DEU NO JORNAL

A PALAVRA DO EDITOR

NÃO PODE SER ADÉLIO DE NOVO

Prestem atenção neste vídeo gravado pelo lulo-petista Paulo Henrique Amorim, o mais descerebrado dentre todos os descerebrados “jornalistas” da Federação de Redações Midiáticas Babacais.

Escutaram o final do vídeo?

Prestaram atenção no que ele diz se referindo a Bolsonaro?

“Flamengo até morrer. Breve”

A palavra “breve” não consta do hino do Flamengo.

Se os lulo-zisquerdistas estão pensando em um novo atentado, pra matar Bolsonaro “breve”, é melhor desistir de Adélio.

O autor da facada vai ser internado num presídio por tempo indeterminado, conforme determinou a justiça hoje, sábado, 14 de junho.

Arranjem outro pra empunhar a peixeira.

Um assassino que seja competente e que não dê ensejo a que Lula diga novamente, como disse esta semana, que o atentado foi um encenação da direita reacionária.

DEU NO JORNAL

VAGABUNDOS DAS ESQUERDAS EM AÇÃO NO BRASIL INTEIRO

DEU NO JORNAL

O GENERAL SE ARRETOU

Em café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro, o general Augusto Heleno, ministro do GSI, perdeu a paciência com os recentes ataques de Lula, que chamou Sergio Moro de mentiroso e ironizou facada.

“Na minha opinião, sempre tive essa opinião, ela é minha, não é do presidente, presidente da República desonesto tinha que tomar uma prisão perpétua. Isso é um deboche com a sociedade. Presidente da República desonesto destrói o conceito do país. É o cúmulo ele ainda aventar a hipótese de a facada ser uma mentira.”

* * *

Calma, General.

Não vale a pena perder tempo com um safado escroto feito Lula.

O que este canalha falou sobre a facada que Bolsonaro levou, causa da sua irritação, General, é coisa de um bandido descarado cuja fala a gente não deve repercutir pra não empestear os ares.

Se ocupar desse sujeito é como levar a sério a furiosa, irracional e psicótica defesa que dele faz o colunista fubânico Goiano: pura perda de um precioso tempo.

Vamos trabalhar pra arrancar uma lei que impeça condenados presos por corrupção ficarem dando entrevista.

É isso.

DEU NO JORNAL

UM ATO FRACASSADO DE VANDALISMO DE VAGABUNDOS

Rodrigo Constantino

Sob o pretexto de protestar contra a reforma da Previdência, trabalhadores de diversas categorias estão sendo convocados para uma greve geral nesta sexta-feira (14). Também fazem parte das reivindicações temas como maior geração de empregos formais, retomada do crescimento da economia, contingenciamento na educação e até um desagravo ao ministro da Justiça, Sergio Moro.

Por trás dessa movimentação estão as centrais sindicais, partidos políticos, entidades estudantis e opositores ao governo de Jair Bolsonaro (PSL). Segundo os movimentos, a prioridade é que os trabalhadores “cruzem os braços” a partir da madrugada de sexta com manifestações sendo utilizadas como complemento à paralisação.

Entre as centrais, estão na articulação a CUT, CTB, Força Sindical, CGTB, CSB, UGT, Nova Central, CSP- Conlutas e Intersindical. E elas não estão sozinhas. Ainda em maio, a Executiva Nacional do PT publicou resolução com estratégias para a oposição ao governo Bolsonaro, que incluem protestos e mobilizações, como as greves gerais.

Quem está por trás da greve? Ora, os vagabundos de sempre! Os motivos? Os mesmos de décadas: ferrar o Brasil, boicotar reformas necessárias, atacar gente séria para defender bandidos. Os métodos? Aqueles que conhecemos bem: terrorismo, violência, fechar vias em dia útil, quebrar coisas, atear fogo. Eis algumas reações nas redes sociais:

MBL: Brasil: onde sindicato faz greve pra pobre continuar se aposentando aos 65 anos e ganhando salário mínimo enquanto o patrão se aposenta 10 anos mais cedo ganhando 5 vezes mais. Fora que sindicato apoia o político picareta lá em Brasília que vai se aposentar ganhando R$ 30 mil. É muita palhaçada. Milhões de desempregados e a esquerda tem a incrível ideia de uma greve para ninguém trabalhar. Que picaretagem.

Deputado Paulo Eduardo Martins: Imaginem como o Brasil estaria hoje se os sindicatos ainda tivessem os 4 bilhões do imposto sindical.

Leandro Ruschel: Hoje não há protesto popular. Há o uso de uma minúscula minoria organizada pela esquerdalha para atazanar a vida do povo.

Vinicius Poit: Honestamente? Fazer greve “geral” contra a reforma da previdência? Ora, é muita irresponsabilidade! A reforma é necessária para retornarmos o equilíbrio fiscal! Quebraram o País e agora querem evitar que os ajustes necessários sejam feitos! Haja paciência! #Dia14BrasilTrabalha

E eis aqui a real motivação dessa “greve geral” sindicalista:

A “greve geral” está sendo um fiasco, um fracasso total. Uns gatos pingados tentando criar confusão para atrapalhar o país. Ninguém mais leva a sério essas pautas esquerdistas. O PT é o partido que mais tem aposentadorias especiais, enquanto finge atuar pelos mais pobres. É uma quadrilha de privilegiados e marginais que querem viver à custa do povo trabalhador. E a ficha do povo já caiu faz tempo.

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PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

GRANDES MESTRES DO REPENTE

O grande cantador pernambucano Oliveira de Panelas, um dos maiores nomes da poesia popular nordestina da atualidade

* * *

Oliveira de Panelas

No silente teclado universal
Deus pôs som nas sutis constelações,
e na batida dos nossos corações
colocou a pancada musical,
quando a harpa da brisa matinal
vai fazendo concerto pra aurora,
nessas lindas paisagens que Deus mora
em tecidos de nuvens está escrito:
é a música o poema mais bonito
que se fez do princípio até agora.

Quando as pétalas viçosas das roseiras
dançam juntas com o sol se levantando,
vem a brisa suave carregando
pólen vivo das grávidas cerejeiras,
verdejantes, frondosas laranjeiras,
soltam hálito cheiroso à atmosfera,
toda mãe natureza se aglomera:
de perfume, verdume, que beleza!…
É o canto da própria natureza,
festejando o nascer da primavera!

* * *

Dimas Batista

Alguém já me perguntou:
o que são mesmo os poetas?
Eu respondi: são crianças
dessas rebeldes, inquietas,
que juntam as dores do mundo
às suas dores secretas.

Nossa vida é como um rio
no declive da descida,
as águas são a saudade
duma esperança perdida,
e a vaidade é a espuma
que fica à margem da vida.

* * *

Diniz Vitorino Ferreira

Qualquer dia do ano se eu puder
para o céu eu farei uma jornada
como a lua já está desvirginada
até posso tomá-la por mulher;
e se acaso São Jorge não quiser
eu tomo-lhe o cavalo que ele tem
e se a lua quiser me amar também
dou-lhe um beijo nas tranças do cabelo
deixo o santo com dor de cotovelo
sem cavalo, sem lua e sem ninguém.

* * *

Canhotinho

Acho tarde demais para voltar
estou cansado demais para seguir,
os meus lábios se ocultam de sorrir,
sinto lágrimas, não posso mais chorar;
eu não posso partir e nem ficar
e assim nem pra frente nem pra trás,
pra ficar sacrifico a própria paz,
pra seguir a viagem é perigosa,
a vereda da vida é tão penosa
que me assombro com as curvas que ela faz.

Te prepara, ladrão da consciência,
Que tuas dívidas de monstro já estão prontas,
Quando o Justo cobrar as tuas contas,
Quantas vezes pagarás à inocência?
Teu período banal de existência
Se compõe de miséria, dor e pragas;
Em teu corpo, se abrem vivas chagas,
Que tu’alma de monstro não suporta…
Se o remorso bater à tua porta,
Como pagas? Com que? E quanto pagas?

* * *

Antonio Marinho

Quem quiser plantar saudade
Escalde bem a semente
Plante num lugar bem seco
Quando o sol tiver bem quente
Pois se plantar no molhado
Ela cresce a mata a gente.

* * *

Toinho da Mulatinha

Em Sodoma tão falada
Passei uma hora só
Lá vi a mulher de Ló
Numa pedra transformada
Dei uma talagada
Com caldo de mocotó
E saí batendo o pó
Adiante vi Simeão
Tomando café com pão
Na barraca de Jacó.

* * *

Pinto do Monteiro

Admiro um formigão
Que é danado de feio
Andando ao redor da praça
Como quem dá um passeio
Grosso atrás, grosso na frente
E quase torado no meio.

* * *

Odilon Nunes de Sá

Admiro a mocidade
Não querer envelhecer
Velho ninguém quer ficar
Moço ninguém quer morrer
Quem morre moço não vive
Bom é ser velho e viver.

* * *

Léo Medeiros

Ensinei Ronaldinho a jogar bola
Fui o mestre de Zico e Maradona
Seu Luiz aprendeu tocar sanfona
Bem depois que saiu da minha escola
Caboré no pescoço eu botei mola
Também fiz beija-flor voar pra trás
Conquistei cinco copas mundiais
Defendendo a nossa seleção
Inventei em Paris o avião
O que é que me falta fazer mais?

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

A ILHA DAS MELANCIAS

Era uma vez um arquipélago no Pacífico Sul. Um dia, um grupo de pessoas desembarcou em uma ilha desabitada com a idéia de fundar um novo país. Os novos moradores logo descobriram que naquela ilha nasciam melancias deliciosas. Naturalmente, veio a idéia de cultivá-las, e em pouco tempo cada família da ilha tinha sua plantação de melancias. Havia fartura para todos.

Lógico que as pessoas desejam outras coisas além de melancias. Aos poucos, algumas famílias foram mudando de ramo: alguns se especializaram em construir casas; outros, em confeccionar roupas; também surgiram sapateiros, ferreiros e carpinteiros. Mas como a melancia continuava sendo a comida do dia-a-dia, foi natural que ela também virasse a moeda de troca. O sapateiro trocava um par de botas por dez melancias, o carpinteiro pedia vinte melancias por uma cadeira, e assim por diante.

Nem todos os serviços tinham o mesmo preço: um casaco bonito e com enfeites custava mais melancias que um casaco simples. Mas cada um escolhia o que achava melhor, e ninguém brigava. Pode-se dizer que todos viviam felizes.

Um dia, desembarcou um forasteiro na ilha. Ele subiu em um caixote e começou a discursar. Os moradores daquela ilha estavam desprotegidos, disse ele. Não havia ninguém que cuidasse deles e evitasse que eles sofressem injustiças. Era necessário criar regras, e normas, e era preciso haver pessoas encarregadas de fiscalizar se as regras e normas estavam sendo cumpridas.

O forasteiro era “bom de papo”, e em pouco tempo havia convencido a maioria das pessoas. Criou-se então o cargo de fiscal de melancias, que ficou encarregado de medir, pesar, avaliar e carimbar todas as melancias antes que estas pudessem ser comercializadas. De cada cem melancias, ele ficava com uma, como pagamento pelo seu serviço.

Também surgiu o fiscal de plantações, que garantia que os pés de melancia fossem plantados da forma considerada correta; o fiscal de chapéus, que exigia que todos ao trabalhar na plantação, usassem o modelo de chapéu previamente aprovado, para evitar que o pescoço ficasse queimado de sol; o fiscal de horários garantia que ninguém trabalhasse mais do que o número de horas permitido; e o fiscal de transporte inspecionava as carroças e concedia licenças para que se pudesse transportar as melancias.

Como nenhum destes fiscais plantava nada, todos eles recebiam uma parte das melancias plantadas pelos demais. Para garantir que ninguém estava deixando de contribuir, surgiu o fiscal de arrecadação de melancias. Para definir quantas melancias cada um deveria pagar, criou-se um comitê. Para fiscalizar o comitê, criou-se uma assembléia, e para definir normas para a assembléia criou-se um conselho. às vezes o conselho não concordava com a assembléia, e então criou-se uma justiça, com tribunais de primeira, segunda e terceira instâncias.

Neste ponto, algumas pessoas começaram a reclamar. Diziam elas que havia cada vez mais gente comendo, mas cada vez menos gente plantando melancias, e que se as coisas continuassem assim, não haveria melancia para todos.

A moral da história é a seguinte:

Algumas pessoas acham bom ter um governo grande, outras não. Mas não se pode negar um fato: governos não produzem melancias, eles vivem às custas das melancias que os outros produziram.

DEU NO JORNAL

BEM QUE A MODA PODIA VIR PRA CÁ

O ministro do Interior do Reino Unido validou o pedido dos Estados Unidos para extraditar Julian Assange.

Agora a decisão está com a magistratura.

Se a moda pega…

* * *

É mesmo…

Essa moda bem que podia chegar por aqui.

Se o invasor de dados Julian Assange vai ser extraditado da Inglaterra pros Zistados Zunidos, bem que o criminoso invasor lulo-zisquerdóide Glenn Greenwald também poderia ser mandado daqui do Brasil de volta pro país dele.

Tem um xibungo amigado com Gleen, que é deputado do PSOL, que nos faria um bem enorme se acompanhasse o seu querido viado e fosse extraditado junto com ele.

Os dois seriam mandado pros Isteitis cada um com uma pajaraca sextavada de grosso calibre enfiada na bunda.

“Eu fudido na cadeia e tu ixtraditado, Glenn. Aí o porra do editô do JBF vai se mijá de tanto se rir-se. É foda!”