SOLIDÃO INTERIOR – Antônio Licério de Barros

Imensa é a solidão que vem das matas
E aquela que se estende nas planuras!
A que provém do céu, lá nas alturas,
Ou que murmura, além, entre cascatas!

Aquela que contorna e envolve os rios
E vai pousar, tranquila sobre os lagos!
Que a brisa traz às praias, entre afagos,
A nos tornar mais tristes, mais vazios…

Grande, demais, é a solidão do mar!
Da tarde que desmaia a soluçar,
Buscando no horizonte seu jazigo!

Mas, a maior, a solidão mais triste!
A mais profunda solidão que existe,
Não vaga por aí… Mora comigo!

Colaboração de Pedro Malta

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ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

Caro Editor,

Recebi esse material há pouco, com uma nota estranhando o estrondoso silêncio que a aguerrida imprensa desta república bananense está dedicando ao assunto.

Acho que temos de fazer as vezes de nossos confrades e darmos circulação à notícia.

5 Comentários!

POSTE PENSANTE

Ao criticar Bolsonaro e a reforma da Previdência, Haddad revela que andou tendo aulas de lógica com Dilma Rousseff

“A cada dia, o próprio governo vai dilapidando o seu patrimônio eleitoral. Não há nenhuma diferença entre o que o Bolsonaro faz e o que o Temer tentou fazer. É a mesma agenda econômica: corte de direito social, direito trabalhista e direito previdenciário. É um governo antipopular e antinacional. Nós não vamos ter paz e justiça enquanto Lula estiver preso”.

Fernando Haddad, sem emprego conhecido desde outubro, reforçando a suspeita de que andou tendo aulas de lógica com Dilma Rousseff ao afirmar que o governo Bolsonaro é ruim e a reforma da Previdência não pode ser aprovada porque Lula está preso.

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MISÓGINO DOMINADO PELA MULHER

Comentário sobre a postagem MISÓGINO NOS BRAÇOS DAS MACHÓLATRAS

João Francisco:

Bolsonaro é tão misógino, que ao tomar posse como presidente quebrou todos os protocolos e, pela primeira vez em uma posse de presidente no mundo inteiro, deixou a mulher falar antes dele.

* * *

1 Resposta

A PROPAGANDA É A ALMA DO NEGÓCIO

Comentário sobre a postagem O ALFAIATE

Marcelo Bertoluci:

Meu avô materno, que não conheci, também foi alfaiate. Embora também fosse pessoa simples, filho de imigrantes, com pouco estudo, tinha o tino de saber que “a propaganda é a alma do negócio”. Então suas roupas, feitas por ele mesmo, eram seu mostruário.

Segundo minha mãe e minhas tias, era impossível o “seu Paulo” sair de casa sem estar impecavelmente vestido de terno completo, com colete e chapéu.

Os ternos, de linho ou talvez até de casimira inglesa, eram engomados e passados por minha avó, naturalmente, usando um ferro de passar cheio de carvões em brasa, e não se cogitava a hipótese de um vinco não estar direito ou um colarinho ficar mal-assentado.

Infelizmente, meu avô só teve tempo de casar a filha caçula (minha mãe) e morreu dois anos depois.

Sou italiano por parte de pai e ucraíno por parte de mãe.

Este avô era ucraíno, creio eu que nascido no interior de Santa Catarina, filho de imigrantes que vieram para o Brasil na virada do século 19 para o 20. A Ucrânia estava em guerra com a Polônia e a miséria era geral.

Os imigrantes chegavam praticamente com a roupa do corpo.

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SOLIDARIEDADE CUMUNISTA

A Coreia do Norte reduziu as porções alimentares a 300 gramas por dia, a menor quantidade para esta época do ano, e novos cortes são prováveis após a pior colheita em uma década, disse a Organização das Nações Unidas ( ONU ) nesta sexta-feira.

* * *

O verbo “reduzir” é coisa comum e corriqueira no linguajar daquele fudido país asiático.

Na verdade, “reduzir” é um verbo que faz parte da dialética cumunista.

Começa com a redução da liberdade, até atingir a extinção total.

Aqui no Brasil tem um partido, o PCdoB, que é aliado incondicional do farto regime da Coréia do Norte, a bem abastecida nação presidida pelo grande democrata Kim Do-Cu

Pois a gerente do PCdoB, a deputada Jandira Grelão, já enviou mensagem ao grande líder coreano, neto e filho de também grandes líderes, prometendo que os cumunistas brasileiros irão fazer doações para dobrar esta mísera cota de apenas 300 gramas de comida por dia.

Sejam bondosos e abram os bolsos, camaradas!!!

A linda Jandira se compadeceu com condições dos norte-coreanos famintos

Não custa nada lembrar que a Internacional Comunista, vibrante hino dos vermêios foice-martelados, começa exatamente falando de “fome” na sua versão em português.

Vejam

De pé, ó vítimas da fome!
De pé, famélicos da terra!

De pé, pois, famélicos da Coréia do Norte!!!

Emocionante, vibrante, profundamente tocante.

E, já que falamos em “tocante”, vamos tocar esta obra-prima

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