QUANDO PAPAI ME FEZ…

Quando meu papai me fez
Diz ele que caprichou
Começou no escurecer
E a noite inteira levou
Não faltou material
A gala era especial
Mamãe também cooperou.

Capricharam nos olhinhos
Na boca, queixo e nariz
Minha mãe abriu as pernas
E o velho passou o giz
Assim foram desenhando
E formato fui ganhando
Naquele dia feliz.

Quando painho chegou
Largou logo a lazarina
E disse para mainha
Hoje eu faço uma menina
Os documentos lavou
E com mamãe se deitou
E apagou a lamparina.

Numa cama de pau duro
Começou o rebolado
Meu velho ia e voltava
E mamãe fazendo agrado
Para eu não nascer feia
Fizeram na lua cheia
E foi bom o resultado.

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NEURÔNIO EM PANE

Dilma viaja pela mitologia grega para encontrar culpados pela obra de destruição do Brasil quase concretizada pelos governos petistas

“A abertura da caixa de Pandora tirou os monstros do armário, jogou economia no buraco, destruiu políticas sociais e inviabilizou o que construímos desde o fim da ditadura. E deu no que deu: ascensão da extrema direita, prisão de Lula e Estado de Exceção. #3AnosdeGolpe”.

Dilma, no Twitter, culpando “a abertura da caixa de Pandora” pela quase destruição do Brasil realizada pelos governos petistas e que só não se completou porque Dilma Rousseff foi demitida do Palácio do Planalto por justíssima causa.

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SONIA REGINA – SANTOS-SP

Quem Cala Consente

Essa frase é antiga, às vezes calamos até porque não estamos prestando atenção em algo que não nos interessa, mas, continua o consentimento.

Será?

Não!

Calamos muitas vezes para ver se murcha um papo desinteressante, ou apenas por educação. Calamos até porque não desejamos ficar discutindo um assunto que o outro tem ideia formada e neste caso, é perda de tempo. Aliás, os afeitos a darem conselhos gostam de propagar a “Intolerância”, ou seja, tolerar o outro e até onde entendo, não significa aceitar.

Interessante notar que certos conceitos são aplicados sempre de acordo com a música que está tocando, se interessa, segue o baile, quando não interessa, pára o baile a orquestra está desafinada.

Eu não consigo ficar calada com o bombardeio que está sendo feito em cima do Ministro Moro. Todos os dias fazem a contagem das derrotas que já teve no governo.

Hoje, o assunto é o motivo pelo qual aceitou o cargo e tudo porque ele, ao ser questionado sobre uma entrevista do Presidente se disse honrado caso recebesse um convite para o STF.

Já por dedução, entendem e tentam induzir ao cidadão que houve um acerto. E se houve, qual o problema?

Transcrevo nota que li hoje no site O Antagonista da líder dos despejados:

Gleisi Hoffmann agora acusa Sergio Moro de corrupção passiva:

“Artigo 317 do CP, corrupção passiva: ‘Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem’. É no que incorreu Moro ao barganhar vaga no STF.”

A verdade é que o Ministro Moro tem grande prestígio no conceito dos brasileiros de Bem e no dia em que bandido elogiar a Justiça, podemos viajar para a Sibéria e levar um biquíni de praia. São poucos que falam no fato de estarem tentando atrapalhar seu trabalho. Ora, por que não entrevistam aqueles que votaram para lhe tirar o COAF das mãos e perguntam o motivo?

Fico na dúvida ouvindo a toda hora que O Governo foi derrotado!

E o cidadão, faz ou não parte do governo?

O governo quando é derrotado, eu ganho ou perco?

Não estou entendo muito bem quem está dirigindo a Nação, se é o Presidente no qual votei, se são os responsáveis pelas duas casas legislativas, se é o tal do Centrão, ou o STF.

Ouvi dizer que a República é composta por três poderes “Independentes e Harmônicos”, será que ouvi errado ou foi mais uma notícia falsa.

Cadê a harmonia?

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ABAIXANDO O NÍVEL

Nesta terça-feira, 14, vou ser entrevistado na Rádio Universitária Paulo Freire, daqui do Recife.

É isso mesmo que vocês leram: Rádio Paulo Freire.

Uma rádio da Universidade Federal de Pernambuco.

O babado começa ao meio-dia.

O programa, pelo que me informaram, ficará à disposição da distinta freguesia no Youtube.

Meu lindo fucinho abrilhantará a tela dos curiosos que quiserem acessar. Parece que não tem transmissão ao vivo.

Nome do programa: O Cuscuz com o quê?

Enfim, um programa que tem “cuscuz” no título, desperta o apetite de qualquer um.

Segundo a mensagem que me mandaram, o programa “tem como eixo temático o nordeste e sua cultura

À falta de gente melhor pra ser entrevistada, convidaram este Editor.

O abaixamento de nível da programação radiofônica está se alastrando com muito vigor, chegando até mesmo às rádios das escolas superiores.

Convidar um cabra abestado feito eu é porque tá faltando mesmo gente que preste na praça.

Vôte!

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