AUGUSTO NUNES

ANALISTAS DE GALINHEIRO APLAUDIRIAM A VISITA SE ISRAEL FOSSE CUBA

Colunistas da chamada grande imprensa reagiram com indignação à ideia de transferir para Jerusalém a embaixada brasileira em Israel, prometida pelo candidato Jair Bolsonaro. Neste fim de semana, esses especialistas em tudo reincidiram na irritação debochada ao saberem que o presidente da República decidiu abrir um escritório comercial em Jerusalém e manter em Telavive a sede da representação diplomática.

Ressentimento é mesmo o oitavo pecado capital. Em países normais, jornalistas ficam felizes quando as teses que defendem são adotadas por quem delas divergia. Como estamos no Brasil, tanto um erro quanto sua correção provocam surtos de cólera de igual magnitude, desde que envolvam o presidente em começo de mandato.

Sim, a ideia de mudar o endereço da embaixada foi mais um raio em céu azul. Não havia motivos para que o governo brasileiro se metesse no conflagrado Oriente Médio, palco do mais antigo e perturbador conflito do planeta. Mas o comportamento dos analistas de galinheiro escancara a ojeriza a Israel e a paixão pela causa palestina.

Nenhum deles perdeu dois minutos de sono com os possíveis efeitos negativos da visita sobre as relações comerciais entre o Brasil e a comunidade árabe. O tom raivoso decorre da aproximação entre Bolsonaro e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, um direitista radical. Se Israel fosse chefiada por um ditador inimigo dos Estados Unidos, os colunistas em guerra não veriam nada de mais na troca de afagos entre os dois chefes de Estado.

Os comentaristas brasileiros contemplaram com repulsiva naturalidade a parceria de Lula e Dilma com os aiatolás atômicos do Irã, com o bolívar de hospício Hugo Chávez e seu filhote Nicolás Maduro ou mesmo com os terroristas do Estado Islâmico. Lula qualificou o psicopata líbio Muamar Kadafi de “meu irmão” e “meu líder”. Essa sabujice infame pareceu, aos olhos vesgos da imprensa engajada, uma bonita demonstração de amizade.

Se Netanyahu aparecer em Curitiba gritando “Lula Livre”, corre o risco de virar presidente de honra de uma Seção Internacional do PT. Com as bênçãos de jornalistas que hoje torcem para que Israel desapareça no Mar Morto.

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GUEDES SAIU VITORIOSO DO COMBATE

JOSÉ NÊUMANNE - DIRETO AO ASSUNTO

A PALAVRA DO EDITOR

O PAI ZÉ E O FILHO ZECA

O texto abaixo foi escrito no dia 30 de novembro de 2005.

Há mais de 13 (êpa!) anos, portanto.

Naquela data estava sendo votada pela Câmara dos Deputados a cassação do mandato do então deputado José Dirceu.

José Dirceu perdeu o mandato por 293 votos a favor da cassação e 192 contra.

O Jornal da Besta Fubana ainda não existia e eu distribui o texto que escrevi naquele dia pros amigos e amigas que constavam da minha lista de endereços eletrônicos.

Neste texto aparece o nome do atual deputado Zeca Dirceu, filho do petralha condenado por corrupção José Dirceu.

Zeca ganhou notoriedade por conta da pajaraca que levou ontem do Ministro Paulo Guedes, que desmoralizou e mijou em cima do deputadinho vermêio-istrelado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

Por oportuno, republico o texto pra conhecimento dos meus estimados leitores fubânicos.

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UMA HISTÓRIA E UM DESEJO

Caros e Caras:

Hoje é um dia decisivo na carreira pública do ex-ministro e deputado federal José Dirceu.

Quero aproveitar a data para falar de um fato da vida dele que nada tem a ver com sua história política, mas com sua vida pessoal e que é revelador da sua maneira de pensar e do seu caráter.

José Dirceu pegou em armas durante a ditadura militar, foi preso e, no sequestro do embaixador americano Charles Elbrick (do qual participou o atual Deputado Fernando Gabeira), foi um dos presos libertados em troca da vida do representante do governo ianque.

Banido e exilado, José Dirceu frequentou curso de guerrilha em Cuba, fez uma operação plástica a fim de mudar o rosto e voltou clandestino ao Brasil pra cumprir missão do partido.

Com nome e documentos falsos, instalou-se numa cidade no interior do Paraná onde se estabeleceu como pequeno comerciante, levando uma vida pacata e amena, interagindo com a comunidade e não despertando a menor suspeita de que se tratava de um “terrorista subversivo”.

Nessa sua estadia no interior, uma jovem da cidade apaixonou-se por ele. Casaram-se, constituiram uma típica família de classe média e tiveram um filho. (Esse filho é o hoje conhecido Zeca Dirceu, prefeito de sua cidade). Todos os depoimentos disponíveis concordam que ele era um marido apaixonado, bom pai de família e excelente cidadão.

Veio a anistia no governo Figueiredo, abriram-se os cárceres, voltaram ao país com festas os exilados e banidos e o país passou a respirar novos ares.

José Dirceu, no mesmo dia da assinatura do decreto de anistia, dirigiu-se à esposa dizendo que seu nome não era Francisco, que se chamava José Dirceu, que era guerrilheiro e revolucionário e que, naquele exato momento, estava saindo de casa e do Paraná e se dirigindo a São Paulo onde se apresentaria à direção do seu partido e voltaria à sua militância.

Foi embora e deixou a família pra trás, só voltando a ter contato com o filho muitos anos depois, no auge do mandato de deus-menino do petismo no Brasil.

Essa coitada moça apareceu apenas uma vez na imprensa brasileira, já quando José Dirceu era o todo-poderoso do governo Lula, e declarou candidamente que não entendia o que tinha acontecido com aquele seu marido que ela amava, que pensava chamar-se Francisco e que era o pai do seu filho. Que não entendia a frieza com que ele comunicara que era outra pessoa e a tranquilidade com que partira e ganhara o mundo, como se estivesse apenas trocando de camisa.

Pra não perder o viso autoritário que é comum a todos que idolatram Cuba, José Dirceu usou do seu prestígio e do seu poder para impedir que outras notícias e reportagens sobre a pobre moça viessem à tona na mídia brasileira. E assim se cumpriu.

Pois bem, caros e caras, eu quero fazer apenas um pequeno comentário sobre isso.

Um crápula que tem a sem-cerimônia de tratar dessa forma um ser humano, sobretudo uma mulher com quem se casara, não merece nem respeito, nem piedade, nem perdão.

Ontem à noite, quando vi na televisão as imagens do septuagenário espancando-o com uma bengala, tomei como sendo uma pisa de vingança daquela moça crédula abandonada no interior do Paraná.

E lamentei profundamente que o cidadão não tivesse força física suficiente pra exemplar com mais vigor o comissário prepotente.

Novembro de 2005: José Dirceu levando bengaladas do septuagenário cidadão Yves Hublet, que viria a ser morto misteriosamente algum tempo depois

Sim, é isso mesmo, senhores defensores do politicamente correto, eu aprovei o castigo físico, apesar do seu caráter apenas simbólico, já que as bengaladas quase nada fizeram efeito no corpo robusto e bem nutrido do ex-ministro.

Ser cassado hoje pela Câmara é muito pouco. Muito pouco mesmo por toda a desgraça que esse sujeito instalou no país durante o governo petista.

O esquema de corrução montado por José Dirceu torna o esquema PC Farias no governo Collor uma coisa de amadores.

Um bom final de novembro pra todos e que dezembro venha com mais luzes sobre os porões desse governo podre.

Abraços

Luiz Berto

CARLITO LIMA - HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA

1º DE ABRIL DE 1964

Acordei-me com o som cadenciado e harmonioso da alvorada tocada pelo corneteiro do quartel. Eu era tenente do Exército Brasileiro servia na 2ª Companhia de Guardas, tropa de elite do IV Exército altamente treinada contra distúrbios e guerrilha urbana, sediada no Centro do Recife. Uma luminosa manhã acordava a bela histórica mauriciana. A Companhia estava de prontidão há mais de uma semana, sem algum militar sair do quartel devido aos acontecimentos políticos da época. O presidente João Goulart acendia uma vela a Deus outra ao Diabo (disse Julião). Um processo de desgaste político do presidente espalhou-se sobre a Nação. O que sustentava Jango era um suposto esquema militar, inclusive o General Justino Alves Bastos, comandante do IV Exército, jurou de pés juntos a Arraes que defenderia a legalidade. Quando a conjuntura mudou, ele também mudou. A situação ficou mais nebulosa depois do grande comício das reformas em frente ao Ministério do Exército, dia 13 de março, com muitos discursos provocativos às Forças Armadas. Jango estava cutucando a onça com vara curta. Espalhava-se que a intensão de Jango era transformar o Brasil numa República Socialista Sindicalista.

Naquela bela manhã logo depois da formatura matinal, o capitão Luís Henrique Maia reuniu os cinco tenentes comandantes de pelotão, fez uma preleção. Chegaram informações que a tropa do general Mourão Filho de Minas Gerais estava a caminho do Rio de Janeiro para levantar o I Exército, e depor o presidente João Goulart. O objetivo da intervenção militar era restabelecer a ordem no país, garantir a eleição para presidente em 1965. Uma intervenção militar semelhante ao que o General Lott fez para garantir a posse de Juscelino em 1955. O capitão Maia mandou preparar o pelotão para o enfrentamento, entrar em combate urbano a qualquer momento. Pois as informações era que tropas do Estado do Governador Miguel Arraes estavam altamente bem armadas e bem preparadas por guerrilheiros cubanos.

Dirigi-me ao alojamento de meu pelotão, com a cabeça a mil, sabia que haveria uma confrontação naquelas próximas horas. Ainda estava em divagações quando o comandante me chamou e deu as primeiras ordens: Dissolver uma manifestação no Sindicado dos Bancários, perto do quartel. Coloquei o pelotão em forma, passei em revista o armamento e equipamento, falei para os soldados sobre a missão, deixei bem esclarecido: atirar só com minha ordem. Formação em cunha o pelotão tomou a Rua do Príncipe em marcha. Enquanto aqueles 44 soldados bem armados e equipados avançavam pela rua arborizada, ouvi vaias e palmas, era o povo dividido. Enquanto o pelotão se aproximava do objetivo, eu continha a emoção, pensando nas informações que os sindicalistas, os camponeses, os homens de Arraes, tinham sido treinados em guerrilha e possuíam armamento de primeira linha. Assim que avistamos ao longe a multidão em torno de 400 pessoas, tive que controlar um sargento, meu auxiliar, que me pedia para dar um tiro a fim de dispersar a multidão. Mandei o sargento calar a boca, o comando era exclusivo meu. Não queria que houvesse uma reação por parte dos manifestantes e terminar numa carnificina de balas dos dois lados. Tentaria um diálogo, se possível. O pelotão se aproximou, dava para ver as fisionomias dos manifestantes, o sargento insistindo, me pedindo para atirar; eu gritei, NÃO!. Dei voz de comando ao pelotão “Acelerado marche!”. De repente tive a maior alegria, o maior alívio de minha vida ao perceber a multidão dispersando-se em todas as direções. Invadimos o sindicato, ficaram apenas três manifestantes. Pedi para eles saírem ou teria que levá-los presos, era a ordem. Apenas um barbudo, corajoso, magro, me encarou: “Só saio morto ou preso”. Disse-lhe “Então esteja preso, não vou lhe matar”. Mandei lacrar os móveis, deixei cinco soldados guarnecendo o sindicato, retornei com o resto do pelotão para o quartel da 2ª Cia de Guardas.

O pelotão continuava marchando em duas colunas, e o barbudo, sindicalista, andando no meio. Encostei-me e inventei na hora em seu ouvido: “Estão matando tudo que é comunista, como Fidel Castro fez em Cuba no Paredón, ao chegar ao quartel você vai ser fuzilado. Vou lhe dar uma chance, na próxima esquina lhe empurro e você sai correndo!” Perto da esquina, o barbudo, olhava para trás encarando-me com olhar suplicante. Na esquina, puxei-o pelo braço e o empurrei, ele deu um pique, se escafedeu na primeira rua (ainda hoje deve estar correndo).

Durante o percurso de retorno passamos pela faculdade de Engenharia onde alguns estudantes gritavam provocando Viva Arraes! O sargento me incitava a dissolver os estudantes. Eu neguei, confesso, pensando em meu irmão Lelé poderia estar entre os estudantes (e estava, soube depois).

No quartel fiz um relatório verbal, omiti os estudantes. Nesse dia ainda cumpri outras missões patrulhando o Recife Velho. À noite, a televisão chamava de Intervenção Militar. Não havia aparecido o termo Revolução, nem Ditadura. Nenhum cientista político, nenhum futurista, seria capaz de imaginar que aquele 1º de abril seria o primeiro dia de Governo Militar ou Ditadura durante os próximos 21 anos. Só sei que foi assim.

– Quem estiver interessado em ler um relato sério, sem rancor ou demagogia, como disse Cacá Diegues, leiam meu livro CONFISSÕES DE UM CAPITÃO, Nos melhores sebos do Brasil.

A PALAVRA DO EDITOR

FILHO DE BABACA, BABAQUINHA É

O competentíssimo Paulo Guedes empurrou um pica de grosso calibre no olho do furico do incompetentíssimo Zeca Dirceu.

No olho do furico de Zeca Dirceu e no olho do furico de toda a esquerdalhada que estava ontem na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados

Paulo Guedes empurrou a pica neles sem pena, sem cuspe e sem vaselina.

Um PhD de alta sabença enrabou um analfabeto, literal e funcional, deixando o diputado lulo-petista sem uma prega sequer.

O arguto e certeiro jornalista J.R.Guzzo resumiu tudo de maneira genial:

“Paulo Guedes disse ontem na Câmara, em voz alta, o que o PT realmente é: o serviçal número 1 dos milionários, dos empresários ladrões, dos empreiteiros corruptos, dos burocratas que se aposentam com fortunas e de tudo o que faz do Brasil um dos países mais desiguais do mundo.”

Político filho da puta eu conheço muitos. Vários, centenas, inúmeros, diversos.

Mas político filho de Zé Dirceu eu só conheço um: o Zeca Dirceu.

“Quem sai aos seus, não degenera”. A estupidez babaquística é fenômeno genético, transmitida de pai para filho

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FALA, CAIO COPPOLLA!!!

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

ORLANDO SILVEIRA - SÓ NOS TRÊS É QUE SABEMOS

SEU PEPINO JÁ CRESCEU?

Dizem que o inferno está cheio de boas intenções. Se isso é verdade, eu não sei. Nunca estive lá nem pretendo estar. Prefiro climas mais amenos. Mas, no chamado Planeta Azul, também não falta gente bem intencionada, disposta a salvar o mundo. O que me leva a crer no seguinte: aqui, se não é a matriz do reino do cão abestalhado, é uma de suas filiais. Com certeza.

Sempre fico muito sensibilizado quando ouço pessoas pregando teses politicamente corretas. Minha vontade é pisar com o calcanhar em seu dedo mindinho. Agora mesmo, ouvi no rádio uma moça tecendo loas às hortas comunitárias – uma tendência mundial que, segundo ela, já chegou a São Paulo. A moda é tão boa que a “especialista” em salsinha e seus amigos tomateiros pedirão ao prefeito de São Paulo que a incorpore em seu plano de metas. Não precisam nem pedir. Prefeitos, em geral, gostam de ficar bem com os politicamente corretos. Gentalha.

Em sua entrevista, a especialista em salsinhas observou que há muita gente plantando até nas sacadas de seus apartamentos. Receio que os pobres estarão fora dessa. A maioria deles tem o péssimo hábito de morar em cortiços, favelas ou em apartamentos sem terraço gourmet, em locais minúsculos. Eis aí uma boa ideia para as futuras casas populares feitas pelo Estado. Os imóveis de amanhã terão que ter espaços para hortas e churrasqueira. Não faz sentido exigir que os pobres andem com vasos de alface na cabeça dentro de casa.

Ainda segundo a nossa especialista em salsinhas, as hortas comunitárias já fazem sucesso na Vila Madalena, Avenida Paulista e Pompéia, bairros chiques de São Paulo. Não se tem notícia de que a moda tenha chegado à Cidade Tiradentes, que fica logo depois do fim do mundo. Pobres são lerdos, demoram a aderir ao que há de mais moderno. Eles – vejam que barbaridade! – catam restos de feira, mas não fazem sua própria horta. São uns coitados.

Não pude ouvir a entrevista até o final. Sofro dos nervos. Não sei se nossa especialista chegou a criticar o agronegócio. Penso que sim. Uma pessoa como ela jamais desperdiçaria uma oportunidade dessas.

CHARGE DO SPONHOLZ

COMENTÁRIO SELECIONADO

O EDITOR RESPEITA OS DESASSISTIDOS DA LUZ DO MUNDO

Dois comentários sobre a postagem PIADA PRONTA

Saniasin:

Preclaro e Pontifício Editor,

Sua verve e humor, associado a uma iconoclastia delirante e anárquica, é admirável e, o mais das vezes, faz-me dar gostosas risadas.

Contudo, sou nordestino e sertanejo e aprendi com meus avós a não zombar de cegos e nem chutar cachorro morto.

Santa Luzia também não deve estar muito satisfeita com esse deboche.

Salvo melhor juízo.

Com as homenagens de praxe, peço que retire essa zombaria.

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Editor do JBF:

Caro leitor Saniasin,

Também sou nordestino. Nordestino da Zona da Mata pernambucana.

Desde criança que a figura do cego, que nós carinhosamente chamávamos de “Ceguinho”, faz parte do meu círculo de afeto e de bem-querença.

Em dois dos meus romances, cegos são personagens principais e mostrados de forma humana e em pé de igualdade com os outros personagens sadios das vistas.

No livro A Guerrilha de Palmares, o Cego Anísio é uma figura de destaque e retratado com muito amor.

Já em O Romance da Besta Fubana, o Cego Chico Folote é uma das forças que dão grande impulso ao enredo.

Desde menino, bem pequeno, que minha mãe Quiterinha me ensinou a rezar uma novena no dia 13 de Dezembro, Dia de Santa Luzia, em intenção da minha avó, a velha Menininha, que era curta das vistas.

Tenha certeza que não tive a menor intenção de cometer qualquer desrespeitos com os cegos.

O que fiz mesmo foi uma crítica aos cegos lulistas.

Assim como posso fazer um elogio aos cegos que são anti-lulistas.

Cegos são pessoas iguais a nós outros e que tem todo o direito de assumir posições políticas. E, em consequência delas, receberem críticas ou elogios.

Brigadão pela participação e pela audiência.

Agradeço antecipadamente a sua compreensão.

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MANDUQUINHA – LUIZ GONZAGA

LAMENTO CEGO – JACKSON DO PANDEIRO

EVENTOS