DEU NO JORNAL

RINCHANDO SEM RUMO

A greve convocada pelas centrais sindicais contra a reforma da Previdência foi um tiro no pé dos organizadores.

É o que diz Josias de Souza, no UOL:

“Em termos práticos, nada mudou. A reforma da Previdência, alvo central dos atos, segue seu curso no Congresso, rumo à aprovação. Se a algaravia serviu para alguma coisa foi para realçar que a oposição ao governo de Jair Bolsonaro, incluindo o aparato sindical e social que gravita ao redor do PT, continua zonza. O que é uma pena, pois a democracia tende a funcionar melhor quando a oposição tem rumo.”

* * *

Gostei da expressão “gravita ao redor do PT“, escrita pelo jornalista, se referindo à pelegada.

Bem que ele  poderia ter escrito “relincha e escoiceia ao redor do PT“.

Caro Josias, você acertou em cheio ao dizer que a oposição atualmente está sem rumo.

O problema é que os opositores atuais são jumentos.

E jumento fazer oposição é uma coisa muito difícil.

Uma missão impossível.

Eles vão continuar sem rumo.

A PALAVRA DO EDITOR

O INSTITUTO DATA BESTA INFORMA

Abaixo estão os resultados da última pesquisa feita pelo Data Besta, o instituto de pesquisas mais confiável que existe na praça.

Informo aos distintos leitores desta gazeta escrota que uma nova pesquisa já está no ar.

Vá aí do lado direito e cumpra seu dever cívico-fubânico.

E tenham todos um excelente final de semana!!!!

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

ARMAÇÕES

O tempo passa, o povo politicamente se mostrou nos resultados das eleições desde 2016, mas os velhos políticos insistem em não abrir os olhos à nova realidade. É isso que nos leva a crer ao assistir vídeo da Convenção Nacional do PSDB, e outros com opiniões de Senadores e Deputados federais, sem mencionar as aberrações nos argumentos dos governadores, principalmente do Nordeste, sobre o que pretende fazer o governo federal na sua política de contenção de despesas e de reformas em várias áreas da administração pública. Percebe-se que as velhas raposas da politicagem no Brasil estão à deriva com a nova forma de governar que está sendo implantada pelo presidente Bolsonaro. É nítido o incomodo dos velhos políticos com o novo momento da política brasileira, não estão aceitando a transposição de comportamento do eleitor e da proposta ora em vigor do Palácio do Planalto. A citada reunião pessedebista confirma o que é geral nos partidos ainda existentes. A agressividade do ex governador e candidato Geraldo Alckmin contra o presidente eleito dos brasileiros, é assustadora, um enorme ranço que não o permite pensar em somar para melhorar o péssimo legado petista. É corrente no meio político e do povo, que o PSDB é apenas uma extensão do Partido dos Trabalhadores-PT. Essa é a razão que explica a afinidade de seu maior líder Fernando Henrique Cardoso, o FHC, com o encarcerado de Curitiba, o Lulla, inclusive na tentativa de criação da “Grande Pátria” via Foro de São Paulo onde ambos, em conjunto com outro chefe, Fidel Castro, agiram em busca do domínio político da América Latina, um desvario.

Da citada convenção do PSDB, algumas conclusões podem ser tiradas. A presença de Rodrigo Maia do DEM, do dirigente do PL Marcelo Ramos, do presidente do MDB Romero Jucá e alguns outros, na convenção que elegeu o presidente dos tucanos, pode-se levar ao pensar de que está se formando um “Big Centrão” ou “Banda Larga” na tentativa de dar freios ao crescimento político do presidente Bolsonaro e manter a sobrevivência dos velhos e arcaicos partidos. Estes, na verdade, são meros puxadinhos de uma organização multipartidária ávida pelo Poder e a sua manutenção, pouco voltada ao desenvolvimento da Nação, ou seja, do povo. Isto tanto é verdade que o grande impulso de crescimento do Brasil se deu entre os anos de 1964 e 1980, no governo militar. Após a eleição indireta de Tancredo Neves e do Vice Sarney, o País viveu espasmos de desenvolvimento na rápida passagem de Collor de Mello, com a abertura do mercado, que foi passo importante para a economia brasileira e com o Plano Real do governo Itamar Franco. Alguma euforia acontecida, após estas passagens de comando, tiveram como fonte a expansão e a oferta de dinheiro internacional. Voltando ao assunto “Big Centrão” ou “Banda Larga”, é uma tentativa de manter sob controle o governo Bolsonaro nas votações no Congresso Nacional. Existe também, em andamento, uma parceria com o STF que passou a legislar e tomar decisões.

Essa declaração de amor ao PSDB pelo presidente da Câmara Rodrigo Maia-DEM, dá a medida que vinha sendo tocada a política brasileira, ou seja, eram fortes grupos políticos partidários unidos em um único objetivo, o de tirar o máximo de proveito do Poder e lutar pelo espaço na estrutura dele e na sua manutenção. Fica claro que nunca houve, como preocupação principal, o desenvolvimento do Brasil e real melhoria da qualidade de vida do brasileiro, ficou sempre naquela “meia boca”, com a distribuição de migalhas como forma de iludir a população de que o social era a meta dos partidos e governos, pura balela. O desespero agora é enorme diante da maneira de agir e governar do presidente Jair Bolsonaro e isso está incomodando e, ao mesmo tempo, desmantelando essa forma que era, e ainda é, adotada pelo Centrão e petistas, de levar na conversa o povo brasileiro. Esse desespero aumenta mais ainda quando se vê no horizonte que não há condições de permanência da atual estrutura partidária. A reforma partidária é obrigatória e ela passa pela extinção das siglas atuais, principalmente daquelas de aluguel e caçadoras de cargos nos governos estaduais e federal. O fim da hegemonia política ideológica está próximo, não tem mais fôlego e isso está provado em todo o mundo. A atitude do povo em ir pra ruas em apoio ao presidente, desestabilizou o status quo que vigia na política no Brasil e o Congresso percebeu que ir contra pode ser suicídio político, ainda mais com eleições no ano que vem. Essas tentativas de ser contra as reformas propostas e em andamento do presidente Bolsonaro é um tiro que poderá sair pela culatra. O povo está de olho nessas armações.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

FLAVIO BELINI – SÃO PAULO-SP

Editor,

Veja só quanta diferença entre os protestos criminosos dos safados da esquerda e as manifestações pacíficas e ordeiras dos cidadãos de bem. 

Estes caras são uns bandidos e baderneiros.

Ontem eles atrapalharam a vida dos trabalhadores e das pessoas honestas.

E vamos continuar firmes na luta!

No próximo dia 30 estaremos todos nas ruas.

JOSÉ NÊUMANNE - DIRETO AO ASSUNTO

A PALAVRA DO EDITOR

É MENTIRA, TERTA???

Não basta ouvir a Globo e acessar Veja, Estadão ou Folha.

Pra ler mentira e ficar por dentro de tudo que não aconteceu, tem que ler também o jornal Luta Sindical (melhor seria Lula Sindical…), editado pela pelegada do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes.

Vejam que manchete da porra eles publicaram ontem:

Estes cabras, como todos os zisquerdistas, mentem mais do que a Cega Dedé, a maior inventadeira de histórias lá de Palmares.

É pra fazer o cabra se mijar-se de tanto se rir-se.

Eles matam Panteleão de inveja.

PERCIVAL PUGGINA

STF ULTRAPASSOU A LINHA AMARELA

A rigor, hoje, uma sirene deveria estar ressoando em todo o território nacional, advertindo que o STF avançou a linha amarela e invadiu competência do Poder Legislativo sob débil alegação – “Já que o Congresso não decide…”. Ante a “omissão” do Legislativo, o STF ultrapassou a linha amarela e criou um tipo penal aplicável a condutas homofóbicas por analogia ao racismo.

A sirene deveria estar soando porque essa, digamos assim, invasão do espaço aéreo do outro poder, na minha convicção, é sinal claro de mentalidades totalitárias, que em nome de suas convicções pessoais, desconhecem limites à própria ação e firmam decisões em palanque de banhado.

O fato de haver votos divergentes entre os ministros reforça a legitimidade dos entendimentos discordantes. Os três ministros que se posicionaram contra a decisão majoritária alegaram exatamente a invasão de competência privativa do Parlamento nacional. Só a ele cabe criar tipos penais. Não há na convicção dos ministros Marco Aurélio, Toffoli e Lewandowski qualquer resquício de preconceito ou homofobia. Apenas respeito às fronteiras entre os poderes de Estado.

Ao alegar “omissão” do Legislativo, a maioria do STF subscreveu tese perigosíssima. Segundo ela, se o Congresso não vota determinado projeto por não ter maioria para aprovação, seu autor, se a tese for do gosto de alguns senhores ministros, pode atravessar a rua e buscar apoio de meia dúzia deles. Não foi assim com as cotas raciais? Não era esse o sentimento que transbordava de cada palavra do ministro Celso de Mello, ao ler as 155 páginas de seu voto em fevereiro deste ano? Não retirou ele do bolso da toga a acusação de que o Congresso estava “em mora” com um dever constitucional? Não entendia ele, então, que a Constituição impunha ao Parlamento o dever de deliberar e não ficava explícito, ali, o único conteúdo aceitável dessa “deliberação”? Nesse caso, como deve o Legislativo acolher a indicação que o STF lhe faz de que legisle a respeito? Faz um convênio e encomenda uma minuta de projeto ao outro lado da rua?

Nunca é demais lembrar: raramente, muito raramente, as casas do Congresso rejeitam projetos de parlamentares, pois estes só submetem suas proposições ao plenário quando têm certeza de contar com apoio suficiente. Portanto, o que a maioria do STF entendeu como “omissão” ou “mora” é falta de consenso ou de suficiente apoio. E também isso é deliberação. O projeto agora em discussão na Câmara dos Deputados, por exemplo, é aquele que limita o antagonismo à introdução da ideologia de gênero nos currículos escolares.

Por isso, o projeto patina. Uma coisa é defender a dignidade da pessoa humana e seu direito de definir e não ser discriminada em vista de sua identidade sexual. Outra é dar um salto com vara sobre o conhecimento científico para afirmar, lá do outro lado, já no terreno da mera ideologia, que essa identidade é uma construção social. E colocar isso na cabeça das crianças.

DEU NO JORNAL

COMENTÁRIO SELECIONADO

UMA COISA EXCLUI A OUTRA

Comentário sobre a postagem NÃO QUERO MAIS ANDAR NA CONTRAMÃO

Nkolai Hel

As suas convicções antes fossem apenas diferentes das minhas.

Elas apenas são moralmente putrefatas, parasitárias, maniqueístas, sórdidas, fraudulentas, indignas, abjetas, vis, mefistofélicas e beiram ao delírio tétrico digno de encontrar morada na mais atual habitação de Adélio Bispo (o manicômio judiciário). São tão famélicas de bom senso, tão visceralmente alucinadas que não há grau de surrealismo ou fantasia que lhe façam paralelo.

O esquerdismo é uma doença cujo enfermo se torna um ser execrável, e não há limites para sua execração, como apresentar ideias, fatos, dados e argumentos que são a quintessência da mentira e da desinformação.

Apesar de eu ser agnóstico, se Lúcifer existe, até ele se ruboriza com suas convicções, advogado morfético, até porque você personifica bem o aspecto mais nauseabundo do arquétipo do advogado: defender o cliente (neste caso, o sapo barbudo, sua quadrilha com CNPJ de partido político, e sua ideologia nefasta e apocalíptica), acima da verdade (qualquer que seja ela).

Em suma, você não passa de um pária que, por muito menos, num país autenticamente socialista, já teria virado mandioca. Mas como vive num país cujo Socialismo teve sua metástase neutralizada (ainda necessitando de muita quimio e radioterapia), você é como qualquer outro lulo-petralha-canhestro-progressista-globalista que vilipendia compulsivamente os alicerces da Direita e seus princípios culturais e civilizacionais usufruindo de suas próprias benesses.

Nisso tudo, se há algo do qual pode se jactar, talvez seja por você ser o píncaro da persona de adepto fundamentalista da seita macabra da estrela vermelha, pois você e tudo que lhe constitui, são o mais abissal ocaso ético e moral que pude ver em um petista.

Se errar é humano, petista é incapaz de errar: é o próprio erro em carne, ossos e sangue.

Portanto, ou se é humano, ou se é petista.

DEU NO JORNAL