CHARGE DO SPONHOLZ

JOSÉ NÊUMANNE - DIRETO AO ASSUNTO

DEU NO JORNAL

DEU NO JORNAL

É PHODA ! ! !

A apenas um dia de completar um ano cumprindo pena em uma sala da Polícia Federal em Curitiba, com direito a TV e banho quente como nenhum outro presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva já custou mais de R$ 3,6 milhões ao cofres públicos.

O custo da “hospedagem” chega a R$ 10 mil ao dia, como estimou a própria PF já no ano passado.

Lula custa ao mês 125 vezes a mais que qualquer outro detento no Brasil.

O custo do presidiário Lula, de R$ 3,6 milhões, representa bem mais que a média de recursos destinados a obras em penitenciárias.

A ampliação da Penitenciária de Alfenas (MG) recebeu R$ 3,4 milhões e está inacabada, segundo o Ministério da Justiça. Lula já custou mais.

Se ficar na situação que se encontra pela duração de toda sua pena de 12 anos e 1 mês os custos de Lula preso serão de R$ 44,1 milhões.

O ex-governador Sérgio Cabral pode, em um presídio comum, superar o custo de um ano de Lula preso. Mas só se cumprir 127 anos da pena.

* * *

Até preso este canalha dá prejuízo aos pagadores de impostos.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Este porra tinha que estar era na Penitenciária de Pedrinhas, na terra do cumpanhero Sarney. 

CHARGE DO SPONHOLZ

MAURÍCIO ASSUERO - PARE, OLHE E ESCUTE

A VELHA POLÍTICA

O mercantilismo no Congresso Nacional nunca foi um objeto vivo e inanimado. Pelo contrário: sempre foi uma célula reprodutora, transcendente, aparentemente hereditária e imortal. A maior expressão desse mercantilismo foi o escândalo do mensalão. Naquele contexto a gente viu o quanto são venais nossos representantes, salvo raríssimas exceções. Imagino até que se não fosse o mensalão, o governo Lula não teria obtido determinadas conquistas porque ficou patente que havia uma base de apoio ao governo que era alimentada por recursos escusos e não por afinidade a ideologia do PT.

O desgaste do governo Dilma teve, também, sua grande parcela de negociatas. Por exemplo: o ministro bandido Henrique Alves não era um dos seus preferidos ao cargo, mas o MDB impôs o seu nome. Se assim não fosse causaria um desconforto muito grande na base. Temer teve uma denúncia arquivada pela Câmara porque distribui emendas e cargos. Os cargos, como se sabe, permitem que os deputados indiquem alguém se sua confiança para arrecadar dinheiro que fortaleça sua campanha e sua conta corrente. Maurício Marinho foi filmado embolsando R$ 3 mil e foi colocado nos Correios por Roberto Jefferson. Waldomiro Diniz teve uma atuação fundamental quando José Dirceu era ministro.

São questões dessa natureza que me levam a perder a crença em bom andamento da economia a partir desse ano. A prévia vista na presença de Paulo Guedes na Comissão de Cidadania e Justiça mostra o quanto é difícil tratar com pessoas com inteligência limitada. A oposição é oposição apenas porque não tem nada mais útil a fazer. Obviamente, que não estamos interessados em unanimidade. Acredito que o estado de direito democrático se lastreia no debate, ou seja, no contraditório, mas uma coisa é sermos contra pela convicção que temos e outra, totalmente diferente, é sermos contra porque assim nos orientaram.

As pessoas atacam propostas e não apresentam alternativas. A realidade é bem simples: o Brasil está se transformando num buraco negro (aquele que a massa gravitacional é tão grande que nem a luz consegue sair dele) e um dos caminhos a ser percorrido chama-se: aprovação da reforma da previdência. O sistema atual que temos chama-se é baseado na repartição, um sistema de gerações superpostas. Ou seja, a população economicamente ativa de hoje sustenta o pagamento do pessoal inativo e no futuro será sustentada pela PEA do seu tempo. Se a taxa de pessoas que se aposentam for maior do que a taxa das pessoas que entram no mercado de trabalho, nitidamente teremos problemas.

O sistema de capitalização, duramente criticado, consiste no fato de que cada trabalhador formará a sua poupança e ao deixar a vida laboral esta poupança vai se converter no seu benefício. Se formos olhar o que existe no mundo, a gente vai ver que muitas economias passaram a adotar um regime híbrido. Mas, quem se opõe não apresenta argumentos, mas prefere agir como “Maria vai com as outras”.

O conhecimento de Zeca Dirceu em previdência deve guardar uma relação de 1 para 1 com o nariz dele. O engraçado é que o cara está se sentido a bala que matou Kennedy. Certamente, não se deve culpar o filho pelos erros dos pais e vice-versa. No entanto, a realidade muda quando um se beneficia do mal feito do outro. Zeca Dirceu, segundo delatores da Odebrecht, recebeu R$ 250 mil do departamento de propina. Complicado é aceitar isso como um crime eleitoral.

Embora o governo Bolsonaro não tenha tantos medalhões com se viu desde FHC (contava com apoio de estudiosos com Pérsio Arida, Gustavo Franco, Edmar Bacha), cabe destacar o conhecimento dos ministros Sérgio Moro e Paulo Guedes. O segundo tem uma formação em economia invejável. O primeiro mostrou um vasto conhecimento com juiz em dois momentos: auxiliando Rosa Weber nos votos do mensalão e como juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba (será que por essa 13ª o PT não teria interesse em mudar de número/).

Moro condenou Lula em primeira instância e uma tese de Moro na ação do mensalão pode tirar Lula da cadeia. A defesa de Lula está usando a tese de Moro em não considerar, no mensalão, crime de lavagem de dinheiro. Os argumentos que ele utilizou foram bem aceito nos votos do julgamento. Será engraçado vermos a defesa de Lula citando Sérgio Moro nas suas alegações.

DEU NO JORNAL

VERMÊIOS DE BATINA

Os petistas Humberto Costa, Paulo Rocha e Wadih Damous estiveram na CNBB para, segundo eles, discutir a reforma da Previdência e o pacote anticrime de Sergio Moro.

O grupo foi recebido por dom Leonardo Steiner, o mais vermelho dos bispos vermelhos.

* * *

Estes babacas de batina, além de molestar crianças, agora estão também molestando a paciência da gente.

As duas letras “B” na sigla da entidade significa Bosta em dobro.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CARLOS EDUARDO GOMES – PATY DE ALFERES-RJ

Prezado Berto,

aproveitando a força do JBF encaminho essa petição do Partido Novo para você participar, caso esteja de acordo e se achar conveniente, divulgar através da sua potente página via internet.

Clique aqui para acessar a página.

Nesta terça-feira (02/04), o NOVO propôs uma Emenda para tornar possível a devolução dos recursos do Fundo Partidário para o Orçamento Geral da União, onde poderiam ser investidos em educação, segurança e saúde.

A devolução do Fundo Partidário seria facultativa aos partidos. Ainda assim, foi rejeitada por 294 votos contrários e apoiada por apenas 144 deputados na Câmara.

O NOVO tem outro projeto de lei protocolado para tentar novamente a devolução para as áreas essenciais.

Precisamos agora do apoio e mobilização de toda a população, para que desta vez os deputados que votaram contrários reconsiderem.

Um grande abraço,

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

CÂMARA FEDERAL, VAZIO INTELECTUAL

O espetáculo grotesco proporcionado esta semana em uma Comissão da Câmara, a CCJ, confirmou o que já se tinha conhecimento, nas últimas duas décadas, na história daquele parlamento. É um circo dos horrores capitaneada pelos grupos de esquerda sob o comando da quase linda, Deputada Maria do Rosário, e da transformer Gleise Hoffmann. Esse grupo vive para fazer da Câmara Federal um verdadeiro circo, mas o que chama atenção é que a era do terror imposta pelo PT e o presidiário de Curitiba, já não está mais vigorando. Há um novo tempo e um novo governo em que eles estão plenamente descartados. Montar aquela oposição de palhaços no debate com o ministro Paulo Guedes sobre o projeto da Previdência Social transpassa o limite do razoável. Mostra à população a baixa qualidade educacional, formal e social, que compõe a maioria dos membros daquela Comissão, que lá está para discutir um dos pontos vitais para o Brasil nos próximos anos mas, apesar de assunto da maior relevância a população brasileira, se mostraram desconhecedores da proposta enviada e debatida pelo ministro Guedes. Fica claro que são meros sugadores da crença, da fé e do dinheiro do povo que os colocaram no Congresso.

Nas últimas décadas, a produção de projetos desenvolvimentistas, que teriam o objetivo de fazer o Brasil crescer e se tornar um rico País, foram sofríveis e improdutivos para esse fim. Foi o tempo em que tínhamos no Congresso Nacional uma supremacia da qualidade sobre a mediocridade. A tomada da mídia pela esquerda pouco qualificada e a massificação publicitária de que o regime militar foi um atraso na vida brasileira, induziu o povo a crer que a saída seria eleger aqueles que realmente viessem da base popular, mesmo que de pouco ou quase nenhum preparo profissional ou cultural, seriam os que poderiam trazer a felicidade e riqueza para a Nação. Mal sabia o povo que diante dessa massificação publicitária, que permaneceu até o advento da desastrada “presidenta”, seria manobrado para um projeto de Poder que o tornaria subserviente, ou seja, servil a vontade dos outros e deixar de existir como ser humano dignificado.

Esse tipo de massificação da mídia foi aos poucos anulando o mérito e a formação profissional, isto é, o valor da educação, e isso persiste até a presente data. Com isso, foi ocorrendo o afastamento da política daqueles que detinham certa base de conhecimento para dar impulso ao desenvolvimento cultural e econômico, setores dependentes de bom governo. Era preciso surgir um estadista na história política brasileira, acabar com presidentes que só utilizavam do populismo para se manter no Poder, a famosa politicagem do “toma lá dá cá”. Collor até que foi um arremedo, mas logo foi absorvido por ações da velha política. O Brasil tinha pouco dinheiro e Collor almejava aprovar a reeleição e para isso precisava de recursos, por isso não se tem uma única obra do seu governo, a não ser um CIAC em Belo Horizonte. Aconteceram, é verdade, muitas medidas importantes e que favoreceram a implantação do Plano Real, uma delas a liberação das importações com a abertura do mercado brasileiro. Foi, e até hoje ainda é, uma das mais importantes medidas de um governo, pós regime militar.

Por tudo exposto, fica a pergunta: o que podemos esperar de um Congresso que tem, na sua maioria, membros que mal sabem o que estão fazendo lá, pouco informados sobre o seu papel na melhoria da vida dos brasileiros e que pouco ou nada sabem da função de cada um dos parlamentos e da estrutura de governo? Isso não mudou, é bem possível que seja este o motivo, acrescido da falta de uma boa formação educacional, que tem feito o Congresso, em grande parte, a pautar por procedimentos sem conhecimentos. Querem apenas conseguir seu espaço midiático de forma a se manter expressivo diante do seu eleitorado, mesmo que por mentiras e ilusões. Passam horas e dias em busca de alguma notícia nos ministérios, via assessores ou informantes, para que a possa levar ao seu reduto eleitoral e ser apresentada como sua atuação. Propostas de relevância à vida nacional não lhes desperta interesse, até porque exigem conhecimento de causa, e isso é uma raridade, é coisa para os bons. Estes são muito raros. Percebam leitores, apenas um pequeno grupo se destaca com boas propostas. Outros, que conseguem algum destaque, são favorecidos com benesses ou como fonte aos meios de comunicação. A Câmara Federal é um vazio intelectual.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CARLOS HENRIQUE BELLO – PIRASSUNUNGA-SP

Sr. Editor,

dê uma olhada neste vídeo sobre o comportamento tendencioso desta merdinha chamada Rede Globo.

Um verdadeiro absurdo!

Bando de canalhas globais travestidos de “jornalistas”.

Veja a diferença entre a Globo e a Record, noticiando a mesma coisa, a visita do Presidente Jair Bolsonaro a Israel.

Acho que vale a pena ser publicado para conhecimento de todos.

Obrigado pela atenção.