A FOLHA NÃO FALHA

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Esta chamada apareceu sábado passado num jornaleco petêlho-zisquerdista chamado Folha de S.Paulo.

O destaque dado a este horrível tema resume admiravelmente o fétido excremento que as zisquerdas banânicas tem na cabeça.

Se alembrei-me da grande bosto-filósofa lulista Márcia Tiburi, candidata derrotada do PT ao governo do estado do Rio nas últimas eleições.

Assalto tem lógica e facções criminosas reduzem as taxas de criminalidade.

Puta que pariu!!! É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

2 pensou em “A FOLHA NÃO FALHA

  1. Alguém deve ter descolado uma bela bolsa numa Federal da vida para descobrir o que todo mundo já sabe:

    Em favela controlada pelos traficantes (quase todas), ou o cara anda certinho ou aparece com a boca cheia de formiga.

  2. É um raciocínio de uma estupidez petralhal (neologismo – acabei de inventar). Segundo o idiota,
    o ideal é liberar geral e entregar o comando de tudo nas mãos do PCC. Esse sujeito não tem idéia (assim mesmo – com acento. Idéia sem acento é algo que me recuso a aceitar) do que seja um Tribunal do Crime, que é como o PCC julga os desvios de conduta nas áreas em que está no comando. Esse jornalistinha mequetrefe da Folha só faz repetir os princípios da Escola de Frakfurt que enfiaram em sua cabecinha ôca (ôca sem acento é casa de índio) em uma dessas nossas escolas de jornalismo que só ensinam porcaria. A esperança desses caras está no “lumpen proletariat” – o proletariado em farrapos – que Marx tanto detestava, formado por punguistas, proxenetas, traficantes de drogas, batedores de carteira, assassinos de aluguel e outros que tais transformados em Classe Revolucionária por Max Horkheimer e sua galera de filhinhos de papai, que não tinham roupa suja no tanque para ocupar suas lindas cabecinhas de vento (TODOS os Frankfurtianos eram filhos de gente abastada, excetuando-se o Herbert Marcuse, que era um durango e por isso mesmo tratado como capacho pelos demais). Mande esse babaca viver uns 3 meses na favela – como um zé ninguém, não como jornalista da Folha – e vamos ver se o tonto continua pensando do mesmo jeito…

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