconceituoso pra cacete. Elogiava Edwirges e dizia “embora solteira fostes mãe”. A gente perdia 20 minutos de aula. Isso prejudicava a carga horária. Um dia eu falei com a coordenação sobre isso e sugeri que os valores pátrios fossem tratados na aula de História e de Moral e Civica. Deu certo. Agora fica essa babaquice. Filmes americanos são obrigados a mostrar a bandeira em, pelo menos uma cena. Nascer em 04/07 é motivo de orgulho. Aqui, a gente perde tempo com essas tolices.

  2. Memória curta deste povo. Quando estudei em Colégio Militar, uma vez por semana tinha formatura geral e éramos obrigados a cantar o Hino Nacional. Fazíamos com muito orgulho. Não vejo onde está o problema. Depois fui estudar no Colégio Nazaré, em Belém, dos Maristas. Uma vez por semana, também em formatura geral, que mais parecia recreio, éramos obrigado a cantar o Hino à Maria. Nem tanto orgulho, mas era norma. Também não vejo onde está o problema.

  3. Estudei em escola publica o primário ( em escola de fazenda e depois na cidade) guarda pó branquinho, perfilados cantando com orgulho, mão no peito, o hino nacional hino a bandeira e tantos outros,,Ginásio, uniforme caqui, blusào com botòes dourados, sapatos pretos..Aula de música hinos, solfejos e musicas folclóricas..Tinhamos um livreto hinário, com a letra de todos os hinos, e todos os caderno traziam na contracapa, a letra de um dos hinos. Tinhamos orgulho de ser brasileiros, mas jamais chegamos a amar nossa terra como os americanos. Podem falar mas eles são o que são porque respeitam seus professores e seu país, Interessante como estrangeiros que lá se radicaram passaram a ter o mesmo respeito, o mesmo orgulho. Na semana da independencia, as imobiliarias espetam nos jardins de todas residencias uma pequena bandeira dos EUA.. Em todos os jogos alguem canta o HINO e a platéia parece que nem respira de tanta emocão, em seguida, fazem homenagens aos idosos.. Vivi um ano lá e senti grande inveja do orgulho que aquele povo tem de sua PATRIA e sua NACÃO, coisa que infelizmente ainda não somos. NACÃO.

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