DEU NO JORNAL

BANDIDOS INTERROGAM O XERIFE (1)

Senadores que hoje irão sabatinar o Ministro Sérgio Moro e que estão enrolados na Lava Jato:

Humberto Costa
Cid Gomes
Paulo Rocha
Eduardo Braga
Ciro Nogueira
Jader Barbalho
Jaques Wagner.
Renan Calheiros
Collo
Kátia Abreu

É muita gente “honesta” para enfrentar um ministro “desonesto”

* * *

É pra phuder!

É de lascar.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Xolinha de tabaca arrombada com a desqualificada oposição ao governo atual

DEU NO JORNAL

NOTA

Nota do ministro da Justiça Sergio Moro sobre a última leva de mensagens roubadas do celular de Deltan Dallagnol que o site de Glenn Greenwald tem publicado.

“Sobre as supostas mensagens divulgadas, esclarecemos:

– O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, não reconhece a autenticidade de supostas mensagens obtidas por meios criminosos, que podem ter sido editadas e manipuladas e que teriam sido transmitidas há dois ou três anos.

– Nunca houve interferência no suposto caso envolvendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que foi remetido diretamente pelo Supremo Tribunal Federal a outro Juízo, tendo este reconhecido a prescrição.

– A atuação do Ministro como juiz federal sempre se pautou pela aplicação correta da lei a casos de corrupção e lavagem de dinheiro.

– As conclusões da matéria veiculada pelo site Intercept sequer são autorizadas pelo próprio texto das supostas mensagens, sendo mero sensacionalismo.”

CHARGE DO SPONHOLZ

DEU NO JORNAL

É TUDO FALSO, DIZ LAVA JATO

A força-tarefa da Lava Jato no Paraná soltou nota de repúdio à peça de propaganda do gringo que é fã de Lula.

Leiam:

A força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) vem a público repudiar o ataque infundado à imparcialidade da operação Lava Jato por meio de publicação equivocada e sem checagem dos fatos pelo site “The Intercept Brasil”.

Conforme é público, em relação ao ex-presidente Fernando Henrique, a Petição nº 6794 foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) e foi encaminhada por essa Corte à Justiça Federal de São Paulo. Ou seja, o caso sequer era de atribuição da força-tarefa Lava Jato de Curitiba e ela não teve qualquer participação na decisão de seu envio para outra unidade do Ministério Público Federal ou na análise de eventual prescrição.

Sempre que a força-tarefa tomou conhecimento de fatos que poderiam revelar indícios concretos de crimes envolvendo altas autoridades, independentemente do partido a que pertencessem, foram adotadas todas as providências cabíveis.

A publicação, de modo tendencioso, para criar artificialmente uma realidade inexistente que dê suporte a teses que favoreçam o ex-presidente Lula, deixa de reportar a seus leitores o que é fato.

Conforme é público e notório, e pode ser confirmado no site da operação, a força-tarefa já realizou mais de 60 fases ostensivas de investigação, ofereceu mais de 90 denúncias, e participou da celebração de mais de 100 acordos de colaboração premiada que revelaram a participação criminosa de pessoas ligadas a mais de 20 legendas partidárias.

A operação Lava Jato se expandiu para outras instâncias e localidades no País. Como exemplo, no STF, a partir de investigações da força-tarefa de Curitiba, foram homologados acordos de colaboração de mais de 70 executivos do Grupo Odebrecht. Somente nesse caso, houve a indicação de centenas de condutas criminosas de mais de 400 agentes públicos, tendo sido nomeados políticos de 26 partidos.

Chama a atenção que o site “The Intercept Brasil” continua a fabricar narrativa política-partidária a partir de diálogos cuja a autenticidade e integridade insiste em não submeter à comprovação. Além de tentar alardear supostos conteúdos bombásticos obtidos a partir de suposto hackeamento ilícito, não consegue minimamente atingir a expectativa criada, uma vez que nem o contexto criado se refere à atuação direta da força-tarefa de Curitiba, e que sua suposta versão não resiste a uma mínima análise crítica diante do contexto da atuação dos procuradores e da Justiça.

No material publicado nesta terça-feira, 18 de junho, cuja autenticidade, reforce-se, não pode ser confirmada, e que foi classificado como “revelação mais grave até agora” pelo jornalista Glenn Greenwald em sua conta na rede social Twitter, resta clara a ausência de qualquer elemento que indique ação no sentido de forjar provas, ajuste partidário, manifestação de cunho ideológico, corrupção, ou ilegalidade dos membros do Ministério Público Federal, o que reforça o aparente intuito de as publicações objetivarem distorcer supostas conversas entre autoridades, atacando o Sistema de Justiça e as instituições da República, na mesma linha do que verificado nos ataques cibernéticos. Suposta conversa sequer seria sobre fatos e procedimentos de responsabilidade da força-tarefa ou da Justiça Federal em Curitiba, tal é a falta de compreensão da realidade que o site estaria supostamente a reportar.

A força-tarefa do MPF/PR reafirma que a divulgação de supostos diálogos obtidos por meio absolutamente ilícito, agravada por um contexto de sequestro de contas virtuais, torna impossível aferir se houve edições, alterações, acréscimos ou supressões no material alegadamente obtido. Além disso, diálogos inteiros podem ter sido forjados pelo hacker ao se passar por autoridades e seus interlocutores. Uma informação conseguida por um hackeamento ilegal traz consigo dúvidas inafastáveis quanto à sua autenticidade, o que inevitavelmente também dará vazão à divulgação de fake news.

Comentar supostos diálogos, documentos, informações – até para esclarecer que não existiram -, serviria de incentivo à conduta dos criminosos que delas se apropriaram, bem como daqueles que as publicam. Os ataques cibernéticos a autoridades de diferentes instituições do País continuam, pelo que, potencialmente, publicações na internet sobre supostos diálogos não se restringem a conteúdo alegadamente obtido no passado, mas garantem visibilidade a possível resultado de atos criminosos ainda em andamento.

Sem a comprovação de sua origem, autenticidade e contexto, a exposição parcelada e contínua de supostos trechos de conversas atendem a uma agenda político-partidária, em prejuízo do alegado interesse informativo e com a intenção de manipular a opinião pública.

A superficial exploração sensacionalista de diversos episódios que marcaram a operação Lava Jato tenta banalizar o esforço árduo de centenas de servidores públicos, do Ministério Público Federal, Justiça Federal, Polícia Federal, Receita Federal e tantos outros órgãos de Estado, e da própria sociedade contra a corrupção.

AUGUSTO NUNES

AMANTE ARDILOSA

Gleisi acusa a campanha de Jair Bolsonaro de ter vencido a eleição por ter feito a mesma coisa que fez a campanha de Haddad, que perdeu a eleição

“A difusão massiva de mentiras e notícias falsas contra o PT e o candidato Fernando Haddad foi parte de uma ação orquestrada para impedir que as eleições de 2018 transcorressem no campo limpo da democracia. Ela se soma à farsa judicial armada para condenar e prender injustamente o presidente Lula, que é inocente das acusações armadas contra ele, de forma a impedir sua candidatura que seria vitoriosa segundo todas as pesquisas.“.

Gleisi Hoffmann, deputada federal e presidente do PT, conhecida pelo codinome Amante no Departamento de Propinas da Odebrecht, explicando, em artigo publicado no site do partido, que Bolsonaro só venceu a eleição porque sua campanha pagou por bombardeios de mensagens pelo WhatsApp contra a campanha de Fernando Haddad, multada em março deste ano por ter financiado um site com ataques a Bolsonaro no mecanismo de busca do Google.

DEU NO JORNAL

TUCANO ABRE O BICO

Fernando Henrique Cardoso deu uma entrevista ao site jurídico Jota em que diz não acreditar que o Supremo vá anular o julgamento de Lula.

O tucano refere-se, é claro, ao caso do vazamento das mensagens privadas trocadas entre Sergio Moro e os procuradores da força-tarefa da Lava Jato.

“O ato de Moro ir para o governo está previsto em lei. Ele tinha que sair da magistratura para isso. E ele saiu. Pode criticar se foi certo ou se foi errado, mas este é um julgamento político”, declarou FHC.

“Outra coisa é o fundamento para a prisão do Lula. O Lula, eu lamento, mas tem muitos processos e reiteradamente há fatos. Eu lamento, porque não tenho nenhuma satisfação de ver pessoa como Lula na cadeia”, prosseguiu o ex-presidente.

“Mas, se eu fosse juiz, ia julgar com os fatos. Mesmo que o Moro tenha se excedido, os fatos são vários. Não creio que o Supremo anule por causa disso.”

* * *

Tu te prepara, professô zisquerdista Fernando Henrique.

Prepara o lombo que a cacetada vai ser pesada.

Cuidado com esse negócio de dizer que contra Lula “reiteradamente há fatos” e que “os fatos são vários

O colunista fubânico Goiano vai te dar o troco ainda hoje.

Segura as penas, seu tucano falador.

“Tu falô merda, Fernando. Goiano vai me defendê”

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CLÁUDIO M. CRUZ – BELO HORIZONTE-MG

Grande Berto!!!

Peço ao nobre editor que publique estas fotos.

E eu quero ver o cegueta Goiano dizer que foram todas condenações injustas, que são todos eles perseguidos pela justiça.

Quero rir muito.

Estou precisando desopilar o fígado hoje.

Muito obrigado.

DEU NO JORNAL

NO FURICO DA PETRALHA

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO JORNAL

QUE NOME SERIA?

Na nova peça de propaganda de Glenn Greenwald, a manipulação beira o ridículo de juntar, numa hipotética conversa, diálogos ocorridos em novembro de 2015, junho de 2016 e abril de 2017.

Existe um nome para isso.

* * *

Que danado de nome seria este???

Fiquei encucado.

Não tô nem sabendo ma-ni-pu-lar o teclado…

Vocês poderiam me ajudar?