AMANTE REALISTA

Gleisi reconhece que a destruição causada por 13 anos de governo petista foi muito pior do que se imaginava

“Economia vai piorar. Ninguém investe num país instável, c/mercado consumidor decrescente, cada vez mais pobreza e desigualdade, política externa maluca, péssima imagem internacional, insegurança jurídica e política; q destruiu grande parte dos seus grupos privados não financeiros”.

Gleisi Hoffmann, deputada federal e presidente do PT, conhecida pelo codinome Amante no Departamento de Propinas da Odebrecht, reconhecendo que a destruição causada por 13 anos de governo petista foi muito pior do que se imaginava.

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HOJE É O ÚLTIMO DIA

Hoje é a último dia da Pesquisa Data Besta que está no ar.

A Editoria desta gazeta escrota está testando o novo sistema de enquetes e pesquisas.

Seja um bom fubânico e colabore com a nossa putaria.

Vá aí do lado direito e dê o seu pitaco.

Termina hoje!

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1989

Na passagem do tempo, o casal William Bonner e Fátima Bernardes findaram o casamento e também mudaram o penteado dos cabelos. Já o noticiário, nas aéreas política e econômica, só mudou o RG, CNPJ, e o endereço.

Jornal Nacional

* * *

CARLY SIMON

Uma gravação dos anos 80 dedicada ao público infantil que agrada até hoje os adultos.

Itsy Bitsy Spider

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UM PROFESSOR FUBÂNICO

Comentário sobre a postagem ROUBAR E ROUBAR

Adônis Oliveira:

Moçada, Eu ensinei em faculdades particulares desde a década de 1980. Vão aí quase 40 anos.

O salário sempre foi uma merda. Muito longe dos salários pagos nas federais.

Graças a Deus, ensinar para mim era feito estar apaixonado por uma rapariga ruim: Dava um trabalho desgraçado, recebia muito pouco em troca, mas mesmo assim eu não largava.

Há algumas décadas, o prazer de ensinar era qualquer coisa de transcendental.

Ensinei principalmente em grupos de mestrado. Aliás, fui fundador dos primeiros cursos de pós-graduação na Politécnica de Pernambuco. Eram turmas estupendas! Eu aprendia mais do que ensinava. Colocava o tema para debate e deixava o papo correr solto.

Fazia apenas pequenas intervenções para correção de rumo, quando e se necessário. Eram momentos sublimes, esses diálogos peripatéticos modernos.

Fui professor homenageado diversas vezes.

Nos últimos anos, grandes grupos empresariais se apossaram das inúmeras pequenas faculdades regionais. Foi um desastre!

Cheguei a ser coordenador de todos os cursos de engenharia em uma delas. Não aguentei!

Hoje, se quiserem me pagar a peso de ouro para encarar uma cambada de analfabetos outra vez, correrei mais que o Diabo corre da cruz.

As federais conseguem ser ainda piores, só que ao custo de bilhões para os otários tradicionais: Nós.

Desejo boa sorte aos que aqui ficarem.

P.S. Caro Goiano. Como não sabes (ou te fazes de doido!), a educação já foi destruída faz muito tempo, e foi tua turminha vermelha quem arrematou e concluiu a obrada.

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PAPUA GUINÉ – E A SÍNDROME DE DOWN

A charge desse gênio Sponholz diz tudo da “evolução”

Lembro que foi lá pelos idos dos anos 60, ou pouco antes, quando cursava o terceiro ano ginasial, que comecei a ler e estudar com vontade a natureza, o homem e, num todo, as Ciências Naturais. Foi naquele ano que, pela primeira vez ouvi o nome Charles Darwin – teórico da evolução humana.

Começando a entender alguma coisa daquilo que o professor ensinava (e conseguia!), perguntávamos ao Mestre (“tio” é coisa de abestalhado – além de ser, normalmente, irmão do meu pai ou da minha mãe), desde quando e de onde se tinha informações concretas dos primeiros homens, depois, claro, de Adão e Eva.

“Na Papua Guiné”! Respondeu o Professor. E aquela informação ficou gravada e permanece até hoje. Ninguém discutiu a veracidade ou não. Mais uns anos, e entramos nos estudos da Antropologia, dessa feita, já na Universidade, mais propriamente no curso de Filosofia. Chegara a hora de estudar o “Homo Sapiens” – a “Mulher Sapiens” teria sido coisa inventada pela ensacadora de vento.

Vendo e convivendo com tudo isso, todas essas teorias, mudanças e estagnações dos jovens que cada dia mais se transformam em idiotas úteis (e, alguns, até inúteis), li há poucos dias uma informação, não lembro onde. Na verdade, eu não quis gravar na memória, como gravei naquele dia que o Professor informou para a classe, que as notícias mais antigas da existência do Homem, eram da Papua Guiné.

Foi naquele dia, também, que o Professor nos disse: “com problema no aleitamento, e entendendo que o bebê precisava comer algo sólido, a mãe mastigava o alimento disponível, e colocava na boca da criança. Como fazem alguns pássaros.”

Duas informações recentes, não sei se as mesmas: um homem, provavelmente pai biológico, teria abusado sexualmente de uma filha portadora da Síndrome de Down. Depois, soube-se ser verdadeira a informação, mas foram preservadas as identidades dos envolvidos.

E aí eu pergunto: que merda de “evolução humana” foi essa? O que é que é para fazer com um FDP desses? Sei. Prender uns dias, colocar uma tornozeleira, e liberar para ir embora. E, se preso for por condenação, soltar temporariamente para visitar a filha no Dia dos Pais.

E tem quem ache que, mudando o Presidente, um país como o Brasil consegue resolver seus problemas.

* * *

A RESSURREIÇÃO DO PADRE

Manoel dos Santos Neto recebendo premiação de um concurso literário

Escrever não é algo que possamos classificar de “fácil”. Tanto quanto tocar piano, jogar futebol, pintar quadros de forma diferenciada e qualificada, “escrever” é um dom divino. Escrever de forma que todos que leem entendam, gramaticalmente correto, e sem que seja necessário consultar dicionários para compreender os significados das palavras, é algo divino que coroa a busca do fazer sempre o melhor com responsabilidade.

Pois, é assim que faz o Jornalista MANOEL DOS SANTOS NETO, com absoluta certeza um dos mais completos profissionais da área, no Maranhão. Responsável, correto, honesto em defesa da verdade e da qualidade da palavra. E mais: simples, como deveríamos ser todos nós.

Nesse foco de responsabilidade, “MANOELZINHO” – como os da intimidade do dia a dia do trabalho o chamam – pesquisou, escreveu, e com toda responsabilidade e domínio de conhecimento, lança na noite dessa sexta-feira, 31 de maio, o livro resultado de um trabalho minucioso de sua autoria, retratando a vida religiosa e literária do falecido padre João Mohana – “A ressurreição do padre”.

Com tintas fortes do sucesso que certamente será, e da qualidade responsável do autor, o lançamento vai acontecer na Livraria AMEI (Associação Maranhense de Escritores Independentes), onde todos poderão adquirir um ou mais exemplares dessa obra que, com certeza, é mais um pedaço na estrada que está levando “MANOELZINHO” à Academia Maranhense de Letras, num futuro bem próximo.

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ARROMBARAM A TABACA DE XOLINHA DE NOVO

A defesa de Adélio Bispo de Oliveira tentou chamar como testemunhas em seu favor o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a deputada Maria do Rosário e o ex-BBB Jean Wyllys.

Também queria que falassem em seu favor o jornalista Reinaldo Azevedo e a cantora Preta Gil.

O objetivo era mostrar que o comportamento de Jair Bolsonaro — criticado por todas essas testemunhas — teria contribuído para o atentado, motivando Adélio a praticar o crime.

Os pedidos foram rejeitados a pedido do Ministério Público, que apontou que nenhum deles presenciou o fato nem teve contato prévio com Adélio.

“Só dariam ar sensacionalista para o processo, e resultaria em novas ofensas à vítima”, disse o procurador Marcelo Medina.

* * *

Um mistério saber quem está pagando esta equipe caríssima de defensores de Adélio Bispo, militante filiado ao PSOL, partideco da extrema esquerda.

Ninguém sabe de onde vem a fortuna…

Agora, voltando à notícia:

Vocês intenderam as razões da defesa, num é?

Se num intenderam, Ceguinho Teimoso explica.

Já que o comportamento de Messias era criticado pelo presidiário Lula, pela psicopata Maria do Rosário, pelo viado Jean Aero Wyllys, pelo tabacudo Reinaldo Azevedo e pela descerebrada Preta Gil, então Adélio achou por bem enfiar a faca no bucho do criticado por este seleto time de idiotas.

Preta Gil e Reinaldo Azevedo.

Maria do Rosário e Jean Aero Wyllys.

E Lula!!!!

Putz!!!

Um time da porra de tabacudos como só mesmo na República Federativa de Banânia seria possível existir.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Xolinha de tabaca arrombada por conta da babaquice dos idiotas banânicos

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MEMORIAL DAS BRASILEIRAS: Zuzu Angel

Zuleika Angel Jones nasceu em Curvelo, MG, em 5/6/1921. Estilista e pioneira na história da moda brasileira. Ainda criança foi morar em Belo Horizonte, e começou a costurar e criar modelos de roupas para as primas e amigas. Na juventude foi morar em Salvador, BA, onde as cores e a cultura contribuíram para a definição do estilo de suas criações, onde prevalecem as cores e motivos tropicais.

Em 1947 fixou residência no Rio de Janeiro e, 10 anos depois, abriu sua pequena loja em Ipanema. Com um estilo próprio e linguagem pessoal, em suas peças reinava uma misturas de tecidos, cores e estampas de animais ou temas regionalistas e folclóricos. Era uma inovadora, mas não tinha a pretensão de se tornar sofisticada costurando só para a elite carioca; seu ideal era vestir a mulher comum. Costumava dizer: “Eu sou a moda brasileira”. Por aqui ninguém duvidou disso e no exterior seu estilo agradou, por exemplo, Kim Novak, Joan Crawford e Lisa Minelli, que tornaram-se suas clientes. Seu estilo pessoal agradou também o estadunidense Norman Angel Jones, com que se casou em 1943, e teve três filhos: Stuart (1945), Ana Cristina (1948) e Hildegard (1949)

O casal separou-se em 1960 e sua carreira como estilista decolou na década seguinte atingindo o mercado internacional. Além de costurar, desenhava e pintava suas roupas. O anjo, de seu sobrenome, passou a ser uma das marcas registradas de suas criações. Foi ela quem trouxe para o Brasil e popularizou no universo da moda nacional o termo “fashion designer”. Em seu primeiro desfile em Nova Iorque, em 1970, lançou a coleção internacional “Dateline Collection” na sofisticada loja “Bergdorf Goodman”, ao som de músicas folclóricas brasileiras. Seus modelos fizeram sucesso também em Londres e participou de desfiles com os costureiros Valentine e Yves Saint Laurent. Pouco depois suas roupas passaram a ser vendidas em lojas de renome internacional, como Saks, Lord & Taylor, Henry Bendell e Neiman Marcus.

Nos “anos de chumbo” da ditadura brasileira, seu filho, jovem estudante de economia, passou a integrar o MR-8, um grupo guerrilheiro que combatia a ditadura militar. Em 14/4/1971 foi preso, torturado e assassinado na madrugada do mesmo dia no Centro de Informações da Aeronáutica. O governo continuou espalhando cartazes como “Procurado” enquanto a imprensa e as autoridades davam-no como “desaparecido”. Daí em diante, Zuzu passou a procurá-lo e a cobrar o Governo pela recuperação do corpo de seu filho. A cobrança chegou a envolver os EUA, país de seu ex-marido e pai de Stuart. Utilizando-se dos recursos de estilista, criou uma coleção estampada com manchas vermelhas, pássaros engaiolados e motivos bélicos. O anjo, ferido e amordaçado em suas estampas, tornou-se também o símbolo do filho.

Em setembro do mesmo ano, realizou um desfile-protesto no consulado do Brasil em Nova York. Os jornais internacionais deram a notícia em manchetes: o canadense The Montreal Star estampou: “Designer de moda pede pelo filho desaparecido”; o Chicago Tribune detalhou: “A mensagem política de Zuzu está nas suas roupas”. Realmente, ela utilizou as “armas” que dispunha na luta para encontrar o corpo do filho. Em maio de 1973 procurou o general Ernesto Geisel pedindo ajuda na localização do corpo do filho. Apelou a diversos políticos e celebridades para que ajudassem a encontrar o corpo. Durante a visita do secretário de estado dos EUA, Henry Kissinger, ao Brasil em 1976, chegou a furar o bloqueio da segurança para entregar-lhe um dossiê com os fatos sobre a morte do filho, também portador da nacionalidade americana.

Um ano antes já havia feito a mesma coisa, entregando um dossiê à esposa do general Mark Clark, comandante das tropas aliadas no front italiano durante a II Guerra Mundial, que estava em visita ao Brasil. O caso também chegou ao Senado dos EUA através de um discurso do senador Edward Kennedy, a quem Zuzu fez chegar a denúncia da morte do filho. Seu desespero e destemor beirava a temeridade. Certa vez tomou da mão de uma aeromoça o microfone de bordo para anunciar aos passageiros “que desceriam no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, Brasil, país onde se torturavam e matavam jovens estudantes”. A luta para recuperar o corpo do filho chegou a um ponto onde sua segurança pessoal passou a ser ameaçada. Quando diziam que ela era uma pessoa corajosa, ela retrucava: “Eu não tenho coragem, coragem tinha meu filho. Eu tenho legitimidade.”

Em princípios de abril de 1976, ela deixou na casa de Chico Buarque de Holanda, um bilhete que deveria ser publicado caso algo lhe acontecesse: “Se eu aparecer morta, por acidente ou outro meio, terá sido obra dos assassinos do meu amado filho”. Em 14/4/1976, no mesmo dia em que a morte do filho completou 5 anos, ela dirigia um Karman Guia, que derrapou na saída do Túnel Dois Irmãos, saiu da pista, chocou-se contra a mureta de proteção, caiu na estrada abaixo e morreu instantaneamente. O “acidente” só foi elucidado em 1998, quando a Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos julgou o caso e reconheceu o regime militar como responsável pela morte da estilista. Segundo depoimentos, ela foi jogada para fora da pista por um carro pilotado por agentes da repressão. Em 2013, a WikiLeaks vazou um documento secreto do governo norte-americano datado de 10/5/1976, comentando a morte de Zuzu e mostrando preocupação com o fato e sua repercussão no Brasil e no exterior. O documento ressaltava que a hipótese de ter havido “jogo sujo” por parte das forças de segurança não é estranha nem pode ser descartada.

Zuzu foi homenageada em livros, música, filme e com seu nome no Túnel, onde morreu. Chico Buarque compôs a música Angélica, em 1977, falando de seu martírio; em 1988 José Louzeiro publicou sua biografia romanceada Em carne viva; em 1993, sua filha, a jornalista Hildegard Angel, criou o Instituto Zuzu Angel de Moda, no Rio de Janeiro; em 2006, o cineasta Sérgio Rezende dirigiu Zuzu Angel, filme retratando sua vida e a busca do corpo de seu filho. Ao completar 50 anos da morte de Stuart Angel, em 1/4/2014, o espaço Itaú Cultural, de São Paulo, apresentou a mostra “Ocupação Zuzu”, onde foi apresentado um filme feito pela rede norte-americana NBC. Trata-se do filme, encontrado anos depois, sobre aquele desfile realizado em 1971, no Consulado do Brasil, em Nova Iorque, que deu inicio a peregrinação de Zuzu Angel. Para fechar as homenagens com chave de ouro, temos seu nome inscrito em letras de aço no “Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria”, em 12/4/2017.

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HELENA LICIARDI DE MOURA – MANAUS-AM

Caro Editor do JBF:

Estou impressionada.

Como os petistas falam mal de Bolsonaro.

É incrível.

Agora só falta eles dizerem que foi Bolsonaro quem roubou o dedo de Lula, a beleza de Dilma e o cérebro de Haddad.

É só o que falta mesmo!!!

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