A PALAVRA DO EDITOR

JOSÉ NÊUMANNE - DIRETO AO ASSUNTO

DEU NO JORNAL

O ESTOURO DA FOSSA PETRALHA

O BNDES divulgou nesta sexta (18), por ordem do presidente Jair Bolsonaro, uma lista com os 50 maiores tomadores de recursos do banco dos últimos 15 anos. A lista é um autêntico “mapa da mina” da corrupção, mostrando empresas privadas protagonistas da corrupção nos governos do PT, como a Odebrecht, que sozinha teve R$18 bilhões para realizar obras no exterior, em contratos sem licitação, obtidos graças ao lobby político exercido por tipos como o ex-presidente Lula, um dos maiores destinatários das propinas da construtora.

O banco divulgou que a estatal Petrobras foi a empresa que mais tomou dinheiro, R$62 bilhões, mas não destaca que os negócios bancados com esses recursos envolveu empresas privadas envolvidas na corrupção dos governos Lula e Dilma.

Outros envolvidos em investigações da Operação Lava Jato aparecem no ranking como a JBS, na 20ª posição, com R$ 7 bilhões. A Andrade e Gutierrez também aparece com financiamentos que somam cerca de R$ 5 bilhões.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou sua conta no Twitter para falar sobre a divulgação da lista: “Ainda vamos bem mais a fundo! BNDES divulga interessante link identificando os países que usaram os recursos financeiros do Brasil e os motivos dos empréstimos. Tire suas conclusões”, declarou o presidente.

Confira os cinco maiores tomadores de recursos do BNDES nos últimos 15 anos:

1. Petrobras: R$ 62 bilhões;
2. Embraer: R$ 49 bilhões;
3. Norte Energia: R$ 25 bilhões;
4. Vale: R$ 22 bilhões;
5. Odebrecht: R$ 18 bilhões.

O banco divulgou ainda a discrição de contratos de apoio à exportação brasileira para obras no exterior dividas por países. Na lista aparecem Angola, Argentina, Costa Rica, Cuba, Equador, Gana, Guatemala, Honduras, México, Moçambique, Paraguai, Peru, República Dominicana e Venezuela. Na página, é possível acessar todos os contratos com cada país na íntegra.

Clique aqui para ver a lista completa.

* * *

É phoda!!!

O desastre petralha que devastou o Brasil foi simplesmente piramidal.

Foi impressionante, surreal, acachapante, arrasador, fantástico, angustiante, esmagador, inigualável, avassalador.

No ano de 2015, quando se tentou quebrar o sigilo das operações do BNDES, a então presid-Anta Dilma Rousseff, mais conhecida como Vaca Peidona, vetou a medida.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Xolinha de tabaca arrombada pela ladroagem da quadrilha de Lula

DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCOS ANTONIO – RECIFE-PE

Caro editor,

estou enviando o convite e uma pequena resenha da obra para que se possível possa ser divulgado no seu site.

Atenciosamente

Marcos Antônio Soares – Bibliotecário da UFPE

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Resenha por Claudia Freire, Mestre em teoria literária pela UFPE

Em seu mais recente livro (o sexto!), o escritor Marcos Soares presenteia os leitores com pequenos contos. Pequenos em extensão, diga-se de passagem, mas que trazem em si a sensibilidade de um narrador que se mostra atento à vida, às pequenas desventuras cotidianas, aos encontros e desencontros, os quais qualquer um de nós poderia vivenciar.

Em algumas das histórias percebe-se a aproximação de um realismo fantástico, quando os objetos são tão protagonistas quanto os personagens, que nos convida a mergulhar no universo do (im) possível que a literatura nos proporciona.

Em outras, encontramos personagens que podem nos emocionar ou despertar nossa aversão, apresentados por um narrador onisciente, construídos a partir da observação acurada do comportamento humano, característica esta presente em todas as obras do autor.

16 histórias à procura de um leitor é um livro atemporal, como assim são todos os sentimentos expostos ao longo de suas páginas, com tanta habilidade, por Marcos Soares.

A PALAVRA DO EDITOR

DEU NO JORNAL

J.R.GUZZO

FALTA TEMPO

Já foi dito, mas vale a pena dizer de novo: o Brasil anda muito nervoso. Uma das manifestações mais comuns desta ansiedade é a cobrança de resultados concretos do governo de Jair Bolsonaro. E então: onde está a reforma da Previdência? Por que ainda não fecharam o Incra, o Ibama e a Funai? Quantos funcionários enfiados na máquina pública pelo PT (tudo peixe graúdo, ganhando de 50.000 reais por mês para cima) já foram demitidos? Por que o Brasil, até agora, não rompeu com a Venezuela? Onde estão os números de queda no índice de homicídios? E as privatizações: alguém já viu alguma privatização sendo feita? Fecharam a empresa do “Trem Bala”? Por que tanta gente fala e tão pouca coisa acontece? Enfim: porque esse governo não faz nada? Uma possível resposta para isso talvez esteja no calendário: quando se faz as contas, o novo governo não terá completado um mês quando o leitor estiver lendo este artigo. É verdade que já deu tempo para a ministra Damares pegar no pulo uma espetacular marmelada da era anterior ─ um contrato pelo qual você iria pagar 45 milhões de reais, isso mesmo, para instruir as populações indígenas no uso de cripto-moedas, ideia que realmente só poderia ocorrer a alguém depois dos dezesseis anos de roubalheira alucinada dos governos Lula-Dilma. Mas pouca gente parece disposta a considerar que três semanas são um prazo muito curto para mudar o Brasil, trabalho que vai exigir os quatro anos inteiros do governo Bolsonaro e sabe-se lá quanto mais tempo ainda.

O mercado, mais do que ninguém, dá sinais de que está entendendo a situação com muito mais realismo, objetividade e bom senso ─ falando com dinheiro, e não com ideias, os investidores fizeram a Bolsa de Valores bater todos os seus recordes nos últimos dias, e o dólar, eterno refúgio nas horas de medo, recuou para a sua menor cotação em dois meses. O recado aí é o seguinte: o país vai mudar, sim, na verdade já está mudando e parece estar engrenado para mudar mais do que em qualquer outra época de sua história econômica recente. Essa percepção se baseia num fato essencial. Seja lá o que o governo fizer, seja qual for o seu grau de competência na administração da máquina pública, ou seja lá quanto sucesso efetivo tiver na execução dos seus projetos, uma coisa é 100% certa: Bolsonaro, desde já e ao longo dos próximos quatro anos, vai fazer basicamente o exato contrário do que foi feito nos dezesseis anos de lula-dilmismo, incluindo o arremate dado por seu vice-presidente e aliado histórico Michel Temer. Não é muito complicado. Mesmo um governo presidido pelo centro-avante Deyverson inspiraria mais confiança, aqui e no exterior, do que qualquer gestão do PT. Pense, por 45 segundos, como estaria a situação se o presidente empossado no dia 1º. de janeiro tivesse sido Fernando Haddad, em vez de Jair Bolsonaro. Pronto. Não é preciso perder seu tempo com mais nada.

Os ministros escolhidos, em geral, parecem realmente os mais indicados para executar o trabalho que o governo se propõe a fazer. Sempre é possível que haja
um bobo entre eles ─ mas até agora ainda não se descobriu quem é. A dúzia de generais, ou algo assim, que foram para o ministério ou primeiro escalão, até agora só incomodaram os jornalistas; para o governo, deram prestígio moral, autoridade e a imagem de que o Brasil está sendo dirigido por gente séria. Os ministros mais atacados, como os do Meio Ambiente, Relações Exteriores e Justiça, passam a impressão de que sabem perfeitamente o que estão fazendo ─ e de que estão muito seguros quanto aos seus objetivos práticos. A “impossibilidade” de lidar com o Congresso, apresentada como fato cientifico durante a campanha, não impressiona ninguém, a começar pelo Congresso. As reformas mais complicadas na organização do país têm boas chances de serem aprovadas ─ e isso, por si só, promete uma virada vigorosa na economia. O que está faltando, mesmo, é mais tempo para o governo acontecer. Três semanas é muito pouco.

A PALAVRA DO EDITOR

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ALTAMIR PINHEIRO – GARANHUNS-PE

Prezado Luiz Berto,

Vossa eminência lustrosa é um malassombrado que findou o ano com o ganhador aberto e nem bem estufou o ano novo, mas mesmo assim continua sortudo e que preserve esse dom de ganhador pelo resto de toda sua existência.

Pois bem!!!

Segue através do portador mais uma leva de licores artesanais (padrão de higiene supimpa!!!) para que você possa presentear sua esposa e seus entes queridos.

Atenção!!! O licor de Maracujá tem de ser consumido no prazo máximo de 60 dias, quanto aos outros sabores são como vinho…

Para você e seus respectivos camaradas que frequentam sua moradia, estou enviando uma cachaça PAU DENTRO feita da casca da Umburana Verde (Viagra dos caiados), pronta para o consumo (se achar muito forte, desdobre-a).

Vai também outra cachaça conhecida pelo nome de PICA DURA feita com a raspa do Pau Pitó.

Fodasticamente falando é uma aguardente de um paladar ou prazer esporrante…

Uma lapada de PITÓ possui um efeito tão instantâneo e devastador que levanta até cadáver peniano em frações de segundos (também pode ser desdobrada caso ache muito forte).

Além do envio de pimentas malaguetas(sem agrotóxico) In Natura e passada no liquidificador com todo os seus devidos ingredientes, vai também um Xarope de
Vodka conhecido como PURGANTE “RASGA VÊIAS”,

É o melhor remédio que existe para colesterol alto, pois o purgante é feito com a casca do cajueiro vermelho (Cuidado!!! O purgante tem que ser desdobrado
com vodka ao gosto do freguês).

De resto, só me sobra mandá-lo um forte abraço.

R. Meu caro, essa sua cachaça Pica Dura é pra fuder!

É mesmo um Pau Dentro.

É pena que eu só posso alisar as garrafas e ficar namorando os rótulos.

Meu cardiologista é capaz até de me dar um esporro só de ver eu segurando esta preciosidade.

(Dr. Sérgio: sei que o senhor vai ler esta postagem. Me perdoe!!!)

Esta é a relação completa de tudo que você me mandou e que eu recebi aqui no meu endereço, trazido pelo seu portador:

1 Garrafa de Cachaça Pau Dentro
1 Garrafa de Cachaça de Casca de Pitó (Pica Dura)
1 Vidro do Purgante de Vodka com Casca de Cajueiro Vermelho
2 Garrafas do Licor de Menta
2 Garrafas do Licor de Morango
1 Garrafa do Licor de Maracujá
2 Vidros de Pimenta Malagueta
2 Copinhos da Pitu pra tomar cachaça

Para quem estiver interessado em adquirir tão preciosos produtos, aqui vai o endereço e o telefone que constam dos rótulos:

Rua Manoel Clemente, 230
Garanhuns- PE
(87) 3761-1263

Ou, mais fácil ainda, aqui vai o endereço eletrônico do artesanal industrial cachacístico Altamir: o_guerrilheiro@hotmail.com

Gratíssimo do fundo do coração por sua gentileza, meu caro amigo.

Você é uma cabra malassombrado porreta!

Abraços e um excelente final de semana.