A PALAVRA DO EDITOR

O EDITOR MANDA SUGESTÃO AO PRESIDENTE

Na minha função de blogueiro abestado e editor escroto, eu navego diariamente nas principais páginas deste esgoto chamado grande imprensa brasileira.

E uma coisa tem me chamado a atenção:

Eu notei que as esquerdas e o PT se pronunciam sempre contra tudo que o Presidente Messias Bolsonaro se declara a favor.

Sempre contra. Invariavelmente contra. Contra tudo que ele diz ou prega (êpa!)

E aí me veio à cabeça uma ideia.

Uma ideia que mandei ontem como sugestão para o presidente, numa mensagem que remeti pro Palácio do Planalto.

Aliás, auem quiser falar com o homi, é só clicar aqui

A minha ideia é a seguinte:

Eu sugeri a Messias que ele envie ao Diretório Central do PT e à direção de todos os partidos zisquerdistas do Brasil um documento no qual ele se declare contra o suicídio. Radicalmente contra.

Tenho certeza que os zisquerdelhos, de imediato, vão se declarar totalmente a favor do suicídio, já que Bolsonaro é contra.

E eu até já imaginei a maneira da militância vermêia se matar:

Seria um suicídio coletivo, no qual cada militante enfiaria o dedo no furico e viria rasgando até chegar no umbigo.

Ia jorrar um rio de sangue vermêio!!!

Em grupos mais solidários, um rasgaria o cu do outro.

Hemorragia vermêia da cor do PT!!!

Num seria lindo???

O balão da CUT na foto abaixo, feita durante uma manifestação em São Paulo, já antecipava a minha ideia.

Vejam só que CU bem desenhado:

A PALAVRA DO EDITOR

JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

AUGUSTO NUNES

O ALEXANDRE DE 2018 CERTAMENTE TERIA VERGONHA DO ALEXANDRE MODELO 2019

Em outubro de 2018, o ministro Alexandre de Moraes participou no Supremo Tribunal Federal do julgamento de ─ perdoem-me o juridiquês ─ “uma arguição de descumprimento de preceito fundamental”. E transformou seu voto numa ode à liberdade de expressão, informam dois trechos do texto redigido por Alexandre de Moraes:

1) O funcionamento eficaz da democracia representativa exige absoluto respeito à ampla liberdade de expressão, possibilitando a liberdade de opinião, de crítica política, a proliferação de informações e a circulação de ideias; garantindo-se, portanto, os diversos e antagônicos discursos — moralistas e obscenos, conservadores e progressistas, científicos e literários, jornalísticos ou humorísticos. Pois, no dizer de Hegel, é no espaço público de discussão que a verdade e a falsidade coabitam.

2) A Corte Europeia de Direitos Humanos afirma que a liberdade de expressão vale não só para as informações ou ideias acolhidas com favor ou consideradas como inofensivas ou indiferentes, mas também para aquelas que ferem, chocam ou inquietam. Assim o exigem o pluralismo, a tolerância e o espírito de abertura, sem os quais não existe sociedade democrática.

Passados seis meses, o mesmo ministro usa verdades divulgadas pela revista Crusoé para assassinar a liberdade de expressão. O Alexandre de 2018 certamente teria vergonha do Alexandre modelo 2019, que se move nas catacumbas do Supremo para proteger o colega Dias Toffoli.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CÍCERO TAVARES – RECIFE-PE

Caro editor Luiz Berto:

Interessante. Interessantíssimo!

O jornal “Folha de S. Paulo”, desde a vitória do presidente eleito Jair Bolsonaro por quase 60 milhões de eleitores, orquestrou uma campanha de “Liberdade de Expressão Absoluta”, como se quisesse (e a intenção é essa!) atingir a honra do presidente por considerá-lo retrógrado, reacionário, antidemocrático, censor, “cortador de verbas de propaganda mamateira”.

Amparada nas figuras impolutas e ilibadas de alguns jornalistas “formadores de opinião” e “donos da verdade”, tipos Elio Gaspari, Mônica Bérgamo, Igor Gielow e outros baluartes da imprensa lulopetista, a Folha veste a carapuça defendida por alguns membros sacripantas do Supremo Tribunal Federal (STF).

Assim que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito, confirmada a vitória pelas urnas por doto o País, uma onda de outdoors foi estampada na sua capa, contra capa virtual, como: “Sem Liberdade de Imprensa não Tem Democracia”, “Jornalismo é Publicar Aquilo que Ninguém quer que Publique” (George Orwell), “Não há Democracia sem Imprensa Livre”…

Ante a ressurreição da inquisição defendida por alguns ministros do Supremo Tribunal Federal, O Cabaré de Brasília, contra a imprensa livre, democrática e investigativa, que está fazendo a Folha na figura de sua editoria para coibir esse abuso de autoridade?

Por a opinião do rabo!

Quem cala, consente!

Será que Otavio Frias Filho está fazendo falta?

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

XICO BIZERRA – JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE

SUPREMA AMIZADE
(Anta Cruzoé)

O amigo do amigo do meu pai
É mesmo que ser meu amigo
Se mexer com o amigo do amigo de papai
Repare, é o mesmo que mexer comigo
Porque amigo é amigo, atentai:
– Dinheiro não compra, nem passa recibo
Por isso, quem não quiser perder a paz
Cuidado quando for abrir o bico
Que falar mal do amigo do amigo de papai
É tal encoxar a morte por trás
Ou meter o dedo no cu do perigo!

E quem disse que fui eu que escrevi?
Eu nego, renego e desdigo. Eu só compartilhei. Eu juro por Deus, Nossa Senhora e tudo quanto é santo do céu e do inferno que nem conheço dona Anta Crusoé.

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCOS ANDRÉ M. CAVALCANTI – RECIFE-PE

NOTÁVEL SABER JURÍDICO ???

REPUTAÇÃO ILIBADA???

Art. 101. O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros, escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada.

Parágrafo único. Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.

Até parece que Toffoli foi sabatinado pela bancada do PT (Sibá, Fátima Bezerra “é gorpi”, e outros da espécie.

JOSÉ PAULO CAVALCANTI - PENSO, LOGO INSISTO

A MUSA DA CENSURA

A Revista Crusoé teria sido censurada pelo Ministro Alexandre de Moraes. A pedido de Toffoli. Claro que a liberdade de expressão, fundamento da Democracia, não pode conviver com nenhum tipo de censura. Mas foi mesmo censura?, eis a questão. Democracia é informar. E é, também, não informar. O sistema jurídico brasileiro, reproduzindo o que ocorre no mundo todo, faz bem a diferenciação entre censura e reserva legal. A maioria das ações de família, como o reconhecimento de paternidade, corre em segredo de justiça. O Estatuto da Criança e do Adolescente exibe 14 regras assim. O padre não pode, nas missas, fazer um relato sobre as confissões da semana. E nada disso é censura.

A revista informa que o depoimento de Marcelo Odebrecht, dizendo ser Toffoli o “amigo” que recebia grana, está “nos autos”. Estaria mesmo? A delação premiada integra o inquérito 1.365/2015. A partir dele, há denúncia. Feita por Procurador. Que o juiz acolhe (ou não). Só então se pode falar em “autos”. Problema é que a revista não identifica o processo. Nem fornece a numeração das folhas, onde constam esse depoimento. Complicado. Para piorar, a Procuradora Geral da República, Raquel Dodge (que acaba de arquivar inquérito de Toffoli, sobre as fake news), já disse que tais documentos não constam dos tais autos. Difícil ter mentido. Seria caso de impeachment. Provavelmente o documento foi vazado, ilegalmente, por alguém que teve acesso ao inquérito (e não ao processo) – é nisso que acredito. Não seria, tecnicamente, censura. Mas faltaria, então, explicar por que não acabou no processo.

Trata-se de uma denúncia grave. Se consta mesmo no depoimento do delator, em algum momento vai ter que ser apurada. Indo, em casos de responsabilidades comprovadas, ao Congresso. Para julgamento. Bom lembrar que, nos Estados Unidos, houve já 17 impeachments contra Ministros da Suprema Corte. E vivemos novos tempos, senhores. De mídias sociais amplas. Em que não há como sonegar, do indeterminado cidadão comum, documentos como esse. O Ministro Toffoli, maior interessado nessa divulgação, deveria pedir que o caso fosse examinado rápido. Só assim se livraria das suspeitas. Mas, estranhamente, foi em sentido contrário. Mandou calar a revista. Difícil entender. Seja como for, a única coisa que não pode acontecer é o caso do “amigo” deixar de ser apreciado pela Justiça. Para o bem. Ou para o mal.

DEU NO JORNAL