VERGONHA INTERNACIONAL

Filha de Lula vai ao exterior provar que o pai é o único larápio e lavador de dinheiro do mundo que há mais de um ano usa a fantasia de preso político

“Uma coisa é quando você sabe que seu pai cometeu um crime, ou seu filho ou sua mãe, e aí você fica triste, mas você sabe que é a justiça. No caso do Lula, a gente pergunta por que. A gente quer os porquês. Está cada vez mais claro que ele é um preso político. Que ele está sequestrado. Está preso sem provas, sem ter cometido crime. Né? Porque pior ainda é não ter cometido o crime. As acusações são infundadas e absurdas”.

Lurian Lula da Silva, filha de Lula, em entrevista ao Portal 4P durante evento em Nova York, confirmando que seu pai é o único larápio e lavador de dinheiro do mundo que há mais de um ano usa a fantasia de preso político.

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A EMPREGADA DOMÉSTICA

Empregada doméstica: Retrato de Georgina Albuquerque

O nome dela é Maria de França, mas a família a chama nordestinamente por “ia”, diminutivo carinhoso de Maria Francisca.

Assim que chegou aqui nos anos oitenta, vinda do interior de Vitória de Santo Antão, com apenas treze anos de idade, empregou-se como doméstica. Dentro da mochila feita de estopa trouxe um bilhete “escrito” pela mãe com recomendações à patroa: “Tenha cuidado com minha fia! Não deixe ela sair só. Ela ainda é virge”! “Se não, ela pode se ‘perder’ com um qualquer e embuchar.”

Antes de vir para a cidade grande, “ia” provou, na palha da cana dos engenhos vitorienses – criança chupando dedo para espantar a fome -, de todas as agruras que a vida contempla àqueles que não nascem em “berço esplêndido.”

Durante esse tempo que vive por aqui, já trabalhou em cinco empregos como doméstica, tendo aprendido a maior lição de sua vida nos relacionamentos empregatícios com os patrões: Ver, ouvir, ficar calada e nunca comentar com ninguém a vida alheia. Essa lição ela trouxe de berço, inspirada na mãe.

Mas existe uma coisa que tira “ia” do sério: Quando ouve um tabacudo puxar o saco de Lula: “Que foi o pai dos pobres, tirou o povo da miséria e o país viveu em abundância durante seu reinado, com empregos e riquezas para todos!”

Certa vez, impaciente com um ajudante de pedreiro que estava na fila de uma casa lotérica se vangloriando porque Lula lhe tinha dado a oportunidade de comprar uma televisão de quarenta polegadas em cores, retrucou:

– “Meu sinhor, Lula é tão safado que está preso e diz que é inocente!” Diz que criou empregos e deu riqueza a todo trabalhador!” “Só se for pras quengas dele!” Aquele cabra safado enganou todo mundo com aquela cara de cu de quati!” E o pior é que gente como o sinhor acredita nele! A única coisa que aquele ladrão safado fez para os pobres foi criar essas merdas de “Minha Casa, Minha Dívida”, “Bolsa Miséria”, para as mulheres pobres meterem e parirem filhos a doidado! E o sinhor vem dizer umas bostas dessas! “Só tem duas “crasses” que gostam de Lula: Os que roubam a gente e os parasitas, que não fazem nada e a gente trabalha para sustentar eles!” “E os loucos de jogar pedra.”

“Acorde, meu sinhor!”

Percebendo que o homem ficou mudo, pôs o capacete na mão e não disse mais nada, ela resmungou para si mesma:

“O Brasil só está assim porque o povo se iludiu com esse cabra safado por mais de quatorze anos e ainda tem gente reclamando por que o outro que entrou não fez nada nesses três meses para consertar as merdas que ele deixou!”

“É PHODA!”

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EDSON MALTA – FORTALEZA-CE

Nobre Editor,

Veja só as caras de alguns dementes deste país.

Todos padecendo de graves males psiquiátricos.

E ainda tem uma multidão de idiotas e zumbis dizendo que o doido é Bolsonaro…

Vão se lascar, seus jumentos!!!

R. Caro leitor, você cometeu um erro muito grave.

Comparar estas assombrações aí de cima com jumentos é uma ofensa pesada contra a classe dos equinos.

Polodoro ficou muito chateado com suas palavras.

Não faça mais isso não, por favor.

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SOPA DE PEDRAS

No festim, a sopa de pedras, sem sal. E todos se achegaram: os sem-sorriso e os sem-medo. Depois, até uns sem-fome também vieram pois mais valia a festa que a vontade de comer. Na sopa de pedras puseram sal e o caldeirão fervia … foi quando chegou o povo dos versos abraçando os poetas e fazendo quadras e sextilhas; os sem-ouvidos aplaudiam o pianista e dançavam um blues. Do circo próximo chegaram os malabaristas, o homem do trapézio e o palhaço, que não podia faltar. O domador de leão veio só. A equilibrista, bêbada, não pode vir. Os sem-alegria riam e brincavam e os sem-ninguém encontraram seus pares. E sobrava sopa. Ninguém queria dela saber, muito menos das pedras, que, ao final, apenas serviram para erguer um altar e comemorar a vida, à moda de cada um. De braços dados e saciados de tanto amor escancararam sorrisos e beberam goles de alegria e esperança até o dia clarear. A noite foi breve e as flores se abriram mais bonitas naquela manhã de sol. Do outro lado da rua, o dia permanecia escuro. Todos, com a consciência pesada pois não conheciam a leveza de consciência, comiam as melhores carnes e bebiam os vinhos das safras mais antigas. Eram tristes, não sabiam sorrir nem cantar. Como os ratos que rondavam os felpudos tapetes azuis e vermelhos do salão. Também tristes.

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ADAIL AUGUSTO AGOSTINI – ALEGRETE-RS

Dom Luiz Berto:

Por favor, divulgue o vídeo, abaixo, dessa deputada e professora nordestina – Dayane Pimentel, do PSL, que, copiando um trecho da letra de “Paraíba” – de Luiz Gonzaga, é digna de ser chamada de:

‘MUIÉ MACHO, SIM SINHÔ”,

pois cagou e mijou, corajosa e solenemente, na cara dos políticos esquerdopatas mujidores, relinchadores e zurradores presentes.

Desde o Alegrete – RS,

Um baita abraço,

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O CIENTISTA DO DNA

Um dos cientistas mais aplaudidos do mundo contemporâneo chama-se Francis Collins, diretor do Projeto Genoma, nascido em 14 de abril de 1950, que, em 2001 anunciou o mapeamento do DNA humano. Geneticista, o doutor Collins, até os 27 anos, era um ateu convicto, somente se direcionando para uma fé religiosa quando cursava a faculdade de medicina. E sua caminhada na direção é contada no livro A Linguagem de Deus: um cientista apresenta evidências de que Ele existe, editado no Brasil pela Editora Gente, São Paulo, em 2007.

E é o próprio Collins que confessa: “Houve um período em minha vida em que era conveniente não acreditar em Deus. Eu era jovem, e a física, a química e a matemática pareciam ter todas as respostas para os mistérios da vida. Reduzir tudo a equações era uma forma de exercer total controle sobre meu mundo. Percebi que a ciência não substitui a religião quando ingressei na faculdade de medicina. Vi pessoas sofrendo de males terríveis. Uma delas, depois de me contar sobre sua fé e como conseguia forças para lutar contra a doença, perguntou-me em que eu acreditava. Disse a ela que não acreditava em nada. Pareceu-me uma resposta vaga, uma frase feita de um cientista ingênuo que se achava capaz de tirar conclusões sobre um assunto tão profundo e negar a evidência de que existe algo maior do que equações. Eu tinha 27 anos. Não passava de um rapaz insolente. Estava negando a possibilidade de haver algo capaz de explicar questões para as quais nunca encontramos respostas, mas que movem o mundo e fazem as pessoas superar desafios”.

E disse mais: “Falo de questões filosóficas que transcendem a ciência, que fazem parte da existência humana. Os cientistas que se dizem ateus têm uma visão empobrecida sobre perguntas que todos nós, seres humanos, nos fazemos todos os dias: ‘O que acontece depois da morte?’ ou ‘Qual é o motivo de eu estar aqui?’. Não é certo negar aos seres humanos o direito de acreditar que a vida não é um simples episódio da natureza, explicado cientificamente e sem um sentido maior. Esse lado filosófico da fé, na minha opinião, é uma das facetas mais importantes da religião. A busca por Deus sempre esteve presente na história e foi necessária para o progresso. Civilizações que tentaram suprimir a fé e justificar a vida exclusivamente por meio da ciência – como, recentemente, a União Soviética de Stalin e a China de Mao – falharam. Precisamos da ciência para entender o mundo e usar esse conhecimento para melhorar as condições humanas. Mas a ciência deve permanecer em silêncio nos assuntos espirituais”.

Sobre Richard Dawkins, cientista ateu de renome, assim de pronunciou: “Essa perspectiva de Dawkins é cheia de presunção. Eu acredito que o ateísmo é a mais irracional das escolhas. Os cientistas ateus, que acreditam apenas na teoria da evolução e negam todo o resto, sofrem de excesso de confiança. Na visão desses cientistas, hoje adquirimos tanta sabedoria a respeito da evolução e de como a vida se formou que simplesmente não precisamos mais de Deus. O que deve ficar claro é que as sociedades necessitam tanto da religião como da ciência. Elas não são incompatíveis, mas sim complementares. A ciência investiga o mundo natural. Deus pertence a outra esfera. Deus está fora do mundo natural. Usar as ferramentas da ciência para discutir religião é uma atitude imprópria e equivocada. No passado foram lançados vários livros de cientistas renomados, que atacaram a religião sem nenhum propósito. É uma ofensa àqueles que têm fé e respeitam a ciência. Em vez de blasfemarem, esses cientistas deveriam trabalhar para elucidar os mistérios que ainda existem. É o que nos cabe”.

Questionado sobre os erros cometidos pela religiões, Collns assim se manifestou: “Apesar de tudo o que já aconteceu, coisas maravilhosas foram feitas em nome da religião. Pense em Madre Teresa de Calcutá ou em William Wilberforce, o cristão inglês que passou a vida lutando contra a escravatura. O problema é que a água pura da fé religiosa circula nas veias defeituosas e enferrujadas dos seres humanos, o que às vezes a torna turva. Isso não significa que os princípios estejam errados, apenas que determinadas pessoas usam esses princípios de forma inadequada para justificar suas ações. A religião é um veículo da fé – essa, sim, imprescindível para a humanidade”.

Sobre a teoria do “design inteligente”, Collins não titubeou: “Essa abordagem é um grande erro. Os cientistas não podem cair na armadilha a que chamo de “lacuna divina”. Lamento que o movimento do design inteligente tenha caído nessa cilada ao usar o argumento de que a evolução não explica estruturas tão complicadas como as células ou o olho humano. É dever de todos os cientistas, inclusive dos que têm fé, tentar encontrar explicações racionais para tudo o que existe. Todos os sistemas complexos citados pelo design inteligente – o mais citado é o “bacterial flagellum”, um pequeno motor externo que permite à bactéria se mover nos líquidos – são um conjunto de trinta proteínas. Podemos juntar artificialmente essas trinta proteínas, que nada vai acontecer. Isso porque esses mecanismos se formaram gradualmente através do recrutamento de outros componentes. No curso de longos períodos de tempo, as máquinas moleculares se desenvolveram por meio do processo que Darwin vislumbrou, ou seja, a evolução”.

Sobre Deus e a teoria da evolução, Collins foi incisivo: “Se no começo dos tempos Deus escolheu usar o mecanismo da evolução para criar a diversidade de vida que existe no planeta, para produzir criaturas que à sua imagem tenham livre arbítrio, alma e capacidade de discernir entre o bem e o mal, quem somos nós para dizer que Ele não deveria ter criado o mundo dessa forma?”

O instingante livro do Francis Collins nos faz perceber, quando da leitura da sua última página, que se evidenciam a cada amanhecer que a ciência e a religião devem caminhar juntas, favorecendo o evoluir da humanidade na direção um Final de muita Luz, a ninguém sendo impossibilitado a Felicidade Eterna.

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ALCÂNTARA – ALÉM DO CLA

Pomba branca da Paz – símbolo da Festa do Divino

Situada numa Ilha marítima e fundada em 8 de setembro de 1612, São Luís, capital do Maranhão tem características diferentes de algumas capitais brasileiras que estão situadas na orla marítima. O mar que banha São Luís tem marés também diferentes durante todo o ano e, durante a “sizígia” sofre bastantes danos. O mar lhe proporciona, além de todas essas diferenças da Natureza, um convívio nada benéfico com a quantidade de salitre, elemento que lhe destrói uma quantidade significativa de elementos metálicos usados na construção civil.

Mas isso não é tudo. A Ilha de São Luís está localizada entre as baías de São Marcos e de São José, garantindo à capital o privilégio da navegação, às não tão boa por conta das altas e baixas das marés. Do lado da baía de São José, está a cidade de Icatu, fundada no dia 10 de abril de 1614, primeira capital do Maranhão. Do lado da baía de São Marcos, está a cidade de Alcântara, com nuances ligadas à história do escravismo brasileiro, fundada em 22 de dezembro de 1648. É nessa região de Alcântara, mormente nos municípios vizinhos, Guimarães, Mirinzal e Bequimão que estão fincados em maior número, os quilombos. Todos, e sem exceção, resquícios da escravidão.

Dito isso, é impossível ficar definitivamente desvencilhado do passado. Trazidos pelos portugueses anos antes, que chegaram para expulsar os franceses da convivência com os índios tupinambás, escravos negros foram utilizados de qualquer jeito como reforços aliados da coroa portuguesa na expulsão dos franceses. Asssim era comum que, após a saída dos portugueses, os que ali ficaram com os benefícios da Lei Áurea, se expandissem e mudassem para municípios limítrofes, levando consigo também alguns hábitos culturais. E não foi diferente com a religiosidade.

Alcântara é um município que nos dias atuais faz paprte da da Região Metropolitana de São Luís. Tem uma população estimada de 21 652 habitantes, segundo o censo de 2014 processsado pelo IBGE.

A povoação foi elevada a vila de Santo António de Alcântara em 1648, tendo sido sede da Capitania de Cumã. Durante o período colonial, foi um importante centro agrícola e comercial. No século XIX, a cidade entrou num período de decadência, permanecendo como testemunho do seu período áureo o acervo arquitetônico de seu Centro Histórico, tombado pelo IPHAN, em 1948.

Fiéis conduzem o “mastro” em sacrifício

Pois, em 1982, o governo brasileiro construiu em Alcântara, um centro espacial do qual são lançados os veículos lançadores de satélites no âmbito da Missão espacial completa brasileira. É o CLA – Centro de Lançamento de Alcântara. Na América Latina, o CLA é o único concorrente do Centro Espacial de Kourou situado na Guiana Francesa, mas, ao contrário deste, o centro espacial brasileiro não opera lançamentos constantes em razão de atrasos logísticos e tecnológicos.

“A origem remonta às celebrações religiosas realizadas em Portugal a partir do século XIV, nas quais a terceira pessoa da Santíssima Trindade era festejada com banquetes coletivos designados de Bodo aos Pobres com distribuição de comida e esmolas. Tradição que se cumpre em algumas regiões de Portugal. Há referências históricas que indicam que foi inicialmente instituída, em 1321, pelo convento franciscano de Alenquer sob proteção da Rainha Santa Isabel de Portugal e Aragão.

A celebração do Divino Espírito Santo no planeta teve origem na promessa da rainha, D. Isabel de Aragão, por volta de 1320. A Rainha prometera ao Divino Espírito Santo peregrinar o mundo com uma cópia da coroa e uma pomba no alto da coroa, que é o símbolo do Divino Espírito Santo, arrecadando donativos em benefício da população pobre, caso o esposo, o rei D. Dinis, fizesse as pazes com o filho legítimo, D. Afonso, herdeiro do trono. De acordo com os documentos, D. Isabel não se conformava com o confronto entre pai e filho em vista da herança pelo trono, pois era desejo do rei que a coroa portuguesa passasse, após sua morte, para seu filho bastardo, Afonso Sanches. Diante do conflito, a rainha Isabel passou a suplicar ao Divino Espírito Santo pela paz entre seu esposo e seu filho. A interferência da rainha teria evitado um conflito armado, denominado a Peleja de Alvalade.

Caixeiras do Divino Espírito Santo em Alcântara

Essas celebrações aconteciam cinquenta dias após a Páscoa, comemorando o dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu do céu sobre a Virgem Maria e os apóstolos de Cristo sob a forma de línguas como de fogo, segundo conta o Novo Testamento. Desde seus primórdios, os festejos do Divino, realizados na época das primeiras colheitas no calendário agrícola do hemisfério norte, são marcados pela esperança na chegada de uma nova era para o mundo dos homens, com igualdade, prosperidade e abundância para todos.

A devoção ao Divino encontrou um solo fértil para florescer nos territórios portugueses, especialmente no arquipélago dos Açores. De lá, espalhou-se para outras áreas colonizadas por açorianos, como a Nova Inglaterra, nos EUA, e diversas partes do Brasil.

No Maranhão, o culto ao Divino Espírito Santo teve início com os colonos açorianos, portugueses e seus descendentes, que desde o início do século XVII chegaram para povoar a região. A partir de meados do século XIX, a tradição da festa do Divino começou a estar firmemente enraizada entre a população da cidade de Alcântara, de onde se espalhou para o resto do Maranhão.

Portal (Altar) do Divino Espírito Santo em Alcântara

Hoje, a devoção ao Divino é uma das mais importantes práticas religiosas do Maranhão, a festa, igualmente a que ocorre em Paraty (Rio de Janeiro) seja talvez uma das mais tradicionais de todo o território brasileiro, conservando ainda à risca aspectos do período colonial, mobilizando a cada ano centenas de pessoas em todo o Estado. Embora possa envolver gente de todos os extratos sociais, quase todos os participantes são pessoas humildes, de baixo poder aquisitivo, que se esforçam para produzir uma festa rica e luxuosa, onde não podem faltar as refeições fartas, a decoração requintada e caras vestimentas para as crianças do império (ver abaixo). Por se tratar de uma festa longa, custosa e cheia de detalhes, sua preparação e realização levam vários meses e envolvem muita gente, construindo assim uma grande rede de relações entre todos os participantes.

Toda a festa do Divino gira em torno de um grupo de crianças, chamado império ou reinado. Essas crianças são vestidas com trajes de nobres e tratadas como tais durante os dias da festa, com todas as regalias. O império se estrutura de acordo com uma hierarquia no topo da qual estão o imperador e a imperatriz (ou rei e rainha), abaixo do qual ficam o mordomo-régio e a mordoma-régia, que por sua vez estão acima do mordomo-mor e da mordoma-mor. A cada ano, ao final da festa, imperador e imperatriz repassam seus cargos aos mordomos que os ocuparão no ano seguinte, recomeçando o ciclo.

A festa se desenrola em um salão chamado tribuna, que representa um palácio real e é especialmente decorado para este fim. A abertura e o fechamento desse espaço marcam o começo e o fim do ciclo da festa, durante o qual se desenrolam as diversas etapas que, em conjunto, constituem um ritual extremamente complexo, que pode durar até quinze dias: abertura da tribuna, busca e levantamento do mastro, visita dos impérios, missa e cerimônia dos impérios, derrubamento do mastro, repasse das posses reais, fechamento da tribuna e carimbó de caixeiras.

Entre os elementos mais importantes da festa do Divino estão as caixeiras, senhoras devotas que cantam e tocam caixa acompanhando todas as etapas da cerimônia. As caixeiras são em geral mulheres negras, com mais de cinquenta anos, que moram em bairros periféricos da cidade. É sua responsabilidade não só conhecer perfeitamente todos os detalhes do ritual e do repertório musical da festa, que é vasto e variado, mas também possuir o dom do improviso para poder responder a qualquer situação imprevista.”

Os últimos nove parágrafos foram compilados do Wikipédia.

Neste ano de 2019, os festejos do Divino Espírito Santo, em Alcântara, Maranhão, acontecem a partir do dia 29 de maio, se prolongando até o dia 9 de junho. Em outros municípios maranhenses onde os festejos também acontecem, as datas serão diferentes.

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