CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

Bom dia, com os votos de um bom São João, livre dessas falsas quadrilhas que se tornaram escolas de samba e que, portanto, deveriam estar se aprestando para desfilar no Sambódromo e não nos terreiros imaculados de nossa festa autêntica.

Caro Papa

Cada vez mais admirado com o proceder de considerável parcela dessa “Casa de Mãe Joana”, vulgarmente conhecida como STF, ponho-me em admiração (gostou da afirmação a la Jânio Quadros?) que ainda não tenha aparecido um magistrado de razoável pundonor que chame o feito à ordem e decrete a litigância de má fé [aplicação do art. 17 – CPC] os ilustres causídicos que defendem o Lorpa.

Quem sabe o nosso estimado José Paulo Cavalcanti Filho poderia nos dar, através do Jornal da Besta Fubana, os esclarecimentos necessários ao entendimento e aplicação tão desejados?

Será que vale a nossa Besta provocar o posicionamento?

Respeitosamente

R. Já que é tema jurídico, vou dar uma de sabichão e puxar pelo Latim:

Alea Jacta Est.

A sorte está lançada.

O tema está lançado neste antro fubânico.

Aguardemos as manifestações dos nossos leitores que entendem do assunto.

E também do nosso estimado colunista José Paulo, um dos maiores juristas brasileiros da atualidade.

Feliz São João!!!

DEU NO JORNAL

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

DESIGUALDADE

O prefeito de uma pequena e isolada cidade estava muito feliz. Os dados mostravam que no ano anterior, um quarto dos moradores tinha reformado ou reconstruído sua casa. Com efeito, bastava caminhar pela cidade para notar que havia menos casas velhas e feias, e mais casas novas e bonitas.

A alegria do prefeito foi estragada pela visita de uma comissão de estudiosos, representantes de ONG´s e um alto comissário das Nações Unidas. A comissão disse ao prefeito que, pelos índices oficiais, sua cidade estava despencando no ranking. O prefeito saiu da reunião encucado. Que estatística maluca era aquela que dizia que a cidade estava pior, quando as melhoras estavam tão visíveis?

Naquela mesma noite, um terremoto chacoalhou a região. O prefeito saiu de casa e viu, apavorado, que a cidade havia sido destruída. A maior parte das casas havia desabado, algumas poucas ainda tinham uma ou duas paredes em pé. Enquanto vagava pelas ruas, o prefeito encontrou-se com a comitiva, que saía do que restava do único hotel da cidade. Completamente desorientado, o prefeito ouviu o chefe da comissão dizer:

“Meus parabéns, prefeito! O senhor é um homem sortudo! Nossa opinião desfavorável foi corrigida por este capricho da natureza. Agora, os índices estão muito próximos da perfeição, e sua cidade é um exemplo para o mundo!”

Por incrível que pareça, idéias como estas existem, bem como o tal índice: chama-se “Indice Gini”, ou “Coeficiente de Desigualdade”. Segundo este conceito, se três pessoas moram em uma rua, e as três ganham casas novas, sendo uma delas melhor que as outras duas, o índice piora. Por outro lado, se as três pessoas perderem tudo que tem, o índice não apenas melhora como atinge seu valor máximo.

Claro que se pode dizer que o índice é apenas uma ferramenta matemática, que deve ser analisado juntamente com outros dados, etc, etc. Mas, na prática, o índice é usado da forma que nosso hipotético prefeito testemunhou: é melhor todos serem iguais na pobreza do que todos serem ricos, mas alguns serem mais ricos que outros. Como o progresso, quase sempre, começa pequeno e se espalha aos poucos, os “adoradores de Gini” são quase sempre inimigos do progresso.

Os avanços tecnológicos das últimas décadas tem reduzido a pobreza em todo o mundo de uma forma inédita na história. Segundo o Banco Mundial, 85% da população mundial vivia em “extrema pobreza” em 1800. O índice caiu para 70% por volta de 1900, atingiu 50% em 1966 e em 2017 era de apenas 9%, mesmo com a população tendo triplicado nas últimas sete décadas. Para os políticos e intelectuais cuja carreira depende do populismo, a bandeira da “pobreza” está rapidamente se tornando inútil. Sua substituta é a bandeira da “desigualdade”.

Qualquer pessoa suficientemente cética sabe que é mais fácil conquistar pessoas usando a emoção do que a lógica, e que as emoções “negativas” são ainda melhores. Que fazem então os sedentos por poder? Vão direto aos instintos básicos: a inveja e a cobiça, que não se chamam Pecados Capitais à toa.

Todos conhecem o método: se os mais pobres são os que mais se beneficiam do progresso e da liberdade econômica, não importa: importa que o Neymar ou o Bill Gates ou a Lady Gaga são “ricos demais”. Não importa que um pobre na favela tenha arranjado um emprego, comprado um carro usado, trocado seu barraco feito de tábuas velhas por uma casa de tijolos: importa é que os donos do Wal-Mart ou do Google ganham X vezes mais do que ele. Não importa que um pai possa comprar um computador para seu filho e com isso dar a ele a chance de aprender o que quiser, de uma forma que ele, pai, nunca sonhou: importa é reclamar que em alguma loja de Paris existe algo que o pobre pai nunca vai poder comprar.

A Amazon, maior empresa de comércio on-line do mundo, permitiu a milhares de pessoas no mundo virarem empreendedores, produzindo algo e vendendo através da plataforma Amazon. O Google dá a qualquer pessoa do mundo (exceto as cubanas e norte-coreanas) acesso a uma quantidade quase inimaginável de informação (e de graça!). Mas para alguns é intolerável que seus donos sejam ricos: eles não conseguem perceber que Jeff Bezos e Larry Page não ficaram ricos tirando dos outros, mas sim oferecendo aos outros algo que eles não tinham.

A indústria do entretenimento é uma prova óbvia da redução da pobreza: pessoas não gastariam dinheiro com diversão se não tivessem suas necessidades básicas atendidas. Além disso, é uma grande geradora de empregos e de oportunidades para milhões de pessoas. Novamente, alguns se mostram ofendidos ao saber que as grandes celebridades desta indústria (esportes, música, cinema) ganham muito.

É óbvio que a tal “igualdade” que muitos pedem (exigem, na verdade) é materialmente impossível: como a Apple faria para produzir sete bilhões de iPhones? De onde tirar bilhões de Ferraris para que todos tenham o mesmo “direito” de ter uma Ferrari? Provavelmente é uma vontade que sequer existe: eu com certeza não quero ter uma Ferrari, e não me preocupa nada saber que tem gente que tem dez ou vinte delas. Um dos conceitos básicos da economia diz que o preço de algo depende da relação entre oferta e procura, e é natural e inevitável que existam coisas que não existam em quantidade suficiente para que todos possam ter.

As consequências desta mentalidade aparecem em uma juventude infeliz e ressentida, que é incapaz de apreciar a felicidade porque é obcecada em tentar destruir qualquer pessoa que seja “mais feliz” que alguma outra. Levada às últimas consequências, a ideologia da desigualdade diz que todas as pessoas devem ser tão infelizes quanto a pessoa mais infeliz do mundo.

P.S. Embora eu tenha evitado, neste texto, associar a falácia da desigualdade a um determinado lado político, é óbvio que você, leitor, percebeu que eu estava falando da esquerda. Talvez seja interessante saber que o Coeficiente de Gini, que a esquerda adora citar, foi desenvolvido por Corrado Gini (1884-1965), matemático e sociólogo italiano. Gini apoiou o governo de Mussolini (publicou em 1927 um artigo intitulado As Bases Científicas do Fascismo) e fundou em 1944 o Movimento Unionista Italiano, que pregava a união de “todos os países democráticos” sob um governo mundial. Coincidência?

DEU NO JORNAL

TEM QUE PERMANECER NO HOTEL DE CURITIBA

Levantamento exclusivo do instituto Paraná Pesquisa mostra que 58% dos brasileiros defendem a permanência do presidiário petista onde está, na prisão da Polícia Federal, em Curitiba.

Enquanto 36% (menos que o eleitorado do PT no País) acham que o ex-presidente deveria ser beneficiado com a prisão domiciliar.

No Nordeste, já são mais da metade (50,5%) os que o querem manter preso.

* * *

Um dado interessante deste levantamento do Instituto Paraná é que entre os brasileiros com ensino superior completo, aumenta para 69,4% o percentual dos que acham que Lula deve ficar preso.

Este fato interessante é contrariado pelo fubânico petista Ceguinho Teimoso, dotô formado com curso superior e que luta pela soltura do corrupto.

Outro fato interessante:

Quem está faturando alto com o atual momento vivido pelo nosso país são os fabricantes de camisetas:

ARISTEU BEZERRA - CULTURA POPULAR

FRASES ANÔNIMAS INTELIGENTES

“Tudo aquilo que o homem ignora não existe para ele. Por isso o universo de cada um, se resume no tamanho de seu saber.”

“Chega um tempo na vida que a gente aprende que ninguém nos decepciona, nós é que colocamos expectativa demais sobre as pessoas. Cada um é o que é e oferece aquilo que tem para oferecer.”

“Momentos bons e ruins fazem parte da vida. A diferença é que um marca e o outro ensina.”

“E com o tempo a gente vai se acostumando a conviver com a presença de alguns e ausência de outros.”

“Não é o desafio com que nos deparamos que determina quem somos e o que estamos nos tornando, mas a maneira com que respondemos ao desafio.”

“Não tenha medo da mudança. Ela assusta, mas pode ser a chave daquela porta que você tanto almeja abrir.”

“A expansão do universo nos ensina que não somos o que juntamos, somos o que espalhamos.”

“Cuide dos teus pensamentos quando quando estiver sozinho, e das tuas palavras quando estiver com pessoas!”

“A vida nunca me tirou além do suportável, entretanto eu só descobri isto quando superei a perda.”

“Na hora da raiva o melhor a fazer é simplesmente esperar e acalmar, porque a raiva passa, mas o que a gente faz por causa dela não.”

“Existem dias que faltam gavetas para guardar tanta saudade.”

“Quando descobrimos que absolutamente nada é definitivo, inclusive a vida, compreendemos a inutilidade do orgulho, a tolice das disputas, a estupidez da ganância e a intolerância das tolas mágoas.”

“A distância é intrigante. Tem quem fique distante ao nosso lado. E quem continue ao nosso lado, mesmo distante.”

“De nada adianta sofrer com as atitudes dos outros. A única pessoa que temos o poder de mudar é apenas a nós mesmos. Mude a si, que seu mundo muda.”

“Você sabe que está no caminho certo quando perde o interesse de olhar para trás.”

“Se você está em dúvida sobre ir ou ficar é porque, de alguma forma, sabe que está num lugar em que não deveria permanecer.”

“A vida fica mais fácil quando você entende que a outra pessoa tem o direito de não ter a mesma opinião que você.”

“Depois de passar pela escuridão, você descobre que a luz não está no fim do túnel, a luz está em você.”

“A vida é fugaz, tão veloz, tão passageira, nesse ínterim a gente sofre demais por bobagens, por besteira. Tudo um dia se desfaz, mesmo que queira ou não queira. Importa é viver em paz, pois, quando olhamos para trás, lá se foi a vida inteira.”

“Há duas maneiras de ser rico. Uma delas é ter tudo o que você quer, a outra é estar satisfeito com o que você tem.”

EVENTOS

XICO COM X, BIZERRA COM I

ÁGUAS CRUÉIS DE UMA CHUVA INTENSA

Chove na cruel cidade das chuvas cruéis. Desabam morros, soterram-se casas, desfazem-se famílias. Mares revoltos de águas muitas, muito além do que deveriam ser. Gente que não mais verá a cidade. Nunca mais. Esperemos o sol brilhar e reflitamos sobre o proclamado Recife, Capital do Nordeste. E seria, não fosse a miséria vista de baixo, a falta de drenagem dos rios, a não-limpeza dos canais, o lixo no que um dia foi calçada. Lá de cima, drones mágicos, imagens enganosas fazem crer que está encravada no nordeste brasileiro uma Estocolmo, uma Copenhague. A verdade é outra. Quando o Capibaribe banhar–se de sol e os sobrados anciãos da rua da Aurora deixarem-se refletir em suas águas correntes, o Beberibe, mãos dadas com as baronesas flutuantes e cansado de longa viagem desde a Serra de Jacarará, a ele se juntará e, em pouco tempo, já transformados em Oceano, se espalharão mundo afora fantasiados de Mar. E aí o Recife voltará a ser belo, ainda que apenas quando visto e fotografado por drones, no andar de cima.

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DEU NO JORNAL

BABAQUICE SEM LIMITES

* * *

Esta babaquice, em tom de denúncia gravíssima, foi publicada sábado passado, no Twiter de um deputado federal.

Um deputado do PT.

O tolôte fedorento cagado por Sua Insolência foi ilustrado por um montagem que conseguiu ser mais babaca ainda do que a frase que o idiota escreveu.

Deve ter sido feita por um gênio das artes visuais zisquerdóides.

Vejam:

Convoquei o mascote fubânico, o querido jumento Polodoro, para uma dupla missão.

A primeira é enfiar a pica no furico deste idiota e dos idiotas que votaram nele.

A segunda, é relinchar em homenagem a todos.

Rincha, Polodoro!!!

FERNANDO A. GONÇALVES - COMPANHEIROS DE VIDA

NOTAS JUNINAS

1. Aproveitando alguns dias de folga para pôr em dia as minhas atividades lúdicas, uma já vista sessão de cinema me deixou com os pés mais no chão. O filme O Espelho Tem Duas Faces, uma comédia-parábola de finíssimo trato, sem resvalar para carolices sentimentaloides, me fez consciente dos angustiantes momentos vivenciados por aqueles que buscam reencontrar-se após relacionamentos ultrapassados pelas diferenciadas evoluções históricas das partes.

O filme, dirigido e também interpretado por Barbara Streisand, explicita um conflito moderno, aparentemente insolúvel entre a paixão e a amizade, a primeira comportando umas boas e quentes sessões horizontais, a segunda apenas se satisfazendo com amplexos e cheiros platônicos, tudo o mais relacionado com a fricção corporal sendo motivo de teorizações mil, com quase inexistentes comprometimentos práticos.

Já observei, em amigos vários, os dois lados da moeda. De um lado, pessoas que só se preocupam apenas com aquilo, masculino ou feminino. Diante de uma mulher, alguns homens imaginam logo como excursionar pelo Triângulo das Bermudas, as ideias e os gostos e convergências somente merecendo destaque, quando acontece, após o cigarro, o banho e a conta. Por outro lado, tem mulher que só se interessa pelo acervo documental dos Países Baixos do sexo contrário, a corda do violino bem esticada e a bateria no ritmo frenético da Vai-Vai, escola de samba paulista, do Grupo Especial.

O verso da medalha também é deveras lamentável. Tem sujeito babaca que, desconhecendo geometria, fica um tempão discutindo se o Triângulo é isósceles, equilátero ou retângulo, olvidando-se da bissetriz que adentra pelo meio do mundo, até a exaustão feliz das partes envolvidas. Por outro lado, também muito tristemente, tem madame que se avorisam – tornam-se patologicamente avós – logo após os quarenta, deixando os consortes sem mel nem cabaço, o mais curto caminho para descompressoras raparigagens. Avós mentalmente autoclassificadas, algumas senhoras despojam-se dos seus tchans, relaxam marquizes e encruzilhadas, se empanturram de cremes hidratantes e próteses revificantes, apenas para se tornarem duplamente mães para sobrinhos, netos, afilhados e avizinhados, os meninos de rua merecendo apenas exclamações piedosas, algumas até fascistoides.

Há três tipos de seres humanos, diante das duas faces de um espelho: os autoconscientes, autônomos e seguros de seus próprios horizontes e limites; os mergulhados, inundados por suas emoções e incapazes de safar-se delas; e os resignados, os que aceitam passivamente viver como são, num laisser-faire suicida, num “como Deus quis”, como se Ele fosse o responsável pela incapacidade de “levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima”.

Lembrei-me de um ditado que diz “nem oito, nem oitenta”. Da minha parte, eu me contento em buscar viver na média. Quarenta e quatro tá na medida, com isso e aquilo dentro dos conformes emocionais e das disposições transitórias. Sem blá-blá-blá nem meio mas. Embora subsidiado com as fantasias que ajudam. Ainda que distanciadas dos ensaios do Segurando o Talo, bloco da querida Fundação Joaquim Nabuco.

2. Nunca me surpreenderão, na Igreja Católica, como nas demais denominações, as conjunturais escaramuças sobre temas os mais diversos. Somente através de amplos debates, os que se imaginam donos da verdade desaparecerão, favorecendo oxigenações contínuas e muito necessárias, se inspiradas nas palavras do Senhor.

Desde os primórdios do Cristianismo, as discussões se tornaram rotineiras. No Livro Sagrado, por exemplo, os Atos dos Apóstolos nos mostram, capítulo 15, um debate acontecido na Antioquia, quando alguns desejavam circuncidar os pagãos convertidos, segundo as normas de Moisés, sob a alegação de que não poderiam ser salvos se assim não procedessem. A oposição vigorosa de Paulo e de Barnabé, no concílio de Jerusalém, anulou a ingênua proposição, para isso contribuindo o testemunho de Tiago, quando proclamou, alto e bom som, que não se acumulassem obstáculos diante dos pagãos que desejavam se voltar para Deus (At,15,19). Uma vitória do convencimento sobre a tola pretensão de alguns, desprovida de qualquer consistência teológica.

As discussões e análises, outrora, aconteciam nas ágoras, praças gregas onde eram difundidas as informações. Os espaços eram conquistados pelos que mais sabiam argumentar e convencer, valendo os dotes da oratória e a bagagem de conhecimentos. As ideias prosperavam, se consolidavam ou cediam lugar a novos posicionamentos, a partir de amplas discussões, cada um tendo o direito de se manifestar como bem entendia, aquilatadas as estratégias de convencimento e o poder de contra-argumentação dos demais.

Às vésperas de uma nova década do terceiro milênio, novas ágoras surgem no cenário mundial, aproveitando o imenso potencial comunicador da Internet. Com a evolução dos espaços cibernéticos, as várias tendências eclesiásticas despertaram para diferenciadas estratégias de conversão. No Brasil, equilibrando-se entre alas “conservadoras” e segmentos “progressistas”, a homepage da CNBB fornece ao público católico informações gerais sobre a entidade. Mas não é da CNBB, e sim da Missão Salesiana do Mato Grosso, o galardão da página que mais informações diárias contém, em português, sobre a Igreja no mundo. A CNBB também fica aquém da página Mundo Católico, idealizada e mantida por leigos, que possui a mais abrangente lista de endereços.

As ágoras do Terceiro Milênio estão despertando milhares para a conversão, a Palavra de Deus sendo amplamente vista e ouvida nos quatro cantos da Terra, levadas por inúmeras correntes teologais. Vale a pena conferir, por exemplo, o site da primeira Bíblia em português na Internet (http://www.cuc.edu/cgi-bin/biblia), ou o site da maior coleção de estudos bíblicos em português (http://www.cuc.edu/cgi-bin/bf.pl), páginas idealizadas por um brasileiro que reside nos Estados Unidos.

No Brasil, três páginas são muito visitadas: a da Arquidiocese de São Paulo, a da Arquidiocese do Rio de Janeiro e a recifense Igreja Nova (http://www.elogica.com.br/users/igrenova), estruturada em seis idiomas e idealizada por leigos da paróquia de Boa Viagem.

Um dia, Ele disse que “se o próprio sal perder o sabor com que se há de salgar?”. E eu continuo acreditando firmemente nas palavras do Homão da Galileia, nosso Irmão Libertador.

3. Nas férias, aproveitemos os momentos de descanso para ampliar uma enxergância na direção da Luz Eterna. E saibamos repetir o que psicografou Chico Xavier, contido no livro Educandário de Luz, sob título Missão do Templo Espírita: “Estudemos, sentindo, compreendendo, construindo e ajudando sempre. Auxiliemos o próximo, sustentando, ainda, todos aqueles que procuram auxiliar. Jesus chamou a equipe dos apóstolos que lhe asseguraram cobertura à obra redentora, não para incensar-se e nem para encerrá-los em torre de marfim, mas para erguê-los à condição de amigos fiéis, capazes de abençoar, confortar, instruir e servir ao povo que, em todas as latitudes da Terra, lhe constitui a amorosa família do coração”.

Festejos juninos bem arretados de ótimo para todos!!!

PENINHA - DICA MUSICAL