CHARGE DO SPONHOLZ

JOSÉ NÊUMANNE - DIRETO AO ASSUNTO

DEU NO TWITTER

IDIOTA DA ODEBRECHET ENCONTROU A SOLUÇÃO

DEU NO JORNAL

CHARGE DO SPONHOLZ

A PALAVRA DO EDITOR

AS COISAS MUDARAM MUITO NO ÚLTIMO SEMESTRE

Ontem, segunda-feira, um grupo de bandidos implantou o terror em Betânia, uma cidade aqui do interior de Pernambuco

Chegaram já atirando para o alto, enquanto assaltavam um mercadinho e uma casa lotérica, um ao lado do outro.

Câmeras de segurança gravaram tudo e registraram o desespero das pessoas que estavam no local. As cenas chocantes foram mostradas no noticiário regional.

Um carro com dois policiais chegou ao local exatamente no momento em que tudo acontecia e foi metralhado pelos bandidos.

O PM que estava dirigindo a viatura morreu na hora. O outro ficou gravemente ferido.

Hoje pela manhã, terça-feira, uma operação conjunta das policias de Pernambuco e da Paraíba encurralou a quadrilha no meio do mato.

Os policiais foram recebidos com tiros e reagiram de imediato.

Oito bandidos, seis homens e duas mulheres, tiveram os CPFs cancelados e foram despachados pra serem queimados nas labaredas de Satanás.

Prisão perpétua eterna, sem necessidade de gasto do dinheiro público bancando cumprimento de penas nas penitenciárias.

A polícia recuperou o dinheiro roubado e apreendeu o pesado armamento que estava com os canalhas.

O jovem policial André José da Silva, brutalmente assassinado dentro do caro, foi enterrado hoje à tarde, sob forte comoção e com honras militares.

Ao chegarem à cidade com os bandidos devidamente entulhados nas carrocerias das camionetes e com as sirenes apitando festivamente no meio do povo, os policias foram saudados e entusiasticamente aplaudidos pela população.

Os tempos são outros.

As coisa mudaram no último semestre. Mudaram pra melhor.

Pra bem melhor.

A polícia perdeu o medo dos felas-das-putas que defendem os direitos do manos e sabe que pode contar com o apoio da banda decente do Brasil.



PERCIVAL PUGGINA

OS MUTILADOS DA GUERRA CULTURAL

A expressão guerra cultural suscita, em muitas pessoas, um sentimento de aversão por evocar perda das conexões entre grupos sociais, esfacelamento da ordem, fim da política, e, não raro, violência.

O leitor destas linhas talvez se surpreenda com o que vou dizer, mas guerra cultural tem, mesmo, tudo a ver com isso. Essa guerra começou a ser empreendida há muitos anos, desde que os marxistas ocidentais começaram a ler Gramsci e Luckács. Durante décadas, foi uma guerra travada unilateralmente entre a esquerda e a cultura do Ocidente cristão. O Brasil foi e continua sendo um dos cenários dessa guerra.

Aqui, nas últimas décadas, bem antes, mesmo, da redemocratização, ela se travou entre um polo ativo e um polo passivo. Um polo combatente e um polo combatido. Um lado que gradualmente conquistava “território” e outro que gradualmente o cedia sem resistência. O polo combatente agia com plena consciência de seus objetivos, dispunha de intensa produção e reprodução bibliográfica e tinha cartilha a seguir. Conhecia as “cabeças de praia” (para usar a linguagem militar) de onde deveria partir para a conquista do território. E as tomou sem resistência, naquela que talvez tenha sido a mais assimétrica de todas as guerras.

Assim, avançou sobre o sistema de ensino, notadamente nas graduações em humanidades, expandindo-se daí para os níveis médio e fundamental. Neste território, o resultado foi avassalador, tornando a universidade, e, em especial, a universidade pública, uma espécie de “cosa nostra”, impenetrável por qualquer possível divergência. Partindo de outras cabeças de praia, dominou os meios de comunicação, hegemonizou a área da produção cultural, invadiu os seminários e o clero católico, conseguindo controlar a CNBB, mediante uma teologia travestida de “libertadora” – a Teologia da Libertação, conhecida como TL.

A partir daí, o resto veio por natural acréscimo, naquela fatalidade que, com palavras de Marx, preside as transformações da natureza. Veio o controle dos sindicatos, a miríade de movimentos sociais e suas violências, as primeiras vitórias eleitorais nos fronts locais e, por fim, a hegemonia do poder político associado ao poder financeiro pelos mecanismos que se tornaram conhecidos de todos.

Quando o projeto vazou – e vazou com energia das forças da Natureza quando longamente contidas –, sobreveio a derrota política e o fim dessa hegemonia. Dessa hegemonia, repiso. Mas se a derrota abalou a força política, não reduziu o ímpeto da guerra cultural. A diferença no ambiente dessa guerra foi o surgimento das redes sociais para aglutinar e dar voz ao polo até então passivo, que despertou para a necessidade de se defender nos espaços em que ela era travada.

A guerra cultural, agora, tem dois lados em confronto. Vem daí a sensação de que a sociedade está dividida e muitos que a levavam de roldão, agora reclamam da resistência que passam a encontrar. Era impossível que ela não emergisse quando a sociedade começou a contabilizar suas vítimas civis. A guerra cultural fez vítimas em proporções demográficas. Deixou milhões de crianças mentalmente mutiladas. Crianças que se tornaram adultos tolhidos em suas potencialidades. Mutilados em sua fé. Professores ocupados com formar quadros e não indivíduos livres; preocupados com hegemonia e não com harmonia; dedicados a um projeto que prescinde do livre pensar e que nunca, em parte alguma, conviveu bem com o contraditório. Uma guerra que precisa produzir mutilados.

A PALAVRA DO EDITOR

PEDINDO PERDÃO EM PÚBLICO

Este flagrante foi feito na manifestação A FAVOR do último domingo.

Nunca é tarde pra se arrepender, foi o que mostraram estas duas ex-militantes petistas.

Estas duas mulheres, uma galêga e uma neguinha, são machas que só a porra e têm mais culhão do que o colunista fubânico Goiano.

Nosso esfuziante colaborador lulo-petista não teria nunca a coragem que elas tiveram de reconhecer a cagada que é ser militante da ORCRIM vermêia-istrelada.

Como bem diz meu querido amigo palmarense Esmeraldo Boca-de-Fossa, que tem PhD em Piruagem Politiqueira, “errar é humano; permanecer no erro é Goiano

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL

MERECIDA APOSENTADORIA

Cassado em 2016, o ex-senador Delcídio do Amaral passará a receber aposentadoria de R$ 11,5 mil a partir deste mês de julho.

O pagamento foi autorizado pelo Senado Federal em portaria publicada na semana passada. 

Delcídio, que era filiado ao PT e foi líder do governo no Senado na gestão de Dilma Rousseff, perdeu o mandato após acusações de que teria tentado obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

Ele negociou um acordo de delação em que acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de participar do esquema para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró.

* * *

Delcídio do Amaral e do PT, uma excelente figura.

Um grande político.

Um petista exemplar. É cara do partido.

Cassado injustamente e por perseguição reacionária.

Foi o que declarou Lula ao Jornal da Besta Fubana, quando procurado por esta gazeta para se manifestar sobre a aposentadoria delcidiana.

Grandes petistas, companheiros solidários, excelentes políticos, uma dupla exemplar em termos de ombridade, honestidade, honradez e espírito público