JOSÉ NÊUMANNE - DIRETO AO ASSUNTO

AUGUSTO NUNES

AMANTE SINCERA

Gleisi confessa que Lula está muito preocupado com a herança maldita que a seita que comanda deixou para Bolsonaro

“Lula está muito bem e dormindo o sono dos justos, daqueles que são inocentes e têm a consciência tranquila. E nós com cada vez mais certeza do conluio criado para incriminá-lo e tirá-lo do processo eleitoral. O que preocupa Lula, na verdade, é a situação do povo brasileiro, que está sem comida na mesa, desempregado e com baixa renda. Esta é a luta que ele pede para que lutemos”.

Gleisi Hoffmann, deputada federal e presidente do PT, conhecida pelo codinome Amante no Departamento de Propinas da Odebrecht, jurando que Lula está muito preocupado com a herança maldita depositada no colo de Bolsonaro pela seita cujo único Deus é um ex-presidente presidiário.

DEU NO JORNAL

EVENTOS

J.R.GUZZO

MUNDO DE TREVA

O que você pode esperar de um país em que pelo menos um em cada três membros do Congresso Nacional (algumas contas, mais pessimistas, estimam que o total possa passar dos 40%) responde a algum tipo de processo criminal perante a Justiça — um caso sem similar no resto do planeta? Isso é só uma parte do problema. Roubava-se tanto na Odebrecht, nos governos dos ex-­presidentes Lula e Dilma Rous­seff, que a empresa achou necessário criar um departamento inteiro destinado unicamente a cuidar da corrupção de políticos e peixes graúdos da administração pública — com diretores, gerentes, secretárias, sistemas de TI e tudo o mais que se precisa para tocar um negócio de prioridade máxima. Não é apenas o Congresso. Há, nesse mundo de treva, o resto dos políticos — no nível federal, nos estados e municípios. Há também outras empreiteiras de obras, empresários escroques, bancos com problemas junto a delatores e mais um montão de gente. Só se pode esperar disso tudo, na verdade, uma coisa: os mais extraordinários esforços, por parte dos criminosos, para manter as coisas o mais próximo possível da situação em que sempre estiveram.

Até uma criança com 10 anos de idade percebe que ninguém, aí, quer ir para a cadeia. Todos, se pudessem, gostariam de voltar a roubar em paz. E sabem, é claro, que não vai ser fácil. Juridicamente não existe a menor possibilidade de “zerar tudo” — quer dizer, anular os processos por corrupção já decididos ou em andamento na Justiça, ou eliminar as provas materiais colhidas contra condenados, réus à espera de sentença e suspeitos de ações futuras. Que diabo se faz, por exemplo, com as confissões que foram colocadas no papel? E com as “delações premiadas” ora em andamento? Também não é possível, simplesmente, fazer com que se evaporem os resultados físicos dos procedimentos judiciais de combate à corrupção já executados até agora. Em números redondos, são cerca de 250 condenações, num total superior a 2 000 anos de prisão. Mais de 150 criminosos de primeira linha foram para a cadeia. Bilhões de reais foram devolvidos ao Tesouro Nacional. Para ficar no caso mais vistoso: o ex-presidente Lula, após apresentar mais de 100 recursos de todos os tipos, já está condenado em terceira instância — julgado, até agora, por 21 juízes (possivelmente não exista na história do direito penal brasileiro outro caso em que o direito de defesa tenha sido tão utilizado por um réu).

É um problema e tanto. Na impossibilidade de sumir com o passado, o esforço, agora, é para armar um futuro menos complicado para todos. Uma das esperanças mais caras do mundo político em geral é que prevaleça, uma vez mais, o ponto de vista dominante na elite brasileira — que, como sabemos, tem um código moral perfeito, mas gosta muito mais do código que da moral. Essa elite, ou as classes que definem a virtude nacional, está tentando construir uma espécie de trégua — a trégua que for possível, baseada em decisões que de alguma forma possam ser vinculadas à interpretação das leis. Segundo os devotos do código, talvez seja uma pena para a visão comum que se tem da ideia de justiça — mas se a majestade da lei exigir que a moral vá para o diabo que a carregue, paciência. Como tem objeções à vacina, há gente que acaba, na prática, ficando a favor da bactéria.

É positivo anotar, de qualquer forma, que o roubo do Erário, no Brasil de hoje, está mais difícil do que jamais foi ao longo de seus 500 anos de existência. Em consequência da ação da Justiça, jamais foi tão arriscado ser corrupto como no Brasil de hoje — e jamais os corruptos tiveram tanto medo de agir como têm agora. Talvez nada mostre melhor a calamidade que impuseram ao país que o pedido de recuperação judicial da própria Odebrecht, aceito na semana passada — após a destruição, em cinco anos, de quase 130 000 empregos na empresa campeã de corrupção nos governos de Lula e Dilma. No setor de obras públicas como um todo, incluindo o restante das empresas envolvidas em atividades criminosas, há estimativas de que até 600 000 empregos tenham sido perdidos em todo o Brasil desde que o aparato da ladroagem começou a ruir. Quem é culpado: os presidentes que roubaram, ou deixaram roubar, ou o sistema judicial que puniu o roubo?

Você sabe. Mas não vai ser fácil continuar esse combate.

A HORA DA POESIA

ELEGIA Nº 8 – Mauro Mota

As mãos leves que amei. As mãos, beijei-as
nas alvas conchas e nos dedos finos,
nas unhas e nas transparentes veias,
Mãos, pássaros voando nos violinos.

Abertas sempre sobre os pequeninos,
mãos de gestos de amor e perdão cheias.
Mãos feitas para construir destinos
no céu, no mar, nas tépidas areias.

As mãos que amei em todos os instantes.
A carícia das mãos que iam colhê-las
eram as rosas que colhiam antes.

Se parecem dormir, não as despertes.
As mãos que amei, que desespero vê-las
cruzadas, feridas, lânguidas, inertes!

Colaboração de Pedro Malta

MAURÍCIO ASSUERO - PARE, OLHE E ESCUTE

CHEGA DEU PENA

O cataclismo previsto pelo PT, pelos simpatizantes do “Lula livre” tinha data, local e hora certa para acontecer: 19/06/2019, Comissão de Cidadania e Justiça so Senado Federal, 9h. O motivo: a derrocada do Ministro Sérgio Moro. A aniquilação do juiz imparcial que prendeu Ali Babá deixando os 40 ladrões órfãos. Como inquisidores, alguns senadores como Cid Gomes, Ciro Nogueira, Eduardo Braga, Fernando Collor, Humberto Costa, Kátia Abreu, Renan Calheiros. Todos estes políticos altamente honestos. Renan, por exemplo, detentor de 13 inquéritos e continua escapando da lei porque as investigações são lentas e não focam os objetivos como a Lava Jato focou.

A constatação de que o circo estava para pegar fogo veio com o inusitado comentário (indagação) do senador Rogério Carvalho (PT) sobre o media training que Moro fez. Diante da postura de Moro, sua segurança, sua consciência limpa, o senador antista ficou estupefato e pensou que aquele comportamento só poderia ter vindo de um treinamento. Como o PT usou Duda Mendonça, que admitiu ter recebido recursos no exterior pagos por financiadores do PT e João Santana e Mônica Moura, na campanha de Dilma, mostrando que se ela não fosse eleita, as pessoas passariam fome.

O que se viu, na verdade, foi uma orquestração desafinada com instrumentos enferrujados e regida por um maestro despreparado. Acabou a tese de perseguição a Lula a muito tempo e a resposta veio de forma imediata com a reação do mercado. O dólar caiu e a Bolsa de Valores ficou acima dos 100 mil pontos. Isso é um grande sinal para a economia, para sustentabilidade do governo, mas, lamentavelmente, a burrice da esquerda não consegue enxergar um palmo a frente do nariz. Vão continuar ladrando (do verbo latir, mesmo, não de ladras).

A cena vista confunde muito a opinião pública, principalmente, investidores externos. Imagine um finlandês ou norueguês, acostumados com um nível de corrupção baixíssimo, vendo uma cena daquele. Um ministro, ex-juiz diante de vários ladrões, tendo que responder pela lisura dos atos em condenar corruptos. Fica muito claro que se Moro tivesse roubado, aceito propina para liberar um ou outro, haveria um monte de senadores interessados em defender os feitos.

O espetáculo se encerra, melancolicamente, para as esquerdas, para o cafajeste do Glenn Greenwad (referido aqui no JBF como Glenorreia) e para todos os construtores desse lamaçal. Como disse Moro, se tem o que dizer… digam de uma vez e esperem a sociedade julgar. As conversas de Rui Falcão, de Lula, Dilma, etc. são sempre associadas a práticas de crimes. Pergunta para “Bessias” que estava levando o papel em branco para Lula assinar se tivesse necessidade. O que era o papel? Um salvo conduto para ele se livrar da polícia federal, ou seja, se a PF fosse acordá-lo, ele assinava o papel e declarava de foro privilegiado.

Calem-se bandidos. Vocês saquearam os cofres dessa nação. Não fosse assim, não haveria devolução de recursos para as empresas saqueadas. Lamentavelmente alguns desses bandidos foram reeleitos e com isso a população não conseguiu expurgar tudo que é ladrão que hoje posa de congressista. Mas a armação que vocês fizeram para levar este país a uma derrocada institucional é morreu e foi cremada ontem diante das de todos. Vamos esperar que Humberto Costa diga, em juízo, o que sabe. Pelas suas palavras, continua-se tramando contra a democracia. Exatamente isso: ao longo da campanha Bolsonaro foi acusado de várias coisas dentre as quais de ser uma ameaça à democracia. Agora estamos vendo que essa ameaça vem das esquerdas e conta com o apoio de ministros do STF como Gilmar Mendes, Lewandowski e Marco Aurélio.

O momento é grave para o Brasil. A esquerda não tem interesse nenhum em contribuir com o crescimento econômico do país, não tem compromisso em votar em políticas que gerou um contingente de 13 milhões de desempregados (tudo que é ruim tem 13 no meio?). O desemprego chegou a este nível durante o governo Dilma, por isso, acho muito engraçado ver os canalhas do PT acusando o governo por esse fato.

A limpeza desse país, passa pela consciência de cada um. Se você vota num corrupto, não tem como exigir moralidade. É simples assim.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

VANDERLEI ZANETTI – SÃO PAULO-SP

Caro Luiz Berto,

A geração BBB pode não ter conhecido estilista Clodovil, mas, certamente, conhecem o Jean Willys.

Pois é, recebi o texto a seguir e achei bastante interessante para o publico leitor do nosso JBF,

Se for possível, seria bom publicá-lo, com o crédito ao blog de origem. (Re-União)

Um abraço,

* * *

DIGNIDADE E HOMOSSEXUALISMO – Marco Angeli

Clodovil era homossexual.

Jean Willys é homossexual.

A semelhança entre os dois acaba aí.

Clodovil foi uma personalidade influente, o estilista mais popular de sua geração.

Apresentou programas em emissoras como a rede Bandeirantes, Globo, rede TV e rede Manchete.

Tornou-se o primeiro deputado federal assumidamente gay e o quarto mais votado do país em 2006.

Ácido e de personalidade forte, Clodovil foi um homem complexo, elegante e jamais desonesto ou defensor de corruptos para obter favorecimento.

Carregou uma imagem positiva até o final de sua vida.

Era respeitado até pelos inimigos.

Jean Willys, no contraponto, é uma figura lamentável.

Sua origem e notoriedade vem da participação numa das piores pragas da tv aberta brasileira: o BBB.

Com uma carreira política medíocre e marcada por cenas inacreditáveis como a performance de cuspidas contra seus inimigos, Willys é uma figura triste e eternamente deprimida.

Ao usar a bandeira LGBT -e os homossexuais- como ferramenta para tentar ascender politicamente, oportunista e leviano, mostrou que nada mais tinha a oferecer ao país além de mentiras.

Hoje, depois de abandonar misteriosamente o mandato, vivendo no exterior, amarga a acusação de ter se vendido para criar uma conspiração de calúnias contra Sergio Moro e o governo Bolsonaro.

Reage com a agressividade e educação de barraco que sempre o marcou, se auto denominando ‘bicha honrada’ e acusando seus inimigos de “estarem dentro do armário”.

No abismo que separa o homem que foi Clodovil e o amargo Jean estão a educação, o respeito e a integridade.

Qualidades que Jean nunca teve.

E jamais terá.

Porque não se referem e nem dependem de opção sexual, seja qual for.

Se referem à dignidade.

DEU NO JORNAL

UM CANALHA SOLTO ENTREVISTANDO UM CANALHA ENCARCERADO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

LUIZ PEIXOTO – FORTALEZA-CE

Caro e destemido editor da mais democrática gazeta tupiniquim.

Realmente a aprovação do governo Bolsonaro e do super-ministro Sérgio Moro, está em “queda livre”, para desespero de alguns defensores daquela cambada…

Basta comprovar através desse vídeo, sem depredações, queima de pneus e coisas do gênero esquerdofrênico…