DEU NO JORNAL

UMA PARELHA DE PERSEGUIDOS POLÍTICOS

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) foi condenado a mais 18 anos de prisão pelo juiz Marcelo Bretas, nesta terça-feira (30).

É a 10ª condenação de Cabral na 1ª instância.

Desta vez, ele foi julgado culpado na Operação Ratatouille, desdobramento da Lava Jato fluminense.

A ação denunciou pagamento de propina no fornecimento de merenda escolar e prisional.

As condenações de Cabral na primeira instância agora chegam a 215 anos e 11 meses de prisão.

* * *

Dois séculos e mais de uma dezena de meses de cadeia.

É tempo demais obrando de cócoras no cagador da prisão.

Coisa horrorosa!

Estamos diante de um perseguição injusta contra um homem inocente, um político de caráter, um cidadão honrado e que foi eleito com o decisivo apoio de Lula, outro perseguido por esta onda infame de politizar a justiça. 

Ainda bem que aqui no JBF nós temos um causídico do porte de Ceguinho Teimoso, grande advogado luleiro, capaz de explicar pra gente que tudo isso é errado, é falso, é trambicagem, é perseguição, é canalhice, é safadeza tribunalesca.

Lula e Cabral, dois dos mais impolutos administradores que o Brasil já viu, estão sendo vítimas de uma onda fascista, direitista e reacionária.

Cabral Livre!!!

Lula Livre!!

AUGUSTO NUNES

BRASIL DO AVESSO

No faroeste à brasileira, é o bandido que persegue o xerife — mas agora a quadrilha acaba na cadeia

“Que haja o imediato afastamento do ministro Sergio Moro, pelos motivos já indicados. Em qualquer outro país democrático do mundo isso já teria ocorrido, pois está evidente que Moro não se comporta de acordo com a legalidade, insistindo em espantosos abusos de poder. Do mesmo modo, a Lava Jato em Curitiba não pode prosseguir com a atuação do procurador Deltan Dallagnol, à vista do escandaloso acervo de atos ilícitos, a exemplo do comércio de palestras secretas e do conluio ilegal com o então juiz Moro”.

Fernando Haddad, Flávio Dino, Guilherme Boulos, Ricardo Coutinho, Roberto Requião e Sonia Guajajara, em documento que pede o afastamento de Sergio Moro e Deltan Dallagnol, confirmando que, no faroeste à brasileira, é o bandido que persegue o xerife — mas a quadrilha agora acaba na cadeia.

FALA, BÁRBARA !

COMENTÁRIO SELECIONADO

DE CU CAÍDO

Comentário sobre a postagem MEMÓRIA DE UM PASSADO RECENTE

Joe Bass:

O que me deixou de cu caído foi ir até a Wikipédia ler a biografia desse terrorista e descobrir que ele serviu ao exército brasileiro com a intenção de aprender técnicas militares para aplicá-las na guerrilha.

E, sendo considerado desertor, recorreu à Comissão de Anistia para ser reintegrado pelas Forças Armadas.

E CONSEGUIU !!!!

O feladaputa foi reintegrado como terceiro sargento e garantiu a pensãozinha amiga para ele e para as filhas.

É o cu do cão …

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CHARGE DO SPONHOLZ

DEU NO JORNAL

ESGOTO JORNALÍFERO

Sergio Moro desmentiu a Folha.

Leia a nota que sua assessoria enviou ao jornal:

“O ministro da Justiça e da Segurança Pública esclarece que não teve acesso ao inquérito de investigação das invasões criminosas de celulares e mensagens de autoridades, sendo falsa a afirmação efetuada nesse sentido pelo colunista Leandro Colon. O twitter do dia 24/07 foi postado após a realização das buscas e prisões e a decisão judicial terem se tornado públicas.

A relação entre os hackers e as divulgações das mensagens era a esse ponto mais do que lógica. Também não houve acesso a lista de vítimas, tendo apenas o ministro se encarregado de, por questões de segurança nacional e pessoal, comunicar algumas autoridades de elevada posição, como o presidente da República, que estariam entre as vítimas.”

* * *

Essa Folha de S. Verdevaldo é um escândalo dentro da já escandalosa grande imprensa deste país.

Desde janeiro passado, quando as redações brasileiras abandonaram a missão de simplesmente informar e se uniram pra fazer oposição ao governo, o fedor domina o noticiário.

O esgoto jornaleiro banânico tá um caso de saúde pública.

DEU NO JORNAL

ABJETA DEFESA DO CRIME

Maria Lucia Victor Barbosa

Desde 9 de junho, Glenn Greenwald vem publicando no seu site IntercePT Brasil antigas e hackeadas conversas entre o então juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol.

Hackers, que chamei de ciberpiratas são criminosos que se escondem na tenebrosa deepweb de onde cometem roubos de contas bancárias, de reputações, de conversas particulares, de intimidades Nesse submundo virtual estão também pedófilos que enviam pornografia infantil, chantagistas, terroristas, traficantes de drogas, de armas, de pessoas, enfim, tudo que não presta em termos humanos. E ninguém está livre deles.

O antro é protegido através de tecnologias sofisticadas e recentemente um jornalista descobriu um manual de hackers que ensina métodos para os facínoras não serem pegos.

Pois bem, são bandidos desse tipo que nutrem o site de Grenwald. Bandidos, mas entendidos em manipulação eles podem decodificar vozes para depois reproduzi-las de outro modo, numa outra fala. Alteram imagens, coisa já feita por qualquer um na Internet. Apossam-se de números de celulares e fazem ligações simulando serem os donos do aparelho. São, pois, manipuladores com fins criminosos e devem se comprazer em destruir pessoas.

A essa escória, que pode ser classificada como psicopata, se associou Greenwald no que foi seguido pela revista Veja, o jornal Folha de S. Paulo e outros mais, todos numa explicita e abjeta defesa do crime.

Existem, vários tipos de jornalismo como de informação, investigação, opinião, que são necessários e importantes. Mas tem também o que já foi chamado de “jornalismo marrom”, que é aquele da difamação, dos escândalos, das fofocas, dos chamados fake news nome moderno para mentira com a qual se tenta denegrir uma pessoa. Não há dúvida que o jornalismo de Greenwald se encaixa no tipo marrom.

Contudo, apesar de todos os cuidados o hacker Walter Delgatti Neto, conhecido como “Vermelho” foi preso. Seu elo com Greenwald ele disse ter obtido por meio de Manuela D’Ávila, ex-deputada do PC do B e vice do candidato derrotado do PT, Fernando Haddad. Foram também presos Gustavo Henrique Elias Santos. Suellen Priscila de Oliveira e Danilo Cristiano Marques ou seja, a quadrilha completa.

Com a certeza da impunidade “Vermelho” tem um perfil no Twitter de onde achincalhava e provocava o ministro Moro. Também ofendia o presidente da República que chamou de cretino. E quando foi preso disse, com a desfaçatez dos psicopatas que além de sádicos buscam obter simpatia, que hackeou o ministro Sérgio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol para fazer justiça e mostrar ao povo o que havia de errado na conduta do então juiz Moro. E aqui temos uma monstruosa inversão de valores. Isto porque a maioria dos brasileiros sabe que Sérgio Moro é um baluarte, motivo de orgulho nacional, aclamado como herói por ter conseguido realizar através da Lava Jato o maior combate à corrupção já havido no país.

Compare-se o juiz competente e íntegro com a ficha do hacker que é extensa e que resumo a partir de uma matéria do O Estado de S. Paulo, de 25/07/2019: “Delgatti responde por furto, falsificação de documento e estelionato”. Além disso, ele e seus companheiros do crime possuem grandes quantidades de dinheiro, incompatíveis com seus rendimentos. Recentemente adquiriram dólares para, segundo eles, comprarem armas. Ainda assim, angelicamente, “Vermelho” disse não ter recebido nada pelo serviço sujo prestado a Greenwald e o que mais está por trás da farsa. Quem vai acreditar num indivíduo que falsifica carteiras de identidade, rouba cartões de crédito e cheques?

A polícia Federal fala em centenas de hackeados. Entre eles a cúpula governamental e o próprio presidente da República. Supõe-se por conta disso que existam mais hackers, ciberpiratas mais sofisticados, cujo objetivo é derrubar o governo. São conjecturas a serem investigadas mais profundamente. Entretanto, até agora só apareceram supostas conversas entre Moro e Dallagnol e, assim, fica evidente a intenção de destruir o ministro e com isso acabar com a Lava Jato, o que tem como consequência “Lula Livre”. Por tabela acaba-se também com o presidente da República.

O que mais impressiona nesse cenário e deixa indignadas pessoas de bem é que mesmo diante da evidência de que se está lidando com facínoras é sobre o ministro e o procurador que se abatem aqueles que deviam defendê-los. Espantosamente, entidades como OAB, ABI, outros meios de comunicação, jornalistas, advogados, congressistas envolvidos na Lava jato e até ministros do Supremo estão cometendo a abjeta defesa do crime.

Por muito menos o presidiário, quando na presidência da República, quis deportar um jornalista que o chamou de bêbado. Está na hora do presidente Bolsonaro fazer alguma coisa. A petulância, a arrogância, o veneno destilado devem ser estancados para mostrar que o Brasil não é o país da impunidade onde só criminosos têm vez.

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO JORNAL

ASSOMBRAÇÃO OPOSICIONEIRA AVUANDO NO CENTRO-OESTE

Gal Costa rege plateia em xingamento contra Bolsonaro durante show em Bonito (MS)

Cantora acompanhou público que gritava contra presidente.

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Quando li isto na Folha de S. Verdevaldo, não me assustei com a notícia.

Na verdade, eu me arrepiei foi com a foto que ilustra a notícia.

Vejam se eu não tenho razão pra ter ficado assombrado:

A PALAVRA DO EDITOR

A AMAZON E A CURA GAY

Na sexta feira, 28 de junho passado, a Amazon parou de vender livros que descreviam métodos para curar homossexualismo e desejos inconvenientes por pessoas do mesmo sexo.

Entre os títulos censurados pela Amazon estão:

•Heterosexuality: True Stories, (Heterossexualidade: Histórias reais) pelo psicologista mexicano Everardo Martínez Macías

•A Parent’s Guide to Preventing Homosexuality, (Guia dos pais para prevenir o homossexualismo) por Joseph Nicolosi

•Healing Homosexuality,(Curando o homossexualismo) também por Joseph Nicolosi

•How a Gay Boy Became a Straight Man, the testimony of American David Robinson (Como um rapaz gay tornou-se hetero, o testemunho do americano David Robinson)

•The Battle for Normality: A Guide for (self-) Therapy for Homosexuality, (A batalha pela normalidade: um guia para a auto-terapia para o homossexualismo) por Gerard van den Aardweg

Em todos os casos os autores receberam um curto e-mail dizendo que eles violaram a política de conteúdo da Amazon.

Essa política (normas da empresa) proíbe expressamente a pornografia ou outro material com “conteúdo impróprio”. Os autores não foram informados sobre qualquer outro detalhe sobre a suposta violação das normas da empresa.

Everardo Martínez escreveu um e-mail pedindo explicações sobre como ele poderia ter infringido as normas da empresa, mas a resposta que recebeu foi vaga e não específica.

O curioso é que a Amazon vende livros sobre como cometer suicídio, livros do Marquês de Sade apresentando todos os padres como assassinos e estupradores, livros de Hitler, mas recusa-se a vender de livros de auto-ajuda sobre como evitar atrações sexuais indesejadas.

O filho de Joseph Nicolosi declarou: “Na Amazon pode-se comprar qualquer livro escrito no mundo – desde a Bíblia até Minha Luta de Adolf Hitler ou, até mesmo um livro glorificando a pedofilia. Desde a semana passada, porém, ninguém mais pode comprar um livro de meu pai sobre como deixar o homossexualismo porque a Amazon baniu todos eles.”

Porque a Amazon subitamente implementou essa censura injustificável?

Aparentemente foi por causa de uma campanha do site Change.org que pediu a censura destes livros. 

(Fonte: CitizenGo)

Particularmente eu não acredito em “cura gay”. Mas daí a impedir que as pessoas tentem se modificar vai uma grande distância.

O apavorante dessa notícia é o poder que a minoria LGBT possui hoje em dia nas sociedades ocidentais – uma verdadeira ditadura.

Saudações heterossexuais do Dinossauro.