ATITUDE – Jenário de Fátima

Talvez amor, talvez certo não desse…
O que sonhamos pra nós dois um dia.
Talvez apenas fosse Fantasia,
Destas de quem ama borda e tece.

Contudo amor, a gente envelhece
(… decerto envelhecer não se podia)
E a vida vai ficando mais vazia
Justo quando do amor se mais carece

E vem a noite amor, então sozinho
Ficamos a pensar quantos caminhos
Não fomos por faltar-nos Atitude.

E o preço caro agora que pagamos
É este de achar sempre que estamos
Num mundo em que já nada mais ilude.

Colaboração de Pedro Malta

Deixe o seu comentário

BACURINHA AFOLOZADA

Gleisi Hoffmann (PT-PR) não está bem do juízo.

Ontem ela disse que Lula é “vítima do Departamento de Justiça dos EUA” e que a quadrilha americana usou ação contra a Petrobras (class action lawsuit) para “lavar dinheiro”.

Até acusou a Lava Jato de “corrupção”.

Hahahaha

* * *

O juízo dessa idiota tá tão afolozado quanto o priquito dela.

A sujeita está no cargo certo: na presidência do bando criminoso que é de propriedade do Lula.

Vamos botar o jumento Polodoro, mascote desta gazeta escrota, pra rinchar em homenagem a esta desmiolada.

Aliás, Polodoro está de pajaraca armada, doido pra que Gleisi apareça no pasto.

Aí é que ela vai ficar de tabaca afolozada mesmo!

Rincha, Polodoro!!!

3 Comentários

GRANDES MOTES, GRANDES GLOSAS

Oliveira de Panelas, grande poeta cantador pernambucano da atualidade

* * *

Oliveira de Panelas glosando o mote:

Na porta do cu do dono

Essa rôla antigamente
Vivia caçando briga
Furando pé de barriga
Doidinha pra fazer gente
Mas hoje tá diferente
No mais profundo abandono
Dormindo um eterno sono
Não quer mais saber de nada
Com a cabeça encostada
Na porta do cu do dono.

Já fez muita estripulia
Firme que só bambu
Mais parecia um tatu
Fuçava depois cuspia
Reinava na putaria
O priquito era seu trono
Trepava sem sentir sono
E sem precisar de escada
Mas hoje vive enfadada
Na porta do cu do dono.

Nunca mais desvirginou
Uma mata vaginosa
Há muito tempo não goza
A noite de gala passou
Vive cheia de pudor
Sonolenta e sem abono
Faz da ceroula um quimono
E da cueca uma estufa
Vive hoje à cheirar bufa
Na porta do cu do dono.

* * *

Carlos Severiano Cavalcanti glosando o mote:

Eu plantei em janeiro o meu roçado,
mas a chuva faltou, fiquei sem nada.

Fui ao silo e tirei toda a semente
que restava guardada há mais de um ano
e saí a plantar em solo plano
na esperança de inverno consistente.
O trovão ribombou e de repente
envolvi-me no som da trovoada.
O riacho rosnando na enxurrada,
o meu milho pouquinho semeado.
Eu plantei em janeiro o meu roçado,
mas a chuva faltou, fiquei sem nada.

Trinta dias depois da plantação
eu gostava de ver meu milharal
verdejante, brilhando, colossal,
alegrando meu frágil coração.
Fiz a limpa primeira na intenção
de arrancar todo o mato usando a enxada,
começava a limpar de madrugada
sem contudo sentir-me mais cansado.
Eu plantei em janeiro o meu roçado,
mas a chuva faltou, fiquei sem nada.

O pendão começou a tremular,
quando o sol assumiu a dianteira,
a trocar chão molhado por poeira,
a neblina deixou de borrifar,
a lavoura teimava em não murchar,
mas a haste do milho, já envergada
pendurava a boneca atrofiada
enquanto eu contemplava amargurado.
Eu plantei em janeiro o meu roçado,
mas a chuva faltou, fiquei sem nada.

Perdi tudo o que tinha de semente,
não deixei transformá-la no cuscuz,
carreguei cabisbaixo a minha cruz,
enfrentei a dureza do sol quente,
vejo agora o sofrer da minha gente
sem destino na terra desolada,
transeunte nas margens de uma estrada
indo à toa, sem rumo, em qualquer lado.
Eu plantei em janeiro o meu roçado,
mas a chuva faltou, fiquei sem nada.

Vejo a barra ao quebrar e fico atento,
para ver se a invernada inda retorna,
entretanto, a manhã já nasce morna,
o que traz para mim um desalento,
desespero ante a dor desse momento,
minha casa sem luz, vive apagada,
o sertão vendo a flora incinerada,
o seu povo sem rumo e flagelado.
Eu plantei em janeiro o meu roçado,
mas a chuva faltou, fiquei sem nada.

Já não ouço o cantar dos rouxinóis,
não escuto o arrulhar das juritis,
raramente ouço poucos bem-te-vis,
saltitantes nos galhos do cipós.
No horizonte tem mais pores de sóis
inundando de luz toda a chapada,
a paisagem cinérea iluminada
quando a lua esparrama o seu dourado.
Eu plantei em janeiro o meu roçado,
mas a chuva faltou, fiquei sem nada.

Deixe o seu comentário

TERRORISTA APOSENTADA

Dilma critica a ditadura militar para fingir que, quando aderiu à luta armada, não queria infernizar o Brasil com a implantação da ditadura comunista

“Vamos resistir e continuar lutando por um Brasil mais igual, justo e soberano. Ditadura nunca mais!”.

Dilma Rousseff, em artigo no site do PT, criticando a ditadura militar para fingir que, quando aderiu à luta armada, não queria infernizar o Brasil com a
implantação da ditadura comunista.

* * *

POSTE DESMEMORIADO

Haddad finge esquecer que Temer foi duas vezes vice de Dilma e que Meirelles presidiu o Banco Central nos 8 anos de governo Lula

“O Brasil é muito maior que esse projeto que está no poder. O Bolsonaro representa um retrocesso muito grande no imaginário do brasileiro em relação ao seu próprio país. Eles não estão no poder há três meses: o que o Bolsonaro representa está há três anos no poder. O Paulo Guedes é um Michel Temer radical, um Henrique Meirelles radical. A gente cobra resultado porque faz três meses que eles prometeram que a PEC do Teto e a reforma trabalhista iam resolver os problemas. Eles vivem mentindo para as pessoas”.

Fernando Haddad, sem emprego conhecido desde outubro, em entrevista ao canal no YouTube inaugurado por Lindbergh Farias e Vanessa Grazziotin, fingindo esquecer que Michel Temer foi duas vezes vice de Dilma Rousseff e que Henrique Meirelles presidiu o Banco Central nos 8 anos de governo Lula.

2 Comentários

NO OLHO DO FURICO DA GRANDE MÍDIA GLOBEIRA

Esta notícia que está transcrita logo a seguir, foi publicada n’O Globo, no dia 26 de março de 2018.

Ou seja, há pouco mais de um ano

Poucos dias depois, aconteceria o engaiolamento de Luiz Inácio, o maior corrupto da História do Brasil.

Vejam só a notícia:

O repórter do GLOBO Sérgio Roxo foi agredido por um segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início da tarde desta segunda-feira, enquanto fazia a cobertura de uma manifestação contrária ao petista em Francisco Beltrão , no interior do Paraná.

A agressão ocorreu na área externa do aeroporto da cidade, logo depois de Lula embarcar rumo a Foz do do Iguaçu, onde está programado um novo ato.

Me lembrei desta notícia quando vi este vídeo que está no final da postagem.

No vídeo, o mesmo repórter d’O Globo que levou as porradas do furioso bando de seguranças lulaicos – repórter que atende pelo nome de Sérgio Roxo e que ficou roxo de porradas -, foi entrevistado por Alan Santos, do programa Terça Livre.

Uma entrevista que aconteceu há poucos dias, no final de março.

Vejam só que cacetada bem dada:

3 Comentários