CHARGE DO SPONHOLZ

JOSÉ NÊUMANNE - DIRETO AO ASSUNTO

A HORA DA POESIA

EPITÁFIO – Bocage

Lá quando em mim perder a humanidade
Mais um daqueles, que não fazem falta,
Verbi-gratia – o teólogo, o peralta,
Algum duque, ou marquês, ou conde, ou frade:

Não quero funeral comunidade,
que engrole sob-venites em voz alta;
Pingados gatarrões, gente de malta,
Eu também vos dispenso a caridade:

Mas quando ferrugenta enxada idosa
Sepulcro me cavar em ermo outeiro,
Lavre-me este epitáfio mão piedosa:

“Aqui dorme Bocage, o putanheiro:
Passou a vida folgada, e milagrosa:
Comeu, bebeu, fodeu sem ter dinheiro.”

Colaboração de Pedro Malta

DEU NO TWITTER

XIBUNGO ZISQUERDÓIDE SE LASCOU DE NOVO

* * *

Mais uma cacetada no lombo do xibungo lulo-zisquerdóide Verdevaldo, um fela-da-puta muito do mentiroso e safado.

Tô falando que foi cacetada no lombo porque se falar que foi uma pajaraca no olho do furico, ao invés de ficar ofendido, ele vai A-DO-RAR.

A matéria a que Dr. Moro se refere em sua postagem no Twiter foi publicada na combativa página O Antagonista.

Quem quiser ler, basta clicar na chamada abaixo.

 

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CÍCERO TAVARES – RECIFE-PE

Caro editor Luiz Berto:

Um alerta aos eleitores tabacudos que se deixam levar pela emoção em época de eleição por palavrórios demagogos e abraços traiçoeiros de candidatos bandidos pleiteadores de cargos eletivos.

Veja no que dá estar sempre vigilante para eleger políticos de reputação ilibada, de bom caráter, honesto, pensante na construção de uma sociedade mais justa, onde todos são iguais perante a Lei, sem distinção de qualquer natureza: raça, cor, sexo, religião, o caralho.

Mais uma vez a deputada federal por Brasília, Bia Kicis, de conduta ilibada, protocolou um PL 3.787/19 na Câmara dos Deputados, obrigando advogados de grandes corporações a provarem a origem lícitas de honorários advocatícios recebidos ao Coaf, como o fazem bancos, seguradoras e casas de câmbio. (clique aqui para ler)

Na sua justificativa a deputada federal assegura que advogados fazem parte de um “grupo muito suscetível de receber recursos financeiros oriundos de atividades ilícitas”.

A OAB e suas ORCRIMs, que nunca fizeram nada a bem do Brasil e apoiam a maior Organização Criminosa da História da Humanidade, vão fazer de tudo para jogar na lata do lixo esse PL moralizador.

Aguardemos!

A deputada federal por Brasília, Bia Kicis, em Plenário da Câmara

DEU NO JORNAL

LASCOU O MENTIROSO BAITOLA ZISQUERDÓIDE

O jornalista Diogo Mainardi, de conduta ética incomparável, ponto por ponto, simplesmente destruiu o pseudo jornalista e gangster americano Glenn Greenwald.

Fica claro que a distância que separa a séria conduta profissional de Mainardi, do ativismo criminoso de Greenwald é quilométrica.

O artigo do jornalista brasileiro, publicado na revista Crusoé, sai no momento em que Greenwald mira como alvo o site O Antagonista, em razão da atuação intransigente desse veículo de comunicação no desmascaramento de todas as picaretagens do gringo.

Veja abaixo o sincero relato de Mainardi:

“No dia em que Glenn Greenwald vazou as primeiras conversas roubadas da Lava Jato, li o material com extremo cuidado – e também com um certo temor. Imediatamente, concluí que aquilo era lixo – lixo tóxico – fabricado com o único propósito de tirar Lula e seus comparsas da cadeia.

A impressão inicial confirmou-se nas semanas seguintes. Em primeiro lugar, descobrimos que as conversas eram editadas e falseadas. Em segundo lugar, elas só provocavam alguma suspeita quando retiradas do contexto. Isso se tornou particularmente claro para mim depois que a Folha de S.Paulo se associou a Glenn Greenwald e reproduziu as conversas dos procuradores a respeito de Léo Pinheiro, o empreiteiro da OAS que denunciou a propina do tríplex.

Ninguém conhece o assunto melhor do que eu. Repito: ninguém. E sei que sua confissão foi discutida com escrúpulo e lisura. De fato, não me surpreendi quando o próprio Léo Pinheiro, preso em Curitiba, encaminhou uma carta à Folha de S. Paulo, desmentindo sua reportagem e reafirmando o pagamento de propina a Lula. Trata-se de um dos documentos mais humilhantes da história imprensa brasileira. E escancara a má-fé dos bandidos que roubaram as mensagens da Lava Jato.”

* * *

O grande, brilhante e honrado Diego botou pra lascar.

Acabou de afolozar o furico do já desmoralizado e cretino baitola Verdevaldo, um zisquerdista lulo-petelho da mais baixa qualificação.

Para fechar a postagem, um vídeo com Claudio Dantas publicado ontem n’O Antagonista.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CHARGE DO SPONHOLZ

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PAULO ROBERTO FRECCEIRO – CURITIBA-PR

Amigo Berto.

Para a felicidade do Brasil do bem, hoje em Curitiba fez zero grau.

Chupa ratão.

R. Pois então, meu caro leitor fubânico, o ratão deve estar puto com a temperatura dessa encantadora capital.

Já o ratinho, que acompanha o ratão na cela da Polícia Federal, está todo se tremendo, coitadinho.

Confira na charge de Sponholz aí em cima, na qual o tempo ficou um grau abaixo de zero.

Vi no noticiário de hoje de manhã que aí em Curitiba o frio tá dum jeito de deixar o cu fazendo bico.

Num tem rato que aguente!!!

Fui informado agora há pouco que Gleisi Amante Hoffamann, gerenta do estabelecimento de Lula, vai entrar na justiça com uma queixa.

Ela alega que Lapa de Corrupto está sendo torturado.

Torturado pela Mãe Natureza.

Se o processo cair nas mãos de um juiz parcial como foi Sérgio Moro, a nevasca vai ser forte e chegar aos 13 graus negativos.

Sei não…

Paisagem em Curitiba neste sábado, 6 de julho

J.R.GUZZO

NADA DE ÚTIL

J.R. Guzzo

Se a maioria da autoridade intelectual e os “especialistas no assunto” estão dizendo alguma coisa, pela mídia ou em seus discursos, acredite no exato contrário

A elite pensante do Brasil, que se imagina capaz de saber o tempo todo o que é o melhor para cada um de nós, frequentemente lembra o personagem do samba “Mocinho Bonito” — o clássico pé rapado de uma Copacabana de outras eras, que passa a vida fingindo ser o que não é. O mocinho, para quem nunca ouviu a história, é o “perfeito improviso do falso grã-fino”, que no “corpo é atleta, no crânio é menino”, e “além do ABC nada mais aprendeu”. Como conta a letra da canção, ele tem “pinta de conde” — mas nessa pinta só “se esconde um coitado, um pobre farsante que a sorte esqueceu”. Olha a nossa elite aí. Ela convenceu a si própria, e tenta convencer o resto do Brasil, que é a única classe de gente neste país realmente capacitada a pensar — e, por via de consequência, como gostava de dizer um antigo político de Minas Gerais, a responsável exclusiva por definir o que é virtude e vício, e separar o certo do errado. Mas na vida real não é nada disso. As cabeças que hoje pretendem falar por todos os brasileiros são puro dinheiro falso; por trás da sua pose de conde o que existe é apenas a média da mediocridade nacional vigente.O que é, na prática, essa elite — ou quem faz parte dela? Não é, com certeza, a “zelite” do ex-presidente Lula, um ente em estado gasoso que ele mesmo jamais conseguiu definir. (Como não explica, supõe-se que a “zelite” seja apenas o conjunto dos seres humanos que não esteja de acordo com ele — porque milionário, gente que manda, empresário “campeão”, empreiteiro de obra e o resto dessa turma nunca tiveram um amigo de fé-irmão-camarada tão dedicado quanto Lula.) Também não é aquilo que os livros de sociologia definem como “burguesia nacional”, nem o pessoal que vai à shopping center, nem a “classe A” dos institutos de pesquisa, ou, simplesmente, quem tem mais dinheiro que você. A elite a que se refere este artigo é a classe social descrita por ela mesma como civilizada, instruída, progressista, “antenada” — as pessoas que se consideram habilitadas, em suma, a dizer como o Brasil deve ser governado e como o brasileiro deve se comportar. Antigamente, nos países considerados cultos, esse bioma social era chamado de intelligentsia. Aqui, considerando-se a soma do que pensam, querem e dizem, formam a burritsia.

Basicamente, faz parte da elite pensante quem influi em alguma coisa, ou se acha capaz de influir. É quem aparece no jornal, fala no rádio e dá entrevista na televisão. É o “especialista” — quer dizer, o sujeito que se especializa, quase sempre, em dizer aquilo que os comunicadores sociais querem que ele diga. É quem dá aula na universidade — ou, pelo menos, está em sua folha de pagamento. Em geral consideram-se “europeus”, embora tomem Nova York, Harvard e as vanguardas americanas do que se chama “diversidade” como santuários da civilização moderna. Acham que o povo brasileiro é altamente insatisfatório. Gosta de combate à corrupção, quando deveria gostar da OAB. Gosta de político ladrão na cadeia, quando deveria gostar do Congresso. Gosta da polícia, quando deveria gostar da Anistia Internacional, da CNBB e do STF. Não sabe votar, quando elege candidatos proibidos por quem tem qualificação para pensar corretamente em política; por conta de sua ignorância, despreparo e maus hábitos, acaba escolhendo gente errada para governar o país. Têm horror a Donald Trump. Vivem preocupados com o avanço da direita mundial. Nunca vão a manifestações de rua desautorizadas — ou seja, tidas como ameaça potencial às instituições.

Qual a utilidade de se falar disso? Uma delas é sugerir uma regra que pode ajudar o leitor a economizar tempo e ansiedade: se a maioria da elite pensante, a autoridade intelectual e os “especialistas no assunto” estão dizendo alguma coisa, pela mídia ou em seus discursos, acredite no exato contrário. Dificilmente você estará errado. Na mesma linha, quando lhe disserem que 2 mais 2 são 22, coisa que acontece com frequência cada vez maior, não se impressione; estão dizendo apenas um disparate. Continue acreditando que são 4 — é garantido que você vai se dar bem. Nove vezes em dez, o que parece ser a lógica será mesmo a lógica. É bom sempre ter em mente, enfim, quem está dizendo uma boa parte do que se ouve o tempo todo por aí. Parecem figuras muito sérias. Mas são apenas o perfeito improviso do falso entendido, que por trás da pose de conde nada têm a oferecer de útil a alguém. Enquanto o mundo avança cada vez mais em busca da inteligência artificial, nossa elite está fazendo o possível para descobrir justo o contrário.