DEU NO JORNAL

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MORO VENCEU

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Até aqui, Sergio Moro sai ainda maior da audiência na CCJ do Senado.

O ministro deixa claro a importância da Lava Jato para o combate à corrupção no Brasil, acusa a ação criminosa de hackers, relembra que suas decisões foram confirmadas em instâncias superiores e reforça que, se autênticas, as mensagens roubadas divulgadas em nada comprometem a sua atuação.

O resto é a chiadeira que já conhecemos.

Restando poucos senadores inscritos para fazer perguntas, Sergio Moro vai dando um show de paciência.

O clima na CCJ do Senado é de absoluta tranquilidade, desde o início.

O resto é invenção da esquerda.

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Em resposta a Jaques Wagner, Sergio Moro pontuou bem a diferença entre a divulgação da conversa de Lula com Dilma da peça de propaganda contra a Lava Jato baseada em mensagens roubadas de Deltan Dallagnol.

“Nós fazíamos isso de maneira transparente. Todo o material probatório, todas as informações ficavam disponíveis. Não ficávamos divulgando em pílulas. Aquela decisão, envolvendo aquele áudio, pode haver divergência, mas foi decisão proferida nos autos. Foi decisão transparente, expus minhas razões. Não me servi na ocasião de hackers criminosos para encobrir a minha responsabilidade.”

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Apesar das inúmeras tentativas de apertar Sergio Moro, Renan Calheiros não conseguiu nada além de respostas que demonstram a atuação normal de um juiz.

O senador quis saber se ele havia homologado delações antes da lei de 2013 que a regulamentou. Moro respondeu que sim, com base em outras leis que previam a colaboração.

Calheiros perguntou se ele mantém o apoio às 10 medidas contra a corrupção. O ministro disse que na época que foram apresentadas, tinha algumas divergências.

Questionado sobre uma suposta central de grampos de Rodrigo Janot, Moro disse que não tinha contato com o ex-procurador-geral nem atuou em delações negociadas por Marcello Miller.

Finalmente, sobre Luiz Fux, Moro disse tratar-se de “um grande ministro, assim como vários outros.”

Fim.

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Cid Gomes deixou bem claro o objetivo político da oitiva de Sergio Moro, criticando o juiz por adotar “uma postura de salvador da Pátria”.

“Acho que havia muita roubalheira na Petrobras, era um a coisa institucional mesmo, e a prova disso é a devolução dos recursos. Agora, daí um juiz se tornar, muito pouco tempo depois, ministro de um presidente da República que adota essas teses, como a salvação da Pátria, isso atenta contra o que se acha razoável.”

E emendou: “O Brasil precisa de combate à corrupção, mas essa não é a solução do problema. É a gente enfrentar a desigualdade.”

O irmão de Ciro Gomes não está preocupado com a Lava Jato, mas com as eleições de 2022.

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“A PF tem elementos de prova de que um hacker tentou se passar pelo ministro Sergio Moro e mandou mensagens para terceiros em nome do ex-juiz da Lava Jato”, diz o Estadão.

“Um dos elementos é uma mensagem enviada no dia 4 de junho a um funcionário do próprio gabinete de Moro, depois de ativar uma conta do Telegram – aplicativo de troca de mensagens via internet.”

A reportagem reproduziu a tela do celular:

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Humberto Costa, entre outras palhaçadas, está dizendo que Sergio Moro não pode desqualificar Glenn Greenwald, porque “vem muita coisa por aí”.

Como é que Humberto Costa sabe?

É só confiança no que diz que o cúmplice de hackers?

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Em resposta a Jaques Wagner, Sergio Moro sugeriu que publiquem todas as mensagens vazadas para o povo avaliar a sua conduta.

“Eu não tenho apego pelo cargo. Apresente tudo, vamos submeter isso ao escrutínio público e, se houver irregularidade da minha parte, eu saio.”

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O senador Rogério Carvalho (PT) perguntou a Sergio Moro de onde ele tirou o dinheiro para fazer cursos de como lidar com a imprensa.

Moro retrucou:

“Eu não sei onde o senhor tirou essas informações, mas o senhor está equivocado. Essa história é uma loucura. Não existe essa coisa de media training, R7, dinheiro que foi pago. Não tem nada. O senhor está fantasiando. Eu não preciso de media training para vir falar a verdade.”

JOSÉ NÊUMANNE - DIRETO AO ASSUNTO

AUGUSTO NUNES

CULPADO INOCENTE

Na cadeia onde descansa da extenuante rotina de chefe de quadrilha, Lula volta a jurar que é o culpado mais inocente do país

“Moro estava condenado a me condenar porque a mentira havia ido muito longe. Eu estou mais tranquilo hoje porque a minha tranquilidade é daquele que sabe que é honesto. Deus sabe que eu sou honesto. O Moro sabe que eu sou honesto”.

Lula, durante entrevista concedida na cadeia, fingindo esquecer que, além de Sergio Moro, foi condenado por três desembargadores do TRF-4 e quatro ministros do STJ por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex no Guarujá — só para ficar em uma das oito ações penais às quais responde na Justiça.

A HORA DA POESIA

CANTIGA PARA NÃO MORRER – Ferreira Gular

Quando você for se embora,
moça branca como a neve,
me leve.

Se acaso você não possa
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração.

Se no coração não possa
por acaso me levar,
moça de sonho e de neve,
me leve no seu lembrar.

E se aí também não possa
por tanta coisa que leve
já viva em seu pensamento,
menina branca de neve,
me leve no esquecimento

Colaboração de Pedro Malta

DEU NO JORNAL

BANDIDOS INTERROGAM XERIFE (4)

O Senador Humberto Costa (PT-PE), crítico do trabalho do ministro Sergio Moro, é investigado no Inquérito 3985, por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, da Lava Jato.

De acordo com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, Humberto Costa recebeu R$ 1 milhão para a campanha ao Senado em 2010.

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Mais um bandido interrogando o xerife Sérgio Moro.

Este cabra safado, que atende pelo nome de Uncerto Bosta, e que aqui em Pernambuco é mais conhecido pela alcunha de Pato Rouco, é uma figura da mais baixa esgotofesra que fede por onde passa.

Entre outras palhaçadas, Uncerto Bosta disse que Moro não pode desqualificar o bandido Glenn Greenwald, porque “vem muita coisa por aí”.

E como é que este cabra safado disso?

É porque bandido com bandido se entende.

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CHARGE DO SPONHOLZ

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BANDIDOS INTERROGAM XERIFE (2)

Um dos interrogadores do Ministro Sérgio Moro nesta manhã é um certo senador Weverton Rocha (PDT-MA).

Este parlamentar foi alvo dos “inquéritos 3621 e 3394, por crimes contra a Lei de Licitações, por peculato e corrupção”.

Está na página Congresso em Foco.

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Outro interrogador é um tabacudo por nome de Rogério Carvalho, senador petralha de Sergipe, que começou seu cagatório oral como se o Ministro Sergio Moro se estivesse em um tribunal:

“Alerto que tudo o que o senhor está dizendo aqui está sendo gravado”.

Esta petêlho babaca foi condenado em um processo por improbidade administrativa em 2016.

É pra arrombar!

Entre ficar puto e levar na zona, eu vou mesmo é se rir-me.

É de lascar!

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